
Francis Schaeffer Hoje

CH - O que ficou, de bom e ruim, da obra de Francis Schaeffer?




Haverá uma mesa redonda da qual participarão, além de Dr. Westphal, o Dr. José Carlos Estêvao, mestre e doutor em Filosofia pela USP e Dr. Davi Charles Gomes, doutor em teologia contemporânea pelo Westminster Theological Seminary.
O evento será transmitido ao vivo pela Internet a partir do site do Mackenzie.
As inscrições estarão abertas a partir de Julho. Serão aceitos trabalhos de estudantes e professores para mesas de comunicações.
Uma boa oportunidade para reflexão sobre a interação entre filosofia e fé cristã, à luz de questões atuais e polêmicas, como ateísmo, oração, pós-modernidade e epistemologia.


Se hoje nem os judeus são dizimistas, por que a igreja se mantém na época da lei?Assista online a partir das 22h.








Vou colocar algumas informações sobre os teonomistas (Theonomists), também conhecidos como dominionistas (Dominonists), amplamente extraídas da memória, portanto, com possíveis lapsos e imperfeições e sem nenhuma pretensão de dar todos os ângulos sobre o movimento, ou sobre as pessoas que têm recebido esse rótulo. 
Estudar teologia não é uma área segregada à academia teológica; não pertence à esfera de intelectuais maçantes que se preocupam em descobrir e firmar termos técnicos incompreensíveis aos demais mortais; não é monopólio daqueles que escrevem livros meramente para adquirir a respeitabilidade e admiração de seus colegas docentes; nem pertence a mosteiros anacrônicos, que procuram se aproximar de Deus distanciando-se do mundo que Ele criou. Mas é tarefa de todas as pessoas – quer elas reconheçam esse dever, quer não. É simplesmente pesquisar no lugar correto sobre a pessoa de Deus através do estudo do que ele é, e do que ele faz.Ilustração: Sala de Teologia do Strahovský Klášter de Malá Strana, na cidade de Praga .

Já há algum tempo estamos envolvidos com a Educação Cristã Escolar e com vários eventos que reúnem educadores cristãos de nosso país. Quero apresentar aos leitores do Tempora a ACSI (Associação Internacional de Escolas Cristãs - Association of Christian Schools International) e o 7º Encontro Nacional da associação que será no próximo mês de maio, dias 01 e 02.
Para 2009: Série Ciências - Projeto Inteligente - livros didáticos para 2º e 3º do ensino Fundamental I e a continuidade das séries nos próximos anos, uma pareceria entre a área de publicações da ACSI e o Sistema Mackenzie de Ensino.
Calcanhar de Aquiles de todas as igrejas, o sistema de som é sempre rodeado de entendidos desconectados, normalmente adolescentes fascinados que anelam por uma oportunidade de passar o sermão fora do templo, na cabine de controle. Via de regra aprendem um pouco de mixagem. Adoram os recursos de eco. Têm uma propensão e um gosto estranho à microfonia (são sempre os últimos a detectar os apitos desconcertantes,abrigados em suas fortalezas inexpugnáveis), e desconhecem por completo o recurso de "cortar" um microfone que não está sendo utilizado (ou então cortam todos, inclusive o do pastor, que fica desesperado acenando e pulando - quando está prestes a iniciar o sermão).


Neste final de fevereiro de 2008 passo a atuar em um outro segmento do setor educacional, ainda na mesma instituição de ensino. Durante os últimos três anos, fui privilegiado por Deus contar com a colaboração de pessoas muito dedicadas e preciosas que muito me auxiliaram e, na esmagadora maioria das vezes, fizerem todo o trabalho enquanto estive à frente da Educação Básica e do desenvolvimento de um Sistema de Ensino. Como lembrete deste período, vou transcrever entrevista que dei à Revista Educação, em seu histórico número 100, em setembro de 2005, que contém algumas de minhas idéias e avaliação do setor.------------------------------
Educação - Qual o diagnóstico que você faz da educação básica no Brasil? Quais os principais problemas, avanços e retrocessos que a educação vive?
Analisando friamente os números, a educação básica vive, nos últimos sete anos, um período de retração. Por exemplo, no ensino fundamental (1ª a 8ª série), a rede pública, gratuita, mantém a quantidade de alunos (32 milhões - MEC-Inep), enquanto a rede particular tem progressivamente encolhido (15%). Isso ocorreu exatamente quando houve ampliação da capacidade nas escolas. As escolas sentem diretamente o reflexo do empobrecimento geral da classe média e da decrescente taxa de natalidade dos últimos anos. A escola particular, pressionada financeiramente pelo descompasso entre investimento e recrutamento, tem a tendência de sacrificar a qualidade de ensino exatamente quando os indicadores internacionais mostram a necessidade de elevarmos qualitativamente o nível dos nossos alunos.
Na formação dos professores, atravessamos décadas de um ensino meio utópico e idealista, no qual a ênfase na liberdade de quaisquer diretrizes, a concentração quase exclusiva no método e a retirada do mérito, como incentivo e forma de aferição, diluíram consideravelmente a qualidade do ensino. Os alunos deixaram de ser preparados para o mundo real, competitivo, no qual importa, sim, o que você sabe. Conteúdo virou termo pejorativo nos círculos pedagógicos. Atravessamos uma situação semelhante à descrita por um educador norte-americano (J. Gresham Machen) quando, comentando sobre a ênfase desmedida no método sem a importância necessária ao conteúdo, escreveu: "Fizemos uma grande descoberta pedagógica - que é possível pensar com uma mente completamente vazia!" Felizmente, parece que décadas de resultados desastrosos começam a acordar os nossos educadores, que passam a dar mais importância a valores, princípios, diretrizes, disciplina e, também, conteúdo - sem descartar ou negligenciar as melhores metodologias.
Educação - Quais foram as grandes mudanças pelas quais o ensino passou nos últimos tempos? O que é necessário para ser um bom colégio atualmente?
Com certeza a grande mudança metodológica é na tecnologia de informação. Hoje não se pode conceber o ensino que não utilize o computador com a tranqüilidade e facilidade com que papel e lápis têm sido utilizados.
Na área social, observamos o enfraquecimento da esfera da família. Isso tem profundos reflexos no conceito da escola, que passa a ter de trabalhar situações que antes eram abrigadas no seio familiar. Em paralelo, observamos conseqüentes tentativas de transferência de responsabilidades da família para a escola, forçando uma redefinição das áreas e dos limites. Por incrível que pareça, o colégio vê-se, freqüentemente, na qualidade de instrutor dos pais.
Para ser um bom colégio, atualmente, o ensino encontrado nele deve ser firmado em valores e princípios, de tal forma que esse ambiente e contexto permeie todas as disciplinas. A sociedade está cansada de uma educação amorfa e permissiva. Existe um anseio pelos valores de uma tradição bem firmada que dê aos alunos igual ênfase à modernidade e à visão do futuro. Não podemos simplesmente educar para o presente (e muito menos para o passado). Os colégios precisam equipar os alunos para que enfrentem os desafios do futuro com pleno conhecimento e habilidades que se enquadrem na época em que viverão a qual ainda não foi atravessada. Em um bom colégio, portanto, tanto a escola como as professoras e os professores têm que ser um pouco visionários. Não podem ser refratários a métodos contemporâneos à ampla utilização da informática. Devem dominar e equipar seus alunos a controlar o fluxo desmedido de informação no qual estão submersos.
Na esfera moral, esse controle, obviamente, parte pela adoção de valores éticos, principalmente porque vivemos em uma era onde é incentivada a sexualidade precoce e onde se jogam as crianças e os adolescentes em interações para as quais não possuem ainda a necessária maturidade. Em vez de policiamento ostensivo, o colégio deve promover, sobretudo, o desenvolvimento de autocontrole, considerando que as portas de acesso de idéias destrutivas e contaminadoras do progresso pessoal e de uma vida responsável estão escancaradas no lar, na rua e na escola. Perdemos o progresso suave que ia da inocência à maturidade responsável e temos de resgatar esses estágios, possibilitando que crianças sejam crianças e não adultos prematuros, maldosos e cheios de segundas intenções, sob a cobertura de uma falsa e enganosa "liberdade de expressão". Programas governamentais que incentivam promiscuidade, sob a falsa capa de transmissão de informações sexuais, devem ser veementemente resistidos e denunciados.
A escola que se rende à dissolução moral, adotando a linguagem e os métodos rasteiros da sociedade, com o argumento de que é assim mesmo e não se consegue mudar, é assumir a falência do sistema educacional e se entregar à derrota, como pedagogos. Os educadores devem se empenhar a fundo em uma reorientação da forma de educar e no fornecimento de ferramentas comportamentais e de controles aos jovens colocados sob seus cuidados. Isso não é possível sem âncoras metafísicas de valores e princípios; sem um fio de prumo que mostre se o edifício que se pretende erguer caminha para o desastre final, por terem sido utilizados materiais duvidosos, construção inadequada e métodos falhos.
Educação - Quais são os grandes desafios atuais para um bom professor? Que concepções mudaram em relação ao professor do passado?
Já está sedimentado que o professor discursivo não é eficiente, mas demos uma guinada demasiada encorajando professores passivos. A autonomia desmedida nas salas de aula, a quebra da autoridade do professor, a falta de respaldo ao respeito devido nas salas de aula são elementos prejudiciais a uma boa educação e à dignidade da profissão.
O grande desafio é, portanto, o professor ser produtivamente interativo, metodologicamente atualizado, informaticamente alfabetizado e que faça parte de uma escola que tenha filosofias e valores definidos, os quais abrace e defenda e com os quais comungue.

A Universidade Presbiteriana Mackenzie promove nos dias 8 a 10 de abril no campus São Paulo o I Simpósio Internacional – DARWINISMO HOJE. O evento reúne pesquisadores no campo das diferentes áreas do saber, com a finalidade de promover um amplo debate sobre o Darwinismo, o Criacionismo e o Design Inteligente, aproveitando que em 2009 se comemora no meio acadêmico os 150 anos do lançamento de A Origem das Espécies. 
A prosperidade financeira obedece a normas, regras e métodos estabelecidos. Por outro lado, da perspectiva bíblica, a prosperidade é um dom de Deus. É ele quem concede saúde, oportunidades, inteligência, e tudo o mais que é necessário para o sucesso financeiro. E isso, sem distinção de pessoas quanto ao que crêem e quanto ao que contribuem financeiramente para as comunidades às quais pertencem. Deus faz com que a chuva caia e o sol nasça para todos, justos e injustos, crentes e descrentes, conforme Jesus ensinou (Mateus 5:45). Não é possível, de acordo com a tradição reformada, estabelecer uma relação constante de causa e efeito entre contribuições, pagamento de dízimos e ofertas e mesmo a religiosidade, com a prosperidade financeira. Várias passagens da Bíblia ensinam os crentes a não terem inveja dos ímpios que prosperam, pois cedo ou tarde haverão de ser punidos por suas impiedades, aqui ou no mundo vindouro.