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sábado, outubro 06, 2007

Mauro Meister

Globalização: Os Guinness e as grandes perguntas deste século


Como já apontado em outros textos do blog, o Dr. Os Guinness esteve no III Congresso Internacional de Ética e Religião, no Mackenzie. No dia 11 de setembro, dia bem marcado no calendário mundial por conta dos ataques terroristas ao World Trade Center a ao Pentágono, nos Estados Unidos, o Dr. Os Guinness falou sobre o tema da globalização. Gostei muito da abordagem feita e tomei algumas notas, que depois foram comparadas com outras anotações (especialmente da sra. Betty Portela) e que estão colocadas abaixo. Logo, o que você encontrará aqui é um esboço do que foi falado naquele dia, com alguns ‘enxertos’ explicativos aqui e acolá, em vermelho.

A título de introdução, Os Guinness apontou que “todo século traz suas grandes perguntas”, sendo que as grandes perguntas do século XXI são:

1. O islã vai se modernizar pacificamente?”
O islamismo é crescente e ainda que muitos afirmem que a religião islâmica seja de paz, o radicalismo islâmico tem demonstrado o contrário. Além disto, a cosmovisão islâmica, em geral, insiste em “permanecer no passado” e se recusa a passar pelo processo de modernização.

2. O que substituirá a ideologia marxista na China?
Ainda que o regime chinês seja de ideologia marxista, há muito que o estado e a população da China encontram-se em meio à prática do capitalismo e em busca do mercado de capitais. Não há mais lugar para esta ideologia e resta a grande dúvida sobre o que virá a substituir o marxismo. Há tendências religiosas no pais, inclusive um movimento crescente do cristianismo, assim como de muitas outras religiões.

3. A cultura ocidental recuperará as suas raízes judaico- cristãs?
O ocidente, como o conhecemos, formou-se no berço da cosmovisão judaico-cristã. Vemos, no entanto, que tanto a Europa quanto a América caminham na direção de uma visão de mundo ‘pós-cristã’. O pós-modernismo não deixa lugar para as ‘velhas certezas’ e ensinamentos do cristianismo bíblico e tende cada vez mais a afastar-se dele. Haverá um retorno?

Não há como saber o que vai acontecer. Estas perguntas, no entanto, são geradas dentro do contexto globalizado, que levanta grandes desafios para o cristianismo. O alvo da palestra é apontar quais são os principais desafios levantados pela globalização.

1. Impacto em nosso estilo de vida
As instituições estão se desfazendo, passando por um processo de fluidificação – até pouco tempo, mesmo que com problemas, certas instituições eram sólidas e serviam como base para o desenvolvimento da sociedade e cultura. Com a globalização e o pós-modernismo estas instituições têm perdido o seu lugar sem receber substitutos. Isto representa um grande impacto para o cristianismo.

Exemplo: a fluidificação da instituição do casamento. Em alguns países o número de casamentos desfeitos entre pessoas que se dizem cristãs é igual ou maior do que entre a população não cristã.

2. A globalização traz perigo para elites e não apenas para os pobres

Imagina-se que as populações pobres e sem acesso e educação acabam sendo as únicas afetadas pelo processo de globalização, no entanto, existem grandes perigos para a população elitizada.

Quais são estes perigos?

  • Quanto à capacidade de reflexão
    Vivemos em um ritmo muito rápido, onde há muita informação e pouca sabedoria. Recebemos muito mais informação pelos meios de comunicação do que somos capazes de processar. Uma simples busca no Google gera mais hits do que poderemos ler em toda a nossa vida. Isso gera a facilidade de engano, informação falsa e incapacidade de avaliação de toda esta informação.
  • Poucos líderes no mundo moderno são capazes de pensar por si mesmos. Os líderes mundiais são guiados por uma rede de assessores, nem mesmo seus discursos públicos são escritos e pensados por eles mesmos! Livros são escritos por ‘ghost writers’.
  • A moralidade é vivida de acordo com a visibilidade. O mundo globalizado facilita o anonimato. As comunicações e a facilidade de locomoção facilitam vidas duplas.
  • “ O que fazemos quando ninguém está nos vendo?” / “O que não fazemos porque alguém está nos vendo?”

3. Os pontos cegos da globalização

  • A globalização significa/implica grandes deslocamentos
  • A Revolução Industrial modificou a face do mundo com os grandes deslocamentos humanos – a urbanização do mundo ocidental nos mostrou isto claramente – a globalização acelera estes movimentos, o homem encontra-se constantemente diante de novas realidades geradas por estes grandes deslocamentos, verdadeiras massas humanas.
  • Novo termo—“quarto mundo”—os pobres, os excluídos, os deixados para trás, produzidos pelos grandes deslocamentos.

4. As contradições da própria globalização

  • No mundo globalizado, o capitalismo foi apresentado como a grande solução, acompanhado da democracia. Várias nações enveredaram por este caminho no pós-guerra. A história tem mostrado que muitos permaneceram no capitalismo, porém, abandonaram a democracia.
  • A globalização cria o “desperdício humano” – não só criando lixo e a necessidade desesperada de planos de ação para limpar a terra, mas verdadeiro desperdício de gente.
  • Refugo humano – gente que ninguém quer – o mundo desloca os indesejáveis em suas culturas.
  • Historicamente a Europa jogou fora o seu refugo nas colonizações (ex. Austrália—prisioneiros)
  • Hoje temos 25 milhões de pessoas em campos de refugiados. Pessoas sem estado, identidade ou trabalho. Vulnerável aos terroristas, traficantes e todo tipo de corrupção.

5. A tempestade perfeita do mal criada pela globalização

Vivemos a maior crise de direitos humanos de todos os tempos. Ela se dá pelo encontro de três fatores:

  • A expansão globalizada da liberdade de locomoção cria toda a oportunidade para coisas horríveis como o turismo sexual, trafego de seres humanos, trabalho escravo, pornografia, pedofilia, etc.
  • Lucro Expansão globalizada do lucro – a facilidade de venda e transferência de valores com possibilidade de anonimato. As diversas formas de crime tornam-se ainda mais fáceis.
  • Crime globalizado – máfia, drogas
  • Disfunção – famílias, indivíduos, culturas. Expansão da disfunção globalizada A busca de pertencer (false sense of belonging!)

Tudo isto coopera para que as mais diversas formas de crime cresçam por meio do ‘cidadão comum’.

Conclusão

Como a globalização faz as pessoas pensarem sobre sua fé e vida? Podemos distinguir três campos abrangentes que propõem suas reflexões:

  • A posição dos ateus e secularistas: continuamos a despeito de...
  • A posição das religiões orientais: deu tudo errado e a resposta não esta aqui, a solução encontra-se em outro lugar
  • A posição do pensamento judaico-cristã: onde erramos e como podemos dar um passo para trás para entrar no caminho certo?

As distorções da compreensão judaico-cristã sobre pontos fundamentais como o conceito de mordomia da criação que nos dá o direito de domínio e não de dominação. A grande pergunta é “Em que(m) estamos confiando para conferir significado e esperança no mundo em que vivemos?” De acordo com a fé judaico-cristã Deus é maior do que os problemas e desafios da própria globalização!

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domingo, setembro 16, 2007

Solano Portela

Como Conviver com Diferenças Profundas? Guinness no Mackenzie

Neste mês de setembro de 2007 o sociólogo, erudito palestrante internacional e pensador Os Guinness, esteve proferindo conferências na Universidade Presbiteriana Mackenzie, em Brasília e em São Paulo. Em uma das palestras ele apresentou a necessidade de ordem e paz no mundo como sendo um dos problemas cruciais da atualidade. Nesse sentido, chamou a atenção para o fato de que a quebra dessa ordem e paz nos legou, só no último século, cerca de 300 milhões de pessoas mortas: 1/3 em guerras declaradas; 1/3 em repressões políticas e 1/3 em função de violência étnica e religiosa. Assim, essa questão estaria acima até de outros problemas modernos, tais como a disseminação do HIV e a criminalidade desenfreada em nossas metrópoles.

De acordo com Os Guiness a busca de uma sociedade harmônica – ou a resposta à pergunta: “Como conviver com nossas profundas diferenças?” – têm se alinhado em três vertentes ou visões principais:

  • O Universalismo Progressivo

  • O Relativismo Multicultural

  • A Aliança Cívica Plural

O Universalismo Progressivo seria o caminho advogado por aqueles que, partidários de forte ideologia ou crenças, procuram progressivamente universalizar o pensamento comum dos cidadãos. Essa busca pela universalização superaria até considerações éticas; os valores devem ser impostos; os métodos a serem aplicados seriam aqueles que funcionam.

Os Guinness aponta que muitos procuram incluir o cristianismo nesta vertente, mas isso é um erro, pois o cristianismo verdadeiro não se alicerça, se espalha ou se amplia por coação ou força externa, e sim por persuasão interna. A “espada” brandida por Jesus e seus seguidores é poder persuasivo da Palavra (Ef. 6.12 e Ap. 2.16) e não uma luta militar “contra carne e sangue”. O cristianismo de Constantino – que decretou pela espada a conversão de todos os habitantes do império, não é a expressão real dos proclamadores das boas novas, mas uma distorção. Reconhece-se, entretanto, que é verdade que ao longo da história outros movimentos sob bandeiras “cristãs” (como as Cruzadas) têm emulado essa mesma distorção.

Nessa categoria, do universalismo progressivo, na realidade, se incluiriam o comunismo, o islamismo, os movimentos étnicos e tribais geradores de genocídios na África (como o massacre dos Tutsis pelos Hutus, em Ruanda, que resultou na morte de 500 mil pessoas; e o massacre dos Zurgas, em Dafur, no Sudão, que resultou em um milhão de mortos, já neste século 21), e outros semelhantes. Certamente tal universalização por coação não é a resposta. A suposta “harmonia” gerada vem à custa da liberdade de consciência e da liberdade individual. As pessoas são reduzidas a meras peças de um jogo de xadrez no qual se busca a supremacia pela aniquilação do contraditório.


A segunda visão, o Relativismo Multicultural, se apresenta como sendo um caminho muito atraente. Esse ponto de vista está intensamente presente no mundo acadêmico e nas culturas ocidentais e é avidamente defendida pelos antropólogos. Ela parte da observação correta da existência de muitas culturas e especifica uma tolerância abrangente e eclética. Todos devem demonstrar tolerância às expressões da multiculturalidade, ou seja, aos valores e práticas específicas das diversas culturas, em suas áreas de manifestação, presença e influência.

Acontece que esse caminho pode ser até gerador de uma convivência harmônica, mas esta é tão somente aparente, pois traz em si um enorme perigo latente: é calcada em um relativismo ético e ausência de absolutos de tal forma que conclama as sociedades a fecharem os olhos ao mal explícito, rotulando suas ocorrências como legítimas, válidas e inquestionáveis expressões culturais.

O forçado “respeito cultural” e a tolerância multicultural que gera a tão solicitada harmonia, para que possamos conviver com as diferenças, vem ao custo, mais uma vez, da dignidade do ser humano. Ela acolhe situações e ações que, por serem “culturais” devem permanecer ocorrendo, mesmo quando são inequivocamente condenáveis e erradas. Um exemplo disso seria a aceitação acrítica da mutilação genital feminina (a Anistia Internacional apresenta uma lista de 28 países africanos onde ela é normalmente praticada). Sendo que essas “manifestações culturais” não somente não devem ser questionadas, como, por vezes, devem até ser “protegidas”. Ou seja, mesmo as pessoas de “outra cultura” que não possuem tais práticas, em prol da harmonia, devem se empenhar em defender a “liberdade” de quem as praticam. Tal harmonia sacrifica a ética inerente à própria humanidade.


A terceira visão e resposta à questão da convivência social com diferenças profundas é, o que chama Os Guinness de Aliança Cívica Plural. Ele esboça a metáfora de uma praça pública, na qual pessoas de diferentes persuasões, ideologias e opiniões se aproximam para o diálogo e o debate. No entanto, essas interações acontecem debaixo de uma estrutura na qual se reconhecem absolutos mínimos que regem a convivência e que protegem certos direitos básicos e inalienáveis das pessoas. Consequentemente, fica ausente a possibilidade de opressão e coação, enquanto que se garante a mais primária das liberdades: a de consciência, de crença, de exercício da fé.

Guinness pergunta, de que adianta termos liberdade de ajuntamento, se nada pode ser expresso livremente em tal ajuntamento? E ainda, de que adianta ter liberdade de expressão, se ao expressar você for condenado pelo que expressa, sendo subtraída a sua liberdade de consciência? Assim ele substancia que o livre pensar é a primeira das liberdades, apesar de segmentos da civilização terem considerado, erroneamente, as de ajuntamento e expressão como sendo mais importantes.

A nossa luta deve ser, portanto, pelo reconhecimento desses absolutos e pelo estabelecimento dessas regras de convivência, para que subsista harmonia real, ainda que com diferenças profundas de crença e ideologias. Essa Aliança Cívica Plural não significa a adoção de um “mínimo denominador comum” – onde as crenças e valores são reduzidos àquilo que todos acreditam, porque isso não respeitaria a liberdade de consciência e de pensar, nem seria uma visão realista que levasse em conta a profundidade das convicções de cada um. Não está sendo advogada a construção de uma sociedade amorfa, sem convicções. É, simplesmente, um reconhecimento que você tem direito de pensar diferentemente de mim, e eu de achar que você está errado, sem a sanção de coagi-lo a pensar como eu. Ao mesmo tempo; aquilo que é realmente bom (“o bem”) deve ser tanto bom para você como para mim – deve respeitar uma estrutura mínima de valores universais que se constituem a moldura e estrutura necessária à convivência civilizada. Tudo aquilo que ferir a dignidade da pessoa humana, não pode ser aceito nessa “praça pública” de debates. As idéias são apresentadas, debatidas e espera-se persuasão, convencimento, mas nunca coação.

Infelizmente vivemos em um mundo onde muitos estão envolvidos pelo Universalismo Progressivo e outros tantos com o Relativismo Multicultural – ambos ceifando vidas e fechando os olhos ao mal explícito que campeia na humanidade. Mentes lúcidas se dedicarão à construção dessa praça pública de debates. O verdadeiro cristianismo, pelo menos, deveria defendê-la e propagá-la na confiança da Soberania de Deus, que nos ensina a transmitir as boas novas e que nos ilustra, na história, como o evangelização foi abençoada onde floresceu a liberdade estruturada de consciência.

Não temos que concordar com tudo, nem que aceitar que existem apenas três avenidas para responder à pergunta da convivência pacífica e civilizada. Talvez existam quatro, cinco ou seis. Mas o importante é que Os Guinness nos faz pensar e, se somos honestos, temos que admitir que o que temos ouvido constantemente, quer na sociedade, mídia ou academia, nem é verdade inquestionável nem é necessariamente lógico. Existem outras maneiras de análise e outras respostas a serem dadas. De qualquer maneira, essa estrutura apresentada nos auxilia a algumas análises de situações que estão sendo correntemente discutidas. Em um próximo post gostaría de focar a intensa presença do Relativismo Multicultural no Brasil, especialmente à luz do debate corrente relacionado com o infanticídio praticado por várias tribos indígenas do nosso país.

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quarta-feira, setembro 12, 2007

Augustus Nicodemus Lopes

Diversidade num Mundo Globalizado: Guinness fala sobre temas atuais

Por     10 comentários:

Teve início nessa segunda-feira (12/09/2007) a série de palestras do Dr. Os Guinness no Mackenzie. É a primeira vez que o crítico social, doutorado por Oxford, vem ao Brasil. Nascido na China de missionários ingleses, criado na Europa e atualmente residindo em Washington, Guinness é considerado um dos maiores apologetas cristãos hoje, sucessor do legado de Francis Schaeffer.

Dr. Guinness falou na segunda-feira no Mackenzie-Brasília para cerca de 350 pessoas sobre "Um Mundo Seguro onde a Diversidade pode Existir". Após analisar diversos modelos históricos de países que tentaram relacionar religião e vida pública, optou pelo modelo que foi usado pelos fundadores dos Estados Unidos, de plena liberdade de consciência e de expressão religiosa num Estado guiado por princípios cristãos. Usou a figura da praça pública cívica, instituição usada pelos gregos e romanos, onde as pessoas poderiam ir e debater suas idéias livremente. Afirmou que o Cristianismo tem uma visão de mundo que oferece soluções para o mundo caótico de hoje e que os cristãos não deveriam recear engajar-se no debate dos problemas mundiais que nos afligem. No auditório, havia embaixadores, juízes, advogados, pastores, professores, estudantes, que participaram ativamente na sessão de perguntas e respostas que se seguiu.

Na terça-feira Dr. Guinness falou no Mackenzie-São Paulo para mais de 800 pessoas, com transmissão ao vivo via satélite para o Mackenzie-Rio. Seu tema foi "Os Desafios da Globalização para a Humanidade". Após definir os efeitos da globalização na cultura ocidental moderna, Dr. Guinness apresentou os perigos inerentes ao moderno sistema de comunicação, que é rápido, onipresente e em larga escala. Falou dos perigos que as elites correm de se isolar cada vez mais da população pobre e carente, perdendo a responsabilidade para com os excluídos. Mencionou três "pontos cegos" da visão otimista de mundo defendida pelos ateus e secularistas, e que formam, na opinião deles, os componentes de uma tempestade perfeita do mal: o avanço tecnológico, o ganho financeiros cada vez maior e os graves problemas sociais. Todas essas coisas são potencializadas e pioradas pela globalização. Somos a geração que mais tem produzido refugo humano na história, milhões e milhões de pessoas que ninguém deseja, como os 25 milhões que hoje habitam em campos de refugiados. Por fim, Dr. Guinness desafiou os estudantes a refletir sobre a seguinte questão: "em quem você confia para enfrentar um mundo gigantesco e globalizado?" e conclamou todos a colocar a confiança no Deus da Bíblia.

Hoje a noite, Dr. Guiness falará sobre a violência indizível que marca nossa geração, focando especialmente nos genocídios e crimes em massa.

Durante a semana muitos palestrantes nacionais estarão fazendo conferências no Mackenzie São Paulo, sobre temas relacionados com religião e cultura, que é o tema desse III Congresso Internacional de Ética e Cidadania. Entre eles destacamos hoje a palestra da Norma Braga sobre "Modernidade, literatura e transcendência: uma abordagem schaefferiana," do Dr. Davi Gomes sobre "Sexualidade Integral" e a intrigante palestra do nosso Dr. Hermisten sobre “Façamos os deuses à nossa imagem”. Há mais de 1.200 pessoas inscritas para participar dessas palestras e outras que ocorrerão até sexta-feira.

A realização desse evento faz parte da visão da Igreja Presbiteriana do Brasil de difundir a visão reformada de mundo e a ética cristã reformada na sua Universidade e através dela ao público em geral.
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