domingo, março 14, 2010

Solano Portela

Palavrão – "só pra garantir esse refrão"?

Eu não tenho nada pra dizer

Eu não tenho mais o que fazer

Só pra garantir esse refrão

Eu vou enfiar um palavrão! ...


Com essa quadrinha, composta nos idos de 1997, a banda Ultraje a Rigor consolidava seu sucesso, junto com várias outras canções, que, renitentemente teimavam em se apegar à nossa memória (“vamos invadir sua praia”; “eu me amo, não posso mais viver sem mim”; “a gente somos inúteis”, etc.).


Nas apresentações ao vivo da música “Nada a Declarar” na qual a quadrinha está inserida, como refrão, logo após “eu vou enfiar um palavrão”, Roger, líder do grupo, “enfiava”, mesmo. O palavrão, na realidade uma palavrinha curta, chula, monossilábica, era proferido em uníssono e repetido em êxtase pela galera!


Bem, a Banda estava fazendo jus ao nome, ultrajando. A idéia era chocar, movimentar, agitar – sem nenhuma consideração quanto à propriedade ou impropriedade do termo; ou quanto à necessidade de recato; ou ainda, quanto ao caráter didático que esse linguajar “sublime” significaria para as jovens mentes e até criancinhas que cantarolavam e decoravam o refrão. O negócio, afinal, era tão somente faturar, o resto que vá às favas.


Mas o que choca, mesmo, não é o Ultraje a Rigor. É a facilidade com que palavrões, expressões grosseiras e chulas – quando não blasfemas – encontram guarida na boca de fiéis que, supostamente, procuram seguir os preceitos das Escrituras.


Não me refiro àqueles que, por treinamento intenso prévio (“exercitados”: 2 Pe 2.14) – na maioria das vezes antes de suas conversões, têm problemas e lutas nessa área, e se esforçam para abandonar velhos hábitos. Em minha vida tenho testemunhado a luta de vários cristãos para controlar a língua e as palavras. Muitos foram exercitados por anos de impiedade, ou ficaram submersos em empresas, escolas ou repartições onde o palavrão é a norma. Esses procuram de todas as maneiras mudar a linguagem – isso é visível a outros, para não entristecerem o Espírito Santo com a mesma boca que abençoam (Tiago 3.9-10).


O inusitado ocorre quando vemos alguns líderes cristãos, nos últimos tempos, seguindo mais o Ultraje a Rigor (“...eu não tenho nada pra dizer; também não tenho mais o que fazer...”) do que a Bíblia. Passaram a defender a instituição do Palavrão, junto com seus seguidores.


Um texto de um desses “pastores” foi-me enviado recentemente (apesar dele estar postado e circulando desde 25.09.2009). Ele foi escrito por conhecido líder, que hoje se ocupa bastante em disseminar vitupérios contra os que o “abandonaram”, em função de seu pecado, e a destilar amarguras, atribuindo hipocrisia genérica ao mundo cristão (não se preocupem, não vou dar o link, pois a sua peça, defendendo o linguajar chulo e grosseiro não merece divulgação adicional).


O texto responde a um consulente e seguidor fiel, que chama atenção para um vídeo de outro “líder cristão” que faz palestra em uma igreja. O palestrante é médico e o pretexto é a saúde e higiene dos ouvintes. Com esse objetivo, ele utiliza palavras grosseiras e, repetidamente, o famoso monossílabo, constrangendo e chocando alguns da platéia, enquanto a outra parte se delicia e gargalha (também não vou dar o link). O consulente, então, infere que não haveria motivo para aquele vídeo escandalizar nenhum crente. Compara, então, os que se escandalizam com os que engolem um camelo, mas se engasgam com um mosquito.


Provavelmente, o camelo, aqui, refere-se à violência ou mal tratos, enquanto que o mosquito seria o palavrão. A bandeira falaciosa de muitos, principalmente no campo secular, têm sido defender impropriedades, palavrões e até pornografia, dizendo que a pornografia verdadeira é a violência para com crianças, ou de pessoa contra pessoa. Ora, um não justifica nem anula o outro. Por que ambos não podem ser errados?


Pois bem, o pastor responde com uma ode ao palavrão. Indicando que quase morreu de rir, com o vídeo, não somente grafa o monossílabo várias vezes em seu texto, como acusa os que não o utilizam de hipócritas.


O ensino básico desse pensamento é que as barreiras de recato e moralidade são arcaicas, superadas. Que o exercício de uma suposta graça amorfa promove a verdadeira autenticidade e sinceridade; e o tráfego livre entre o impróprio e proibido, e o correto e socialmente defensável. Afinal, vivemos em uma matriz de convenções humanas. Para estes, a aproximação com Deus não cria a obrigação para com regras, mas a liberação dessas. Pelo que inferimos desses ensinos, não existem absolutos. Nos aproximamos de Deus e, no fluir dessa graça subjetiva, de uma maneira mística e indescritível, nada contradiz nossa forma e postura de vida. A única máxima, possivelmente, seria o “amor”, mas esse, fugindo ao sentido bíblico de procurar o interesse da pessoa amada, de “cumprimento dos mandamentos” (João14.15,21), passa a ser um termo vazio de significado, que abriga tudo sobre seu guarda-chuva, num reavivamento da Teologia Situacionista moribunda de Joseph Fletcher, tão popular na década de 60, do século passado.


Nesse universo imaginário, até o pecado é redefinido e a tolerância irrestrita é propagada. Ser contra palavrões, ou contra o palavrão-palavrinha, repetido ad nauseam no texto, é coisa de careta; de cristão retrógrado; de pessoas que ainda não atingiram esse patamar de pseudo-santidade estéril (pois não produz pureza), característica dessa nova ordem de iluminados.


Mas será que esse é o ensino da Palavra de Deus? Será que o derribar desses marcos regulatórios é a verdadeira missão e postura do cristão? Essa luz negra que projetam sobre minha vida procede mesmo da “lâmpada para os meus pés... e luz para os meus caminhos” (Sl 119.105)? Por certo que não. A Bíblia nos instrui que o recato ou pudor é virtude a ser cultivada. Especificamente ela alerta contra a falta de pudor (“impudiscícia”), que teima em se imiscuir na igreja, em Efésios 5.3: “Mas a impudicícia e toda sorte de impurezas ou cobiça nem sequer se nomeiem entre vós, como convém a santos”.


É verdade que vivemos em uma era onde se fala cada vez menos nisso. As crianças se acostumam em um mundo onde a propriedade e modéstia no vestir e no proceder estão conspicuamente ausentes. Não é de espantar que a sexualidade precoce desponte como uma das grandes distorções e desvios do nosso século. Nossos ouvidos também vão se acostumando e a consciência se cauterizando com tantas impropriedades proferidas nos filmes, na televisão, nas rádios, nas músicas e no dia-a-dia da sociedade. No entanto, ver “líderes cristãos” rotulando o constrangimento perante a imoralidade de hipocrisia, leva-nos à vanguarda do absurdo. Para os tais o alvo é ser “liberado” das amarras incômodas, e comecemos essa jornada rumo à dissolução social e à devassidão moral, bem moderninhos e conectados, pelo linguajar. Por que exercer seletividade moral na palavra falada ou escrita?


Se não houvesse nenhuma outra razão, teríamos o exemplo dos escritores da própria Bíblia. Palavrões e linguagem chula sempre existiram na história da humanidade. Estão enraizados na natureza humana pecaminosa. Sempre houve uma forma apropriada e uma forma vulgar de se referir a tudo, especialmente a partes do corpo. Ora, por que então a Bíblia, que trata dos mais variados assuntos, utiliza palavras e expressões recatadas e apropriadas e não chulas, para se referir a elas? Certamente a comunicação adequada, preocupação do Autor da Bíblia, que a fez ser grafada na linguagem comumente falada, através das eras, não necessitava do emprego de linguagem imprópria. Falar com recato não impede a comunicação. Ou será que a utilização de palavrões, no seio do cristianismo, é nova forma de comunicação eficaz e grande descoberta; veículo de graça contemporânea, encontrado por essa nova casta de iluminados?


Mas a Bíblia vai além e fala especificamente da linguagem que deve caracterizar o servo de Deus:

  1. Em Tito 2.8, somos admoestados a ter “linguagem sadia e irrepreensível para que o adversário seja envergonhado não tendo indignidade nenhuma que dizer a nosso respeito
  2. Efésios 4.29 diz categoricamente: “Não saia de vossa boca nenhuma palavra torpe e sim, unicamente, a que for boa para edificação...”
  3. Colossenses 3.8 mostra que o linguajar chulo é característica dos descrentes: “Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isso: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar”
  4. Tiago 1.26 parece falar aos que querem misturar religiosidade com linguajar impróprio: “Se alguém supõe ser religioso deixando de refrear a sua língua, antes enganando o próprio coração, a sua religião é vã”.
  5. Efésios 5.4 também, claramente, mostra como deve ser a comunicação do cristão. Gracejos e gozações grosseiras (chocarrices), palavras torpes e vãs não devem ter lugar em nosso falar: “...nem conversação torpe, nem palavras vãs, ou chocarrices, coisas essas inconvenientes...”.

Parece que o Roger, do Ultraje ao Rigor estava certo: na falta do que dizer; na falta do que fazer; defenda-se o palavrão. Mas o cristão tem o que falar e o que fazer. Não venham me enganar e dizer que tudo isso que a Bíblia condena deve estar presente na boca do cristão.

Solano Portela

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Sobre este assunto, sem representar endosso completo à totalidade do site, leia também: “Crente Boca Suja” em: http://www.sandrobaggio.com/2009/09/23/crente-boca-suja/

e

“O Falar Cristão”, em:

http://nasprofundezasdasimplicidade.blogspot.com/2009/06/o-falar-cristao.html

e, o excelente,

"Reflexão Óbvia Sobre os Palavrões", da Norma Braga. Sobre este post, de 2007, a autora diz o seguinte: "Hoje em dia o óbvio é novidade para muita gente, mesmo na igreja, que está entrando na onda do 'falar palavrão é legal' e, com isso, participam da atmosfera destrutiva que tem sustentado reviravoltas morais na sociedade".

Solano Portela

Postado por Solano Portela.

Sobre os autores:

Dr. Augustus Nicodemus (@augustuslopes) é atualmentepastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia, vice-presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana doBrasil e presidente da Junta de Educação Teológica da IPB.

O Prof. Solano Portela prega e ensina na Igreja Presbiteriana de Santo Amaro, onde tem uma classe dominical, que aborda as doutrinas contidas na Confissão de Fé de Westminster.

O Dr. Mauro Meister (@mfmeister) iniciou a plantação daIgreja Presbiteriana da Barra Funda.

159 comentários

comentários
15/3/10 01:26 delete

Em boa hora esta postagem, melhor ainda saindo diretamente deste Blog que conquistou credibilidade impar entre os blogueiros cristãos e cristãos leitores em geral, em virtude de seus editores.

É uma pena verificar que mesmo importantes blogs apologéticos, pioneiros nesta área, estão fazendo uso já há algum tempo desse tipo de linguagem e, quando questionados acusam-nos de hipocrisia...

Bom, se santidade for sinonimo de hipocrisia, espero conseguir ser o maioral dos hipocritas brasileiros um dia...

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Fábio
AUTOR
15/3/10 01:41 delete

Meus parabéns,essa postagem é oportuna.Faço parte de uma igreja neo-pentecostal e a dois anos atrás tive contato com a literatura reformada e me encontrei.Nessa caminhada acabei por descobrir mensagens em mp3 de um bom pregador chamado Caio Fábio, entretanto me sinto um pouco desconfortável com algumas de suas declarações e o constante uso de linguagem obcena.Nao me parece com o modelo de Cristo!Ele é presbiteriano?(se é poque ninguém conversa sobre isso com ele? )

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ricardo
AUTOR
15/3/10 08:20 delete

Companheiro, eu considero três tipos de palavrões e dois deles não considero na realidade palavrões. Há aquele em que a intenção do que o pronuncia é ofender. Quanto a esse, a advertência de Cristo ao interpretar o homicício da lei é clara. Mas há aquele que é pronunciado com ânimo jocoso e destituído de qualquer seriedade, portanto, não é ferino, nem maledicente e, não raro, tem intenção mais amável do que muitas palavras escolhidas. E o terceiro é aquele que já é parte do linguajar comum como verdadeiras interjeições ou como frases feitas.

É bem verdade que em tudo há os oportunistas de plantão, que se aproveitam da liberdade para ferir, desses não é o meu discurso.

Penso que se o homem produz palavras que edificam, não importa a sua formosura fonética ou gramatical, não há o que se repreender nesse homem, mas aquele que produz palavras que apenas destroem, independentemente da sua formosura fonética, esse carece de repreensão.

Portanto, o que importa não é a forma ou a aparência das coisas, mas a intenção com que é produzida.

Minha opinião.

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Anônimo
AUTOR
15/3/10 08:54 delete

Como disse Jesus:

"Ai de vós, fariseus e escribas, HIPÓCRITAS, porque limpais por fora o copo e esquecei o principal, que é a parte de dentro!"

Pior você, Presbítero, que fica trazendo à tona o pecado (CONFESSADO E PERDOADO) do PASTOR (e não "pastor" - lembra do texto que um só é Juiz? Que não se deve julgar? Que com a medida que você julgar você será julgado?), e não vê os bons frutos que ele tem dado.

Sinceramente, Presbítero, você deveria se informar melhor. Em especial sobre trabalhos relevantes, como o que está sendo feito junto à Nigéria, onde crianças que são abandonadas pelos pais sob a alegação de "pastores" (agora sim!) nigerianos de que tais crianças são BRUXAS, são evangelizadas, cuidadas e defendidas. Crianças com pregos enfiados na cabeça, queimadas com ácido... pelos próprios pais!

Ao julgar outrem por causa do palavrão, você peca muito mais.

Mais uma vez, repito: Presbítero, vá se ocupar de temas mais nobres! Vá orar pelos pastores sul-coreanos que têm os dedos amputados e os olhos costurados na China e no Camboja! Erga a sua voz para denunciar o "o tempora, o mores!" de Brasília, onde o hábito é roubar o dinheiro público. Mas, melhor do que isso, olhe para dentro de si mesmo e ore como Davi: "Senhor, traz-me a memória os pecados que me são ocultos".

Como sei que você NÃO vai mesmo publicar, nem vou assinar.

Por fim... que sou PRESBITERIANO, e não da denominação daquele a quem você julgou de "pastor". Não sou Deus, Solano, mas creio que ele, assim como muitas meretrizes e publicanos que disseram ** (o palavrão monossilábico) muitas e muitas vezes, PRECEDEM você no Reino de Deus.

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Anônimo
AUTOR
15/3/10 10:21 delete

"Nessa caminhada acabei por descobrir mensagens em mp3 de um bom pregador chamado Caio Fábio, entretanto me sinto um pouco desconfortável com algumas de suas declarações e o constante uso de linguagem obcena.Nao me parece com o modelo de Cristo!Ele é presbiteriano?(se é poque ninguém conversa sobre isso com ele?)"

O referido "pastor" prega regularmente, uma vez por mês, na Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro. O Supremo Concílio da IPB sabe disso, mas não tem autoridade para agir no caso. Quando disciplinado pela IPB, logo que cometeu o delito que o tornou maldito, o tal pastor recusou-se a receber adisciplina, e deu entrevista à revista Veja dizendo que era crucificado em público, mas acariciado em particular pelos líderes da IPB.

Apesar de tudo, ele não errou mais do que Davi ou Salomão. Sua defesa do Evangelho está muito além do que se podia esperar de um "caído", como ele. Por outro lado, há pastores que fizeram pior, tendo sido apanhados em "flagrante delito", mas que foram alocados para igrejas onde não sabiam do seu deslize vergonhoso e indesculpável.

Realmente, é preciso pensar duas vezes antes de criticar o Caído, pois ele tem sido instrumento de Deus na recuperação de almas atribuladas, inclusive do meio conservador farisáico.

Ele diz uns palavrões, que recrimino, mas para destacar que há muitos culpados enrustidos e protegidos pelo fato de falarem certinho, e parecerem santos. Nisso ele está certo, embora esteja errado no todo.

Saudações Teo-Lógicas

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Anônimo
AUTOR
15/3/10 11:00 delete

Caso ocorrido em dezembro de 2009, em uma igreja presbiteriana, num dia de culto solene:

1. Um presbítero, pregador do culto de domingo à noite devido à ausência do pastor, convidado a pregar em outra igreja, disparou: "amados, precisamos rever nossa forma de falar com os outros! Já vi jovens da igreja dizerem a outros: 'e aí, baitola, vai jogar bola hoje não?' Precisamos usar de mais santidade em nosso falar!

2. Após o momento do ofertório, antes do presbítero dizer os fatos acima, foi passado no projetor um vídeo com crianças esqueléticas na África. Imagens de arrepiar cada pêlo do corpo e fazer chorar os que têm maior amor e envolvimento com o Reino de Deus.

Agora, olha que curioso... Invariavelmente, TODAS as pessoas comentavam o uso da palavra chula "baitola" pelo presbítero, em pleno púlpito. No entanto, NINGUÉM se escandalizou com a situação de pequeninos morrendo de fome (MORRENDO DE FOME) na África.

Possivelmente o presbítero tenha mesmo sido infeliz ao usar o termo "baitola" (aos que não sabem, é uma expressão cearense para designar o gay masculino). Certamente o presbítero não usa este termo em suas relações, estava apenas exemplificando enfaticamente algo errado. Também é possível que o jovem da igreja que chamou o outro de "baitola" em momento algum quis acusá-lo de homossexualidade, mas foi infeliz ao usar uma expressão mundana que, fora dos muros da igreja, é um pronome de tratamento chulo, mesmo que o outro não seja um homossexual.

Ocorre, no entanto, que é ILÓGICO que as pessoas da igreja se escandalizem por algo TÃO PEQUENO (sim, muito pequeno mesmo), e sejam tão frias e indiferentes à dor da humanidade, às causas sérias, aos assuntos que, de fato, merecem relevância. Fez-me lembrar da propaganda onde uma mulher chorava ao ouvir, no rádio, que uma mulher arrancara um dos próprios seios para alimentar os filhos famintos... Quando a câmera se afastava, via-se que a mulher chorava, na verdade, por cortar uma cebola na cozinha, enquanto ouvia o rádio.

Lembrei-me ainda dos fariseus escandalizados porque Jesus ousara curar um homem de mão defeituosa em pleno sábado!

Que nosso linguajar seja santo, de verdade. Mas que tenhamos discernimento, bom senso e justiça para avaliar o que é torpeza, o que é tropeço e o que é tão-somente um momento infeliz.

Em Cristo,

Natan Vasconcelos.

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Esli Soares
AUTOR
15/3/10 11:32 delete

Solano,

Confesso que de início fiquei ‘triste’ por não constar o link para que eu visse os referidos palavrões-palavrinhas, (risos desconcertados – acho que toda as ‘provas’ devem ser divulgadas, sem exceção) – não por mera curiosidade, mas para avaliar as situações – mas depois de ler tudo, e principalmente, os comentários (inclusive, estarrecido do anônimo presbiteriano – que decepção!) tenho que concordar com sua atitude sem nenhuma observação a acrescentar, você prova ser um verdadeiro presbítero, na expressão mais nobre do termo – Deus te abençoe.

Eu nasci num lar evangélico e nunca tivemos o costume de usar palavras de baixo calão, piadas indecentes ou de conotação sexual. Talvez meus pais tenha sido muito puristas, mas tenho mais a agradecer do que a me envergonhar – o de ou acusar de hipocrisia – afinal, tive dois grandes professores para me “ensinar” as palavras chulas, e o comportamento indecoroso: escola e a ‘rua’ – ótimos professores.

Sobre os termos em si, “a boca fala o que o coração está cheio” disse certa vez um tal de Jesus, talvez ele esteja certo... talvez!

É na intenção que motiva o palavreado que mora o pecado e não na expressão em si, isso é obvio! E, é exatamente o âmago do seu texto; fala-se ‘palavrões’ por não se ter nada melhor para falar.
Interessante que esse o grande argumento para se ‘permitir’ o falar chulo. Dizem – Hipócritas! Querem falar palavrão e não tem coragem – quem quer falar e não fala por ter medo ou vergonha (ἐντροπὴν que é diferente de piedade = εὐσεβείαις), sem sombra de dúvida, são condenáveis, pois Deus é (o único) capaz julgar não somente a ações do homem, mas também, a intenção do coração humano.

Mas o (dito) corajoso, o que se tem vontade de xingar, o faz! por não ser “hipócrita”, não é menos culpado, afinal, qual é a intenção desse coração (?), com certeza não é de abençoar. Mas aquele que não se refreia, que não domina o próprio corpo esse é ainda mais condenável(Gl 5;18 a 26).

Mais uma vez você foi preciso em suas palavras. Expôs os fatos; abriu possibilidades; e nos deixou textos bíblicos para fazermos as nossas “medições”; e por fim, expôs sua posição, que é seu direito – ou será que não? Todos podem discordar de você, mas você não pode discordar de ninguém?

É interessante que na blogosfera a tolerância só deve ser exercida pelos que tem coragem de expor seus nomes, pondo à cara a tapa, os anônimos ‘podem’ exercer juízo, ofender, serem intolerantes. O pior é que ridiculamente o fazem, sendo em seus próprios comentários acusados e irrefutavelmente vencidos, provando quanto são simplórios e carentes de intelecto, incapazes de, como homens espirituais, julgar todas as coisas (1Co 2;15).

Mas uma vez, Deus te abençoe!
Fique na Paz daquele que purifica os lábios de seus arautos – lábios impuros, pois vivemos no meio de um povo de impuros lábios – com as chamas vivas do altar (Is 6).

Esli Soares (também presbiteriano)

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andré araújo
AUTOR
15/3/10 13:47 delete

"Não sou Deus, Solano, mas creio que ele, assim como muitas meretrizes e publicanos que disseram ** (o palavrão monossilábico) muitas e muitas vezes, PRECEDEM você no Reino de Deus.
"

Não meu amigo, vc não é Deus, na melhor das hipóteses você é um hipócrita (me desculpe a franqueza, mas acho que vc precisa ouvir isso...)Você acusa o Solano de querer ser juiz, sendo que ele está apenas mostrando, por meio da Bíblia, o triste estado em que se encontra os evangélicos no país. Enquanto vc é que está sendo juiz sobre algo muito mais sério e sem nenhum apoio bíblico. Pois como disse, Paulo:

"Portanto, nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desígnios dos corações; e então cada um receberá de Deus o louvor"

Se lhe resta um pouco de humildade receba isso como uma exortação em Cristo.

A paz.

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Anônimo
AUTOR
15/3/10 14:05 delete

Mais do mesmo. A igreja estagnou e soh fala sobre evitar palavrões, sexo antes do casamento, uso de drogas (licitas ou ilicitas)... se for fazer mais do mesmo, eu sugiro textos sobre líderes religiosos que mantem relacionamento extra conjulgais, desvio de verbas dentro de igrejas (sabemos q nao sao soh os apostolicos, certo?), famílias desestruturadas (sem adição de enteorpecentes... só pela maldade e falta de cuidado dos membros)... enfim... falar sobre palavrão, bebida e sexo tá batido, pessoal... ou vocês nos levam a raiz dos problemas ou vocês continuaram chatos.

tchau

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15/3/10 15:25 delete

Obrigado pelos vários comentários que estão aqui postados. Alguns são agressivos, mas ilustram a falta de argumentos contra as determinações das Escrituras – o máximo que conseguem é agredir. Postamos alguns deles, para evidenciar isso, mas isso não significa garantia de que vamos dar abrigo a todos os agressores.

Aliás, este post deve estar batendo recorde de comentários recusados. Algumas pessoas têm sujado os dedos, teclando o que têm na cabeça. Àqueles que tem blogs (são vários desses), digo que postem os palavrões nos seus blogs, e não aqui. Para publicação de comentários, solicito que a forma venha respeitosa, e de acordo com os critérios da Palavra (não são meus – leiam os textos, pelo menos, se duvidam). Alguns comentários, vieram não somente com palavrões, mas com blasfêmias, qualificando esses a Divindade.

Sinto estourar a bolha de um dos comentaristas recusados (colocou, com todo gosto, um palavrão em seu texto), que se acha fonte deste comentário. Eu nem sabia da existência do seu blog, e seu nome não estava na postagem do “líder” que o respondeu. Então a fama não vai para você, mas permanece com aquele que, apesar dos pesares, ainda é famoso – nem sempre pelas melhores razões.

Alguns reclamaram de que não coloquei o endereço do texto original ao qual me refiro. Se precisam mesmo de ter acesso àquela pérola literária para acreditar, façam uma pesquisa no Google – vão achá-la rapidinho.

Esta é uma excelente ocasião para uma reflexão. Se palavrões fazem parte do seu dia-a-dia, que tal, com sinceridade, procurar aquilo que agrada a Deus, para ser a tônica de sua vida?

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michelle
AUTOR
15/3/10 15:40 delete

Sou presbiteriana há 30 anos e posso dizer que a hipocrisia impera dentro desta denominação. Infelizmente já não se preocupam em ajudar os menos favorecidos, o que é importante hoje em dia e pensei que este dia nunca fosse chegar para os presbiterianos... é a igreja cheia e os cofres abarrotados, pouco se faz de obra social, pouco se ajuda os quebrados e feridos, e vcs estão se preocupando com palavrões?

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15/3/10 16:06 delete

Caros Ruy, Fábio, Ricardo, Esli e André:
Grato por seus comentários e por suas reflexões valiosas. Creio que se levarmos as admoestações bíblicas com seriedade não poderemos concluir pela aprovação de linguajar chulo. A argumentação mais fraca, mas a que está sendo utilizada ad nauseam pelos opositores, é a de que quem é contra palavrão é a favor de injustiças sociais e barbaridades humanas...

Solano

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andré araújo
AUTOR
15/3/10 16:15 delete

"Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios...com a brasa tocou a minha boca e disse: Eis que ela tocou os teus lábios; a tua iniqüidade foi tirada, e perdoado, o teu pecado."

"Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo"

"Raça de víboras, como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração."

"Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem. E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção."

Bem, esses são apenas alguns entre muitos textos que demonstram que o nosso SENHOR Jesus está muito atento e interessado com o que sai de nossa boca.
Um erro não jusitifica o outro. Se não temos cumprido as nossas obrigações com os necessitados nós devemos passar a fazê-lo e não usar isso como desculpa para fazer pouco caso de um ensino tão importante e claro na Bíblia.

A paz!

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15/3/10 16:17 delete

Caro Solano, parabéns pelo post. Via de regra verificamos que a lassidão teológica conduz à lassidão moral. Não raro, são os que desprezam as Escrituras, dando mais ênfase à ação social, que precisam fazer uma higiene na mente e na boca. Deveriam estes perceber que, nem sempre, obra social é o que agrada a Jesus. Judas Iscariotes que o diga: João 12.4-8. Forte abraço, Ageu.

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Anônimo
AUTOR
15/3/10 16:27 delete

Caro Solano

será que nos tempos do apóstolo Paulo não existiam problemas sociais? Ou o apóstolo era um insensível, pois segundo o critério de certos comentaristas deste blog, ele deveria ocupar-se, exclusivamente, de outros assuntos ao invés de santidade?

Cleber Leite

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daniel
AUTOR
15/3/10 16:36 delete

esta suposta moralidade da igreja foi chamada de sepulcro caiado por Jesus não é?

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15/3/10 16:36 delete

Creio que este post agradará grande parte dos leitores evangélicos, pois são mais escandalizáveis que qualquer neófito.
Porém, analisando seriamente, creio ser este texto desnecessário e tendencioso, além de desconsiderar grande parte da cultura bíblica e popular, que sempre foram importantes.

Temos, por exemplo, Ezequiel no Antigo Testamento e Paulo no Novo Testamento. Se os senhores conhecem realmente os originais de tais textos, sabem muito bem que estes dois mensageiros não usaram os eufemismos adotados pela Sociedade Bíblica em trais transcrições.

Quanto a linguagem chula ser desnecessária, gostaria de lembrar que, embora Jesus não a tenha usado, não raras vezes Ele modificava sua linguagem para que só entendessem a sua mensagem aqueles que realmente estavam dispostos.

Vários escritores cristãos contemporâneos usaram linguagem chula e mesmo assim passaram sua mensagem, Gregório de Mattos Guerra, por exemplo.

Termino dizendo que um texto como este só seria possível nessa geração afeminada e perversa, capaz de não pronunciar um palavrão, por ser politicamente incorreto, apesar de viverem destruindo o próximo e a Terra com a língua.

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Anônimo
AUTOR
15/3/10 16:42 delete

O caso em questão, era sobre a frivolidade dos crentes em se escandalizarem com uma coisa tão boba, natural.

Não era sobre permissividade para xingar todo mundo. Não era uma tentativa de dizer que é legal xingar o irmão.

Era tão somente a tentativa de demonstrar como as pessoas tratam o próprio corpo de uma maneira bem primitiva: Se dali saem fezes, então não se deve mencionar o nome desta parte, pois ela é impura.

O Caio trata o tema com toda naturalidade que lhe é característica. Este é o jeito de falar dele, e não vejo as suas palavras como sendo torpes. Ele não usa a palavra para o ataque de ninguém, com conotação sexual, como é usado comumente: "Vá tomar..."

A questão não está tão somente no uso das palavras, mas sim do quê procede do coração. Dois amigos que se cumprimentem, usando desse jargão ("Seu filho da ..."), podem estar apenas sendo irreverentes, mas do seu coração não parte maldade.

Lógico que devemos observar nosso linguajar, para não nos deixarmos levar pela irreverência quanto ao próximo, de tratar de temas importantes, e de pessoas, com simples palavrões.

Mas neste caso, desse texto em específico do Caio, não vejo mal uso da palavra.

Sei que você não postará que me identifique, então posto anônimamente (coisa que eu nunca faço, mas abro esta exceção).

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Anônimo
AUTOR
15/3/10 16:49 delete

Eis o dilema:

1) O cristão verdadeiro fala do que tem no coração. O palavrão não faz parte da sua vida;

2) o cristão nominal, fale ou não palavrão, está fora do rebanho invisível;

3) ninguém sabe que está fora ou dentro.

Então, deixemos de falar palavrões, mas cuidemos da misercórdia, da justiça e do amor.

Amém.

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15/3/10 16:54 delete

A tendência hoje na sociedade é a do "Politicamente Correto" e não a da linguagem chula, como foi comentado no texto.

Algumas pessoas de tão tapadas e impressionáveis são impedidas de ver que esse é o "fluxo do mundo" dos nossos tempos, onde a sociedade é a dos afeminados e frágeis.

Ora, se alguém acha que estou errado, ouça algumas entrevistas dadas em rede nacional nos anos 80 (pelo Chacrinha, por exemplo) e comprove o que eu estou falando. Chame um afrodecendente de "Negão" e também saberá o que digo.

Clamo para que todas as pessoas acordem do estado de torpor mental em que estão e saibam discernir a realidade dos tempos em que estão inseridos.

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Anônimo
AUTOR
15/3/10 17:00 delete

Se foi sobre o Caio que o post se refere, não é preciso dizer mais nada - nem me surpreendo que esteja a dizer palavrões. É só ler as respostas que dá aos consulentes no seu site para ver como relativiza tudo - casamento, virgindade, inferno, etc. (Sugiro esse "exercício" - digitem "inferno" no campo de busca do site dele e vejam as pérolas...) Ele enxerga o cisco no olho dos outros, mas não vê a trave no próprio. Diz que todos são doentes, hipócritas, fariseus...menos ele e os da suas "estações da graça". Se está a dizer palavrões, não me surpreende em nada. Com respeito ao assunto (palavrões), lembro somente uma palavra de Jesus que cabe bem, que nos deveria encher de temor: "DIGO-VOS QUE DE TODA PALAVRA FRÍVOLA QUE PROFERIREM OS HOMENS, DELA DARÃO CONTA NO DIA DO JUÍZO" (Mt 12.36)

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15/3/10 17:15 delete

Caro Junior:
Você está errado. Os outros não são tão "tapados" assim. Não precisa ser cristão para observar como a cultura do palavrão e a quebra das barreiras é a tônica dos dias em que vivemos. Na década passada a Revista Time Magazine (bem secular), já trazia reportagem de capa com o seguinte título e teor: "Dirty Words: America Foul-Mouthed Pop Culture" - na qual avaliava e condenava a forma escrachada com que as expressões da Pop Culture haviam se rendido às expressões chulas e palavrões. Conquanto eu concordo que o engessamento do políticamente correto impede a livre expressão; discordo de que não falar palavrão seja o "politicamente correto". É exatamente o contrário - falar palavrão é que é políticamente correto, hoje em dia. Dissidentes somos nós, que objetamos - não temos nada de frágeis e afeminados nessa postura, apenas procuramos seguir a Cristo, que foi muito homem e muito corajoso.

Solano

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andré araújo
AUTOR
15/3/10 17:15 delete

"Termino dizendo que um texto como este só seria possível nessa geração afeminada e perversa, capaz de não pronunciar um palavrão, por ser politicamente incorreto, apesar de viverem destruindo o próximo e a Terra com a língua."

Então quer dizer que quem fala palavrão é macho e bondoso??? Coloque a Bíblia acima dos seus próprios pré-conceitos e lembre-se:

"Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes. Vigiai justamente e não pequeis; porque alguns ainda não têm o conhecimento de Deus; digo-o para vergonha vossa."

Será que Paulo seria tão hipócrita em reprovar uma atitude (os textos já citados exaustivamente...) para logo em seguida cometer o erro que ele condenou?

"Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?"

A paz.

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MAC
AUTOR
15/3/10 17:32 delete

Já que alguns não se contentam com a exposição da Palavra feita pelo Solano e pelos demais que comentam aqui e que, assim como eu, são contra o uso de palavrões no linguajar diário, eu deixo a pergunta: PRA QUÊ FALAR PALAVRÃO???

Por Deus pessoal, vocês que tem esse costume feio e sem sentido, gostaria que me dissessem se falar palavrão edifica o relacionamento que vocês tem com Cristo!?
Imagino que Paulo não estava pensando que em Efésios 5:19 cabia o ato de falar palavrão em nossa busca pelo enchimento do Espírito. Ou vocês (que falam palavrão) esqueceram que o Espírito é SANTO?

Em Cristo,
Mac.

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15/3/10 17:43 delete

Solano, vc é o cara... e isso é uma pena...

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Anônimo
AUTOR
15/3/10 17:45 delete

Está tudo errado.

Palavrão com boa intenção,
Boa intenção sem ação,
Ação sem compreensão,
Compreensão sem ação.

Com ou sem palavrão,
Cadê a prática da Palavra?

Espírito do Trino Deus, vem sobre nós.
Transforma-nos! Transforma-nos!

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Anônimo
AUTOR
15/3/10 17:50 delete

Cáio Fábio é um caso curioso. Quando era pregador da Vinde, se esmerava no uso do bom português, usando e abusando de neologismos criados por ele mesmo, muitos dos quais bem criativos, até.

Depois ele caiu, miseravelmente, entrando numa espiral de auto-justificação. Em vez de fazer qualquer outra coisa, insistiu em continuar fazendo a única coisa que sabia fazer, mas agora, sem o Espírito Santo. Para continuar na "boca do povo", já que ele não tem mais o Espírito para chocar as pessoas, apela para palavrões e baixaria para chocar o povo, e criar factóides.

E tem gente que ainda aplaude!

Tristes tempos, viu?

Goel

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Maykon Johny
AUTOR
15/3/10 17:50 delete

Ha questões que deveriam ser consenso entre o povo de Deus, o repúdio ao palavrão é uma delas...

Falsos moralistas, pra mim, são os que se escandalizaram com este texto que condena o mau uso das palavras e incentiva o uso delas segundo padrões bíblicos...

Mas patéticas mesmo foram as tentativas de desconstruir a denúncia levantada neste blog... como se caridade e boas obras fossem habeas corpus para uma vida aquém do padrão que Deus espera de nós...

Pessoas que ficam se agarrando a estas migalhas de justiça própria, achando que tem mesmo algo de bom a oferecer a Deus em troca de concessões, é pq não compreenderam o Evangelho da Graça... Deus não faz barganha com ninguém.

Amados, não barateemos a Graça Divina, pois ela foi de graça para nós, mas não para Deus, que pagou um preço terrivelmente caro por nós... E a forma mais comum de se baratear a Graça é subestimar o poder do pecado.

Não sejamos cínicos nem insensíveis com a obra que Cristo fez na cruz por nós!

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diego
AUTOR
15/3/10 18:14 delete

Querido Solano,

Parabéns pelo seu post.
Mais uma vez fica claro o seu propósito de analisar, à luz das Escrituras, este assunto tão relevante.

Os que se incomodam e discordam devem rasgar alguns textos de suas Bíblias.

CUIDADO COM O CAMINHO DA GRAÇA-BARATA!

(SL 19:14) "Sejam agradáveis as palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, SENHOR, Rocha minha e Redentor meu!"

(EF 4:29) "Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem."

(CL 3:8) "Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca."

(CL 4:6) "A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um."

(MT 12:36) "Mas eu vos digo que de toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo."

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180°
AUTOR
15/3/10 18:35 delete

Olá Solano!

Saudades do senhor! Lembra do meu blog? Não tão robusto e sábio como o do senhor mas apenas lutando para evangelizar alguns não crentes sigo escrevendo e tentando levar Cristo e seus ensinamentos aos mortos, por isso uma linguagem mais amistosa e textos curtos são características do meu humilde espaço.

Olha o que eu escrevi sobre este assunto um dia desses: http://180grauss.blogspot.com/2009/10/omo.html

Forte abraço,
Carlos Henrique

Obs.: Não publique caso não concorde com o que disse e me exorte no que posso melhorar, por favor.

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Paula Tejano
AUTOR
15/3/10 18:47 delete

Irmão,

Parabéns pelo post. Realmente alguns que se dizem Cristãos deveriam rever a maneira como têm vivido.

Palavrão não é coisa de servo de Deus. Principalmente relacionada as coisas de Deus.

A Paz.

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15/3/10 19:46 delete

Presb., Solano, excelente texto, mas o que me impressionou não foi tanto o seu texto em si, mas os comentários e a comprovação que o evangelicalismo está em crise.

Impressiona-me porque eu esperava que esse post fosse o único que não haveria comentário com crítica, pois o sr. defendeu o bom uso das palavras e das Escrituras. O que li aqui foi chocante: pessoas defendendo palavrões.

Primeiro, alguém escreve um texto ofendendo e usando um texto bíblico para defender o uso de palavrão. ["Ai de vós, fariseus e escribas, HIPÓCRITAS, porque limpais por fora o copo e esquecei o principal, que é a parte de dentro!"]. Porém, o contexto é que Jesus disse que do interior do coração que sai, pois em outra passagem Jesus falou que a boca fala o que coração está cheio. Uma pessoa que fala palavrão tem o que fala no coração.

Outra coisa importante aos bocas-sujas: Jesus falou que as meretrizes procedem os fariseus porque elas se converteriam. Jesus não está abalizando a prostituição, pois esses não herdarão o Reino de Deus.

Segundo: Não importa o que a igreja precisa; não importa se alguém está dando o olho para ser comido por pássaros para cuidar de criancinhas. Nada disso faz que um erro ou uma transgressão seja correta.

Terceiro: Estão confundindo sinceridade com libertinagem. Estão chamando quem não fala palavrão de hipócrita. Essa falácia é usada por aqueles que querem defender um erro. De vez em quando na mídia, prostitutas afirmam isso: "Eu faço isso e quem critica são todos hipócritas".

Portanto, quem fala palavrão, para mim, é ímpio. Pelo menos de boca. Pode estar dando a pele por alguém, mas erra com a boca. (vide os textos citados no post).

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Norma
AUTOR
15/3/10 20:48 delete

Excelente post, Solano!

Vejo aqui representados dois "evangelhos":

- Um, o bíblico, em que exortações à santidade incluem tanto o cuidado consigo mesmo (negação dos palavrões, recusa aos pensamentos não-edificantes, rejeição da pornografia, cultivo do que é "verdadeiro, honesto, justo, puro, amável e de boa fama") quanto o cuidado com o outro (amar o próximo e estar atento às necessidades dos que nos rodeiam);

- Outro, não-bíblico, mas antenado com os tempos modernos, em que o alvo não é a santidade cristã conforme as Escrituras, mas sim a espontaneidade e a originalidade: a preocupação consigo mesmo é a tônica, em um subjetivismo que confunde o autodomínio (no Espírito) com falsidade. Por isso, "não falar palavrão" e "não ter sexo à vontade" são verdadeiras ofensas nessa vertente religiosa, pois a santidade em Cristo é abandonada em favor de um libertarianismo neo-hippie cujo preceito mais importante é o bem-estar e cuja palavra-de-ordem é um difuso e reducionista "amor aos necessitados" (mas quem ama mesmo precisa ficar toda hora falando aos outros de amor em um tom raivoso?).

Por isso os hate-comments: quem questiona em público esse "direito" (hoje tudo é "direito" e nada é "dever") ao "bem-estar da língua solta" passa a ser o estraga-prazeres que deve ser castigado e silenciado, já que ameaça o frágil equilíbrio da consciência semi-adormecida das pessoas ainda perturbadas com ameaças de culpa, por estarem inseguras quanto aos próprios procedimentos (falar palavrão, fazer sexo fora do casamento etc.).

Sejamos crentes menos "moderninhos" e mais comprometidos com a cruz de Cristo, oferecendo-nos dia a dia para a metanoia.

Abraço aos temporinos!

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Wanderlei
AUTOR
15/3/10 21:43 delete

Olá Pb. Solano Portela,

Parabéns pelo seu post! Faz-nos refletir sobre o cuidado que devemos ter em vigiar cuidadosamente nossos lábios, a fim de evitar que "da mesma fonte procedam benção e maldição"!
Curioso é que algumas pessoas usem o argumento infeliz das obras sociais, obras missionárias e outras, para justificar suas impundicícias! Não consigo entender tal argumentação! Gostaria de ver essas pessoas se defendendo a partir de textos bíblicos, assim como voce fez!
Ora, sabemos que Jesus usou expressões fortes para se referir aos incrédulos, mas sem jamais se rebaixar à frivolidade irresponsável que se vê por aí! Pelo contrário, Jesus sempre as usou no intuito de confrontar aqueles incrédulos e torná-los à santidade que Deus espera!

Deixo um texto para os "defensores" do palavrão meditarem: Tiago 3: 1-12.

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Ricardo Esch
AUTOR
15/3/10 21:48 delete

particularmente nao sou chegado a palavroes nem a palavras torpes simplesmente por nao achar agradável.

vejo que a preocupacao de muitos de vcs é a palavra em si, mas se esquecem o que realmente está atras das palavras.

palavroes podem ser meramente expressoes de raiva enquanto um "paz do senhor abençoado" pode ser extremamente malicioso.

qual a intençao do que é dito ? nao adianta nada nao falar palavrao sem um coracao pacificado ou nao malicioso. isso sim sao sepulcros caiados.

falar palavrao nao é indicador de nada, a nao ser de má postura.

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Anônimo
AUTOR
15/3/10 22:01 delete

O boca-suja, vendo que a boca-limpa não dá garantia de santidade, defende sua sujeira esquecendo o conceito de santidade.

Ele parece não usar a lógica, ou usa-a de forma distorcida para chocar o ouvinte. Se é assim, talvez ele esteja certo.

Mas quem pode endossar tal comportamento se Jesus não o endossou?

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NATAN VASCONCELOS
AUTOR
15/3/10 22:27 delete

Ao Diego (15/03, 18:14hs): A graça não é barata, nem existe graça-barata: a graça, que custou TUDO é, de forma indescritivelmente sublime, DE GRAÇA. Não custou nada, nada, nada para você. E qualquer esforço seu de tentar se tornar valioso ou compensador ao Sacrifício que nos trouxe a graça será apenas vaidade inútil.

Aos que citou o verso "DIGO-VOS QUE DE TODA PALAVRA FRÍVOLA QUE PROFERIREM OS HOMENS, DELA DARÃO CONTA NO DIA DO JUÍZO" (Mt 12.36):

De fato, amigo, NENHUMA palavra frívola terá o poder de apagar do LIVRO DA VIDA o nome grafado com sangue: "PERDOADO".

Quanto ao Caio Fábio, que os frutos dos que aqui o criticam sejam maiores e melhores, e os que pensam estar de pé (muitos, inclusive, que sabem do próprio coração, e já sabem NÃO estar de pé) vejam que não caiam.

Por fim, como Davi, que foi assassino e adúltero, e ainda acima tinha um coração quebrantado diante de Deus, e em tudo, depois de restaurado, agiu segundo o coração dEle, assim sejamos nós, pois sacrifício agradável a Deus é o coração contrito e o espírito quebrantado.

Que deixemos o complexo do bom filho, e entendamos que o filho pródigo de quem Jesus falou - sem qualquer exceção - somos TODOS nós.

Em Cristo, cujo amor cobre multidão de pecados, mesmo os sexuais,

Natan Vasconcelos.

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Tânia Cassiano
AUTOR
15/3/10 23:37 delete

Presb. Solano,
Muito bom o post.
Claro que palavrões são feios, etc.
etc. Mas nunca parei para pensar, quando lí o post. da Norma. Perfeito, muito didático. Tâo bom, que peço "permissão" para os dois
tirar cópias. E mostrar para os alunos, lá da Escola. (Não conseguí entrar no blog da Norma)se bem que esta no meu "favoritos"
Obrigada,
Tânia Cassiano

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15/3/10 23:55 delete

Ao Natan

Concordo que essa expressão de graça-barata é mal formulada, mas também graça não é um alvará de fazer e agir como quer da vida (Rm 6.1,2), mesmo porque "pelos frutos conhecereis".

Precisamos saber que a graça pode se tornar vã. Portanto, agimos como se ela não tivesse valor nenhum como afirmou Paulo aos coríntios:

2 Corinthians 6:1-3 E nós, na qualidade de cooperadores com ele, também vos exortamos a que não recebais EM VÃO A GRAÇA DE DEUS 2 (porque ele diz: Eu te ouvi no tempo da oportunidade e te socorri no dia da salvação; eis, agora, o tempo sobremodo oportuno, eis, agora, o dia da salvação); 3 não dando nós nenhum motivo de escândalo em coisa alguma, para que o ministério não seja censurado.

Quanto a ["De fato, amigo, NENHUMA palavra frívola terá o poder de apagar do LIVRO DA VIDA o nome grafado com sangue: "PERDOADO"."]

Realmente, se alguém está escrito no livro da vida não apaga, mas pelo menos o boca-suja deve saber que esse comportamento é de quem não tem o seu nome no livro da vida. Esse texto serve para advertência também.

Nesse post se falou muito em farisaísmo. Eu vejo o maior exemplo nessa expressão: ["Quanto ao Caio Fábio, que os frutos dos que aqui o criticam sejam maiores e melhores, e os que pensam estar de pé (muitos, inclusive, que sabem do próprio coração, e já sabem NÃO estar de pé) vejam que não caiam."]

Quem duvidar é só comparar essa expressão com a parábola de Jesus em Lucas 18.10-14. Prestem atenção ao fariseu: Ele comparou os frutos, os jejuns, o que fazia e comparou ao publicano.

Portanto, descofiemos naqueles que falam muito em farisaísmo.

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16/3/10 00:59 delete

Irmão Solano,

A exegese dos versículos que o pessoal dos comentários cita é engraçada de tão absurda.

Provando que o povo se presta as palavras, mas não as Mensagens, não a Palavra.

Acho que esse texto do irmão criou apenas "más conversações" e "palavras torpes" de ambos os lados.

Ainda fico com a opinião equilibrada do Pastor Tomás (comentários) sobre esse assunto. Acredito que essa seja a proposta da Palavra: a moderação, o bom senso e a adequação.

Fique com Deus.

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16/3/10 01:03 delete

Já quebrei muitos paradigmas evangélicos, mas dessa vez realmente não estou com o Caio.

Não consigo, por mais que tente, associar cristianismo e novo nascimento com esse tipo de comportamento. Não sou um "seguidor de regras ou estatutos", pra mim, o cristianismo consiste em mudança de vontade. Se minha vontade não sofre transformação mediante a mensagem da cruz, não houve cruz alguma pra minha vida.

O palavrão não condiz com o evangelho e com o novo nascimento. Não há teologia ou renovação cultural que tenham apagado o fundamento sobre o qual se edifica a igreja.

Nessa questão, entre o que o Caio ensina, segundo sua experiência e "transparência" resultante da humildade cristã, e o que Cristo e seus apóstolos firmaram, por maiores que sejam as diferenças históricas culturais, ainda permaneço com os evangelhos e as epístolas. O Caio, na minha opinião, enfiou os pés pelas mãos dessa vez.

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 01:48 delete

Acredito que santidade é fruto de comunhão com Deus, não o contrário. Não creio porém, que haja alguma coerência em uma pessoa que se classifique como "cristã" associar-se com um comportamento tão baixo e desprezível a ponto de proferir palavras de salvação e palavrões indiscriminadamente. Tropeçar no pecado é uma coisa, viver na prática dele é outra.

Engraçado, como esse mesmo pastor referido no texto gosta de ridicularizar e menosprezar o presidente da republica por não saber pronunciar e escrever corretamente o português. O que dizer de um "ministro de Deus" que faz apologia a linguagem obscena e depois prega "transformação de vida" num pulpito?

Belo texto Solano, parabéns.

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tania cassiano
AUTOR
16/3/10 03:05 delete

Presb. Solano,
Olhe eu aquí de novo!.
Fiquei chateada com o tom agressivo
de alguns quanto à sua pessoa. Não o conheco pessoalmente, mas conheço sua fama de íntegro, temente e fiel à Deus. Não preciso nem dizer, mas vou falar assim mesmo.
O tema é relevante,e à propósito, nunca ví ninguem chamar palavrão, como demonstração de amor. Sempre há raiva, algum sentimento negativo.
Até em torcida de futebol, não vejo como catarse e sim como supremacia de um tema sobre o outro, o que não deixa de ser soberba ou orgulho.
Não precisa publicar.
Deus o abençoe.
Da sua irmã em Cristo,
Tânia Cassiano

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Paty
AUTOR
16/3/10 03:27 delete

É incrível como presbíteros não perdem a mania de perseguir pastores.... em 30 anos de igreja presbiteriana sempre vi isso...
Fica aqui a minha pergunta: SERÁ QUE O "NOBRE PRESBÍTERO" JÁ DEDICOU UM TEXTO TÃO BEM ESCRITO E TÃO BEM ELABORADO PARA CONTAR ALGO DE BOM QUE O PR. CAIO FÁBIO TENHA FEITO? OU PARA FALAR DE ALGUMA VIRTUDE DO REFERIDO PASTOR??
Sim, porque o Pr. Caio Fábio é uma bênçao para muitas vidas!!
O mundo está cheio de pecado...o que é necessário é dedicarmos o nosso tempo e a nossa inteligência para falar ao pecador do AMOR DE CRISTO, e não apontarmos o que achamos errado de servo de Deus ou de qualquer pessoa!!
Se ele fez ou faz algo errado, quem julga é Deus!nossa missão é pregar o AMOR E O PERDÃO DE JESUS!!
E não ficarmos mostrando ao mundo o que consideramos erro dos outros!!
Imagine o "nobre presbítero" tendo algum "erro" seu mostrado e apontado diante de todo mundo...mesmo que seu nome não seja revelado (porque nesse caso nem precisou)com certeza esse tipo de atitude não tem nada a ver com o evangelho de Cristo...

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16/3/10 06:32 delete Este comentário foi removido pelo autor.
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Jessé Neto
AUTOR
16/3/10 06:41 delete

Muito bom comentário, muitos irão odiar e fazer questionamento maus a respeito, mas eu pergunto... Quando vamos ter pregadores como no passado, como Charles Spurgeon, ou Jhonatas Edwards? Quando sairemos alimentados da Palavra novamente? Temo, que possamos levar em foco o que a Bíblia diz, "a boca fala do que o coração está cheio". Mas sinto falta de realidades cristocêntricas, e de uma palavra que gere vida aos corações dos ouvintes.

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Rev. Sandro
AUTOR
16/3/10 07:14 delete

Solano,

Muito bom ter levantado este tema. Penso que o cristão deve evitar ao máximo palavras impróprias, mas como já disseram acima, sem esquecer de evitar também atitudes muito mais impróprias, e as vezes praticadas com ares de piedade.

Cristo transforma toda a nossa vida e não só um compartimento dela.

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fabio
AUTOR
16/3/10 08:05 delete

Solano,

Sou debutante no blog e fiquei extremamente chocado com as palavras de alguns irmãos,tenho a inclinação de pensar que esses irmãos ainda não compreenderam o evangelho!
Quero agradecer-te pois o senhor tem sido fonte de bençãos para minha vida,especialmente por suas mensagens em mp3.
Gostaria de lhe fazer uma pergunta:quando sei que é hora de mudar de igreja?Como já disse sou de uma igreja neo-pentecostal.
Acho que não consigo suportar mais.Entretanto onde fica a unidade do corpo de Cristo? tenho medo de ferir esse princípio.

Meu e-mail é: fops79@yahoo.com.br;fabiostott@hotmail.com.

grato.

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 08:26 delete

Gostaria de saber se os que aqui estão leram o tal texto do Caio. Ele não faz apologia ao palavrão, em momento nenhum.

Cita-o, mas não o exalta, usa-o como figura de linguagem para demonstrar a valorização da estética na linguagem, mesmo que o corpo esteja podre.

Ele mesmo diz que o quê ele escreveu escandalizaria a muitos, e vejo que isso realmente ocorreu. O tema ali tratado, ficou esquecido.

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Natan Vasconcelos
AUTOR
16/3/10 09:48 delete

Ao Francisco Mário,

1. Graça é Graça. Ponto. Não vem nada depois. Não adianta colocar, alocar, emprestar, contrair com palavras para tentar reduzir seu alcance sobremodo elevado. Use adjetivos como "sublime" ou "maravilhosa", e ainda assim a Graça vai muito além disso, sendo tão-só "Graça".

2. Quem está apto a dizer quem é salvo? Quem (nominalmente) entrará no Reino de Deus? Quem tem autoridade, senão o Filho do Homem, para separar o joio do trigo?

3. Tem algum irmão boca-suja por perto? Amemos este irmão, caminhemos com ele duas milhas, ensinemos o correto. Ele não muda? Agora sim: disso CADA UM dará conta (de si próprio) naquele Dia, seja por palavras, seja por atos. Por quê nos tornarmos juízes uns dos outros?

4. Em momento algum foi dito que a Graça é uma autorização para se cometer torpezas. Mas torpezas há que vêm do coração, muito maiores que palavras de baixo calão.

5. Em I João é dito que aquele que não ama o seu irmão é mentiroso e assassino. Se o problema de que se trata aqui é sobre CRENTE que tem boca-suja, que ajamos com amor, de verdade, e não com juízo. De outra forma, nosso amor a Deus será mentiroso, nosso "amor" aos irmãos será ódio disfarçado, e nosso zelo teológico em detrimento do cuidado com os fracos na fé será trapo de imundícia, com a trilha sonora de um sino a ressoar.

Em Cristo, que não autorizou os discípulos dorminhocos a arrancar o joio semeado pelo inimigo,

Natan

p.s.: Não debaterei mais.

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 09:57 delete

Não tenho o hábito de falar palavrões. Portanto, não estou aqui para defender nada. Mas, cabe dizer que palavrões ditos em sinceridade edificam mais que sermões eivados de hipocrisia.
Os moralistas discordam... Sim, precisam discordar. A moral é a máscara que escolheram para esconder as sombras do ser. Foi sempre assim... a história atesta minha afirmação.

(...)

Caio Fábio... não sei de alguém que tenha contribuído mais para a igreja evangélica brasileira...

Caio Fábio... nunca vi alguém anunciar o Evangelho com tanta paixão e verdade... sem afetações.

O que incomoda não são os termos usados pelo Caio... não! Nada disso! O que incomoda, na verdade, os religiosos de plantão é saber que, seja antes ou depois de 98, o Caio sempre foi um ser sem cabrestos, totalmente livre para anunciar o Evangelho... Ah, isso é o que incomoda!

(...)

PALAVRÃO É ENERGIA. Assim, digo: "A paz do Senhor!" dada com espírito de guerra e intolerância é que é, de fato, um palavrão.

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andré araújo
AUTOR
16/3/10 10:52 delete

"Triste e nojento. O texto só mostra o grau de moralismo em que o autor está enfiado (assim como o movimento ao qual pertence).
Por causa de vocês o mundo não quer saber do Cristo"

Você está errado, o mundo não que saber de Cristo sabe por que?

" luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más."

"Eles procedem do mundo; por essa razão, falam da parte do mundo, e o mundo os ouve. Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus nos ouve; aquele que não é da parte de Deus não nos ouve. Nisto reconhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro."

"mundo inteiro jaz no Maligno"

A paz.

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 11:30 delete

Paty.

Nâo sei de onde você tirou que os presbiterianos estão "perseguindo" o Caio ou seja lá quem for, aliás, sequer citaram o nome dele, nós é que citamos e, não me lembro de terem citado em algum outro texto.

Mas, visitando o site do Caio, a quem você defende veementemente, em uma rápida passada, pude ler vários (muitos) textos extremamente agressivos contra pastores de outras denominações citando inclusive seus nomes, que depois foram escarnecidos pelos comentários dos seus seguidores.

Então querida, o que você falou aí bateu no espelho pra valer...

Ps. Não sou presbiteriano, mas concordo em genero, numero e grau com o texto do Solano Portela.

Responder
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16/3/10 11:44 delete

De fato, a igreja "coa moscas e engole camelos" todos os dias, porém isso não significa que engolir moscas seja algo agradável, e saudável.

Depois de tantos comentários, não espero que os autores das falácias entendam isso.

Como cristão, eu quero cumprir minha obrigações sociais tanto quanto minha obrigações sacerdotais, o que inclui santidade e, esta por sua vez, não se relaciona com palavrões.

Repito, se isso for hipocrisia, espero conseguir ser o maior deles...

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 12:21 delete

O Anônimo disse: “Gostaria de saber se os que aqui estão leram o tal texto do Caio. Ele não faz apologia ao palavrão, em momento nenhum”.

----------------------------------
Trecho das palavras do “profeta”...
Ora, o que chocou foi o doutor ter falado do **..., chamando o bichinho pelo seu nome intimo..., e não tratar o aparelho de evacuação sem a formalidade eclesiastica de seu nome, como se fosse o Reverendo Ânus...
...
Por isto é que “crente” coa o ** e engole **melo, ou mesmo a ******* gigante do abismo...
...
Este é o problema... fariseu não lava o bichinho... Sim, fariseu somente lava o que aparece!... Se ** ficasse na cara viveria bem lavado...
...
Esse pessoal que se escandaliza, no entanto, não tem coração, mas apenas **ração...
Receba meu amor e minhas risadas gratas nesta manhã de sábado.
------------------------------

Não, não faz apologia do palavrão. Faz pior do que isso, o utiliza abundantemente... e seus seguidores seguem à risca a argumentação. Mas, em amor e humor, vale tudo. Reinterpreta-se até a Bíblia...

Saudações Téo-ilógicas

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MAC
AUTOR
16/3/10 12:35 delete

Ao Anônimo de 16/3/10 08:26

Li o texto do Caio e na minha opinião as "palavras" que ele usou foram desnecessárias. Ele aborda a questão de maneira demasiadamente irônica e a verdade é que o texto dele não acrescenta em nada.

Ora, não sei qual é a dificuldade que alguns tém em perceber qual é, de fato, a conduta apropriada que todo cristão deve ter.

Alguém aqui, que "incrivelmente" consegue justificar o uso do palavrão biblicamente, pode me dar algum exemplo de Jesus ou mesmo os apóstolos fazendo uso de palavras de baixo calão?

Sem dúvida, nem alguém que acabara de se converter achará tal discrepância, mesmo em uma simples leitura da Palavra.

Adotar um linguajar chulo é ser conformado com o mundo, e não com Cristo. Jesus nunca ensinou essas coisas, mas o mundo sim.
Assim, pertinente aqui são as palavras de Paulo em Romanos 12:1,2:
"[1] Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.
[2] E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus."

Ainda, Paulo diz em Filipenses 1:9-11:
"[9] E peço isto: que o vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo o conhecimento,
[10] Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo;
[11] Cheios dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus."

Então aqui Paulo tinha em mente que palavrões poderiam ser incluídos como "coisas excelentes" e "frutos de justiça"? De maneira alguma!

Ou alguém terá a coragem de dizer que fala palavrão "para glória e louvor de Deus."?

1ª Cor 10:31 - "Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus."

Cl 3:17 - "E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai."

Em Cristo,
Mac.

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andré araújo
AUTOR
16/3/10 12:51 delete

Bem, acho que é isso...como diz a música citada pelo Solano no post:

"Eu não tenho nada pra dizer
Eu não tenho mais o que fazer
Só pra garantir esse refrão
Eu vou enfiar um palavrão"

Eu não tenho mais nada pra dizer e nem há nada que eu possa fazer sobre os que glorificam o palavrão, mas pra garantir o refrão eu vou enfiar a palavra de Deus (lá vai...):

"Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus."

Abraços pra todos...até o próximo post.

A paz!

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 12:51 delete

Os seguidores do Caio engolem todas as porcarias que ele serve cegamente, sem questinar.

A desculpa para esconder uma vida toda desregrada e torta, sem nenhuma demonstração de transformação é a talde liberdade que ele prega, totalmente fora da Biblia.

O Caio é um Papa, e suas burlas atropelam as escrituras. E quem não quer isso? Uma igreja (religião?) que não tem nenhum compromisso com os ensinamentos de Cristo à respeito de santidade?

Mas não há como engolir esse lixo sem desprezar a Palavra de Deus, ou pelo menos maquinar desculpas esfarrapadas como essas que seus súditos tecem descaradamente. Tudo posso naquele que me enfraquece!

É o "evangelho" que esses jovens queriam.

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16/3/10 15:04 delete

1) Ao Natan

[“1. Graça é Graça. Ponto. Não vem nada depois. Não adianta colocar, alocar, emprestar, contrair com palavras para tentar reduzir seu alcance sobremodo elevado. Use adjetivos como "sublime" ou "maravilhosa", e ainda assim a Graça vai muito além disso, sendo tão-só "Graça".”]

É como eu esperava: nada de Bíblia. Só palavreado humano. Como são humanos, são cheios de soberba e pseudo-sabedoria, que para mim não passam de “zero à esquerda”. Soberba porque eu citei que Paulo disse que devemos ter cuidado de não recebermos a GRAÇA DE DEUS EM VÃO (2Co 6.1-3). Enquanto o irmão afirma que depois da graça não tem nada depois, Paulo afirma que tem. Eu escrevi o sentido no texto anterior.

[“2. Quem está apto a dizer quem é salvo? Quem (nominalmente) entrará no Reino de Deus? Quem tem autoridade, senão o Filho do Homem, para separar o joio do trigo?”]

Estranho essa expressão, pois a Bíblia nos orienta a julgarmos os falsos irmãos. A Igreja deve estar apta para saber quem é salvo ou não; mesmo que haja apóstatas como Simão ou outros que entraram na igreja. Jesus e os apóstolos ensinaram isso (Mt 7.14-24; Gl 1.7-9; Jd 1.4; 1Jo 2.4 e at)

[“3. Tem algum irmão boca-suja por perto? Amemos este irmão, caminhemos com ele duas milhas, ensinemos o correto. Ele não muda? Agora sim: disso CADA UM dará conta (de si próprio) naquele Dia, seja por palavras, seja por atos. Por quê nos tornarmos juízes uns dos outros?”]

Esse amor meloso não é bíblico, é pagão. Jesus repreendeu Pedro na frente de todos quando foi necessário. Outra vez, repreendeu a sós como na negação. Jesus repreendeu os seus discípulos na frente uns dos outros quando era necessário. Paulo repreendeu Pedro na frente de todos, como Barnabé também (Vid. Gal). Esse caminhar uma milha a mais está fora do contexto do amor, como está mal interpretado o texto que não devemos julgar. O sentido é de não fazermos um juízo temerário. No mesmo sermão da montanha Jesus ensina a não dar pérolas aos porcos e a discernir os falsos profetas.

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16/3/10 15:06 delete

2) Ao Natan

[“4. Em momento algum foi dito que a Graça é uma autorização para se cometer torpezas. Mas torpezas há que vêm do coração, muito maiores que palavras de baixo calão.”]

Errado. Torpeza é torpeza, irmão. Não existe torpeza maior que outra. Para nós pode até ter diferenças por causa do alcance, sensibilidade etc; mas para Deus tudo leva juízo. Mesmo assim, nada deve justificar o nosso erro. Eu não posso errar e depois dizer: “mas existe pecado pior que vocês devem se preocupar”. Ao contrário, eu devo é arrepender-me e clamar pela graça.

[“5. Em I João é dito que aquele que não ama o seu irmão é mentiroso e assassino. Se o problema de que se trata aqui é sobre CRENTE que tem boca-suja, que ajamos com amor, de verdade, e não com juízo. De outra forma, nosso amor a Deus será mentiroso, nosso "amor" aos irmãos será ódio disfarçado, e nosso zelo teológico em detrimento do cuidado com os fracos na fé será trapo de imundícia, com a trilha sonora de um sino a ressoar.”]

Mais uma vez uma má interpretação do amor de Deus, pois a Bíblia fala da repreensão, da admoestação. O amor está no sentido de acolher a pessoa mesmo assim, de dar assistência; mas jamais deixar de mostrar seus erros ou perigos à Fe, se houver. O livro de 1º João é exatamente para que a igreja soubesse julgar quem eram os falsos irmãos e mestres gnósticos.


[“Em Cristo, que não autorizou os discípulos dorminhocos a arrancar o joio semeado pelo inimigo,”

Em Cristo, que não autorizou os discípulos a arrancar o joio semeado pelo inimigo, mas ensinou a identificar o Joio

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16/3/10 15:19 delete

["O que incomoda não são os termos usados pelo Caio... não! Nada disso! O que incomoda, na verdade, os religiosos de plantão é saber que, seja antes ou depois de 98, o Caio sempre foi um ser sem cabrestos, totalmente livre para anunciar o Evangelho... Ah, isso é o que incomoda!"]

Liberdade para anunciar o Evangelho é falar palavrões?!!!!!!!!!

Estou impressionados com a mediocridade de discernimento bíblico de alguns.

Outra coisa: Se uma paz do Senhor pode ser um palavrão segundo disseram (sic). Por que defender quem fala um palavrão em si?

Realmente a Norma escreveu muito bem no seu post acima. Existem 2 evangelhos.

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16/3/10 15:36 delete

Irmão Solano,

O senhor além de invejoso é covarde, pois publicou esse texto enquanto o acusado está em viajem no exterior.

Invejoso, porque uma vez que o acusado está caído e derrotado como o senhor diz, não seria necessário escrever um texto acusando-o, uma vez que existe unanimidade quanto a não utilização de palavrões no meio evangélico.

Se conheço bem o acusado, o senhor não perde por esperar.

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 15:39 delete

O boca-suja, a menos de algum problema psicóligoco que o torne inimputável, já está errado.

Já o boca-limpa não pode alegar mérito pelo fato de cumprir sua obrigação.

Aqueles que cometeram erros graves não podem livrar-se de sua culpa acusando os que parecem corretos de serem fariseus, embora alguns realmente sejam.

Em Cristo.

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 16:07 delete

Mas esse assunto dá pano-pra-manga... Bem, creio ainda que alguns dão um valor demasiado alto pela estética da letra, da junção das sílabas.

É certo que algumas palavras contém em si a ofensa, mas elas não fazem parte de uma ordem exclusiva de palavras.

É possível usar-se de palavras consideradas "xulas", mas com intúito irônico, didático ou até mesmo em tom de brincadeira, e nas quais elas perdem seu caráter de ofensa. É o caso que citei, de dois amigos se cumprimentando, chamando um ao outro de "Filho da ...", ou algo semelhante. É apenas uma forma boba e bem brasileira de se cumprimentar.

Enquanto há vezes que vemos gente chamando a seu irmão de ímpio, ou de filho do inferno, no que se torna uma grande ofensa (principalmente se a pessoa não for isso), pois atinge profundamente a alma dela.

Interessante que vemos João Batista e Jesus se referindo assim aos Fariseus, mas nunca aos outros, pois nesse caso, a palavra não era ofensa, e sim repreenssão e um "sacode" nos religiosos.

A hipocrisia está em quem limpa a boca de palavras "torpes", mas a enche de julgamento e ódio mascarado como piedade religiosa.

Novamente, muitos podem se escandalizar pelas palavras utilizadas no texto do Caio, compreendo. Mas não consigo ficar alarmado por elas. Muito mais me alarma o juízo temerário feito por muitos que se julgam superiores.

Estes dias por exemplo, um Reverendo que aprecio, escreveu um artigo afirmando, categoricamente, que uma certa pessoa está no inferno. Melhor seria ele ter usado palavrões e xingado o falecido, chamando-o do quê fosse, do quê fazer tal juízo.

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 18:25 delete

*** Palavras do Caio (escritas em 2007):

"Portanto, não fique discutindo se é próprio ou não que eu escreva “sacanagem” no meu site. Afinal, isso é satanagem sua contra mim; e é uma “manha satana” sua apenas para você não enxergar a verdade sobre você mesmo.

Portanto, pare de satanagem agora mesmo e se encare. Ou você pensa que não conheço a ardilosidade de seu auto-engano e de sua fuga quanto a preferir discutir uma ‘palavra’ a ter que olhar para você mesmo?

Dessa forma (sem satanagem alguma) aqui provoco os satanas apenas para ver se preferem a verdade de Deus ao ardil que por um conjunto de letras arranja um álibi para um satana fugir da verdade!

Sim! Se você quer discutir alguma coisa, pare de auto-enganos satanas, e admita que o palavrão é você — é a sua vida; são os seus modos; e, sobretudo, são seus pensamentos e sentimentos sataneados pelo Grande Satana; de modo que hoje você está tão tomado da satanagem perversa, que prefere discutir uma palavra (sacanagem) a enfrentar o fato que tal palavra é escrita no chão da vida pelas inúmeras satanagens que você pratica contra o próximo todos os dias; e, como burra conseqüência, também pratica contra você mesmo."

*** QUEM QUISEER LER O TEXTO NA ÍNTEGRA, acesse http://www.caiofabiofilho.com.br/2009/conteudo.asp?codigo=03362

***(PUBLICAR O LINK)

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 18:38 delete

Na verdade é que é muito comum o Caio receber críticas pelas palavras que ele usa. Esse blog não foi o primeiro rsrs

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Julio César
AUTOR
16/3/10 19:21 delete

Solano Portela,

Vc deveria explicitar a quem critica, como o Caio faz. Seja bíblico como Jesus e Paulo que diz as coisas pelo nome.
Não sei como vc n se melindra e se escandaliza com os termos "sepulcro caiado" e "raposas" usados por Jesus e "esterco" usado por Paulo. As eventuais incontinências verbais do Caio não são hipócritas como a de tantos presbiterinos que conheci nos meus 20 anos nesta denominação que em público posam de puritanos de linguagem traca, mas nos bastidores usam a lingua para envenenar o ambiente, difamar e conspirar contra irmãos em nome da "sã doutrina" qdo na verdade querem mesmo são ter o poder dos aparelhos desta igreja de mta história e pouco presença.
Investigue o seu coração e ponha diante de Deus suas fixações na pessoa do Caio. Não use o zelo doutrinário para disfarçar suas invejas e complexos de inferioridade. Esteja em paz!

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 19:26 delete

Impressionante a loucura dos caiobafetes... delírio de grandeza e baba venenosa... ataques ad hominem... textos fora do contexto...

Mestre e discípulos em fina sintonia...

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 21:33 delete

Caro Natan - na sua teologia, portanto, se alguém for perdoado pelo sangue, não importa; que peque, que fale palavrões, nada disso terá qualquer consequência no dia do Juízo??? Concordo que o nome de nenhum eleito será apagado do Livro da Vida, mas isso é motivo para anular as palavras de Cristo? Elas não significam nada? Aplicar-se-iam somente aos perdidos? Ora, meu amigo, seja coerente - então, um bandido comete homicídio, mas o "não matarás" não vale nada, pois teria o nome escrito no livro da vida??? Lembro-lhe que os verdadeiros crentes também prestarão contas no dia do Juízo (2 Co 5.10) e não só os ímpios. E lembro-lhe que "pelos seus frutos os conhecereis". A boca fala do que está cheio o coração. Quanto a "não perder por esperar", ninguém tem medo do Caio ou de ninguém. O cristão verdadeiro só teme a Deus. Não me surpreenderia que o dito cujo escrevesse um texto no site dele cheio de ódio e crítica ácida. Se isso é "não perder por esperar", bem, não nos surpreenderia.

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 21:33 delete

Alguém aí poderia explicar por que o tal "Natan" continua a ler o blog?

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 22:47 delete

Só Deus pode julgar o Caio Fábio, mas ele exagera quando usa sua posição de guerrilheiro para atacar o exécito organizado em nome de Cristo.

Ele faz isso, aparentemente, por necessidade. É um falador e escritor compulsivo. Sabe impor-se aos que são mais fracos intelectualmente do que ele.

Em geral:
1) Ele se adora;
2) Expõe suas falhas quando ataca;
3) Impõe-se pela força de sua convicção de que é um caído eleito;
4) Quando muito irritado, ele ameaça os desafetos com golpes marciais.

Entretanto, quem pode julgá-lo?

Que Deus nos ilumine!

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 22:53 delete

Solano,

Otimo texto. O assunto é pertinente sim. Penso que qualquer pessoa educada/cordial deveria evitar palavrões ou linguagem chulas. A lingua portuguesa é tão rica e tão vasta- não há necessidade disso.
De uma coisa temos certeza: o problema não é a falta de outros substantivos adequados - disso todos nós já sabemos.
Para muita gente sem noção dos efeitos da libertinagem falar palavrões é bonitinho, esta na moda, passou ontem na TV no filme 'Ó Pai ó'. Feio é falar certinho ou usar os pronomes de tratamentos nos momentos adequados.
Que inversão de valores!
É o comportamento libertino, amoral,largado, ironico - o melhor Olarvo de Carvalho- que está conquistando o povão.
Meu tio costuma dizer que existiu um dia que as pessoas tinham vergonha. As crianças respeitavam os mais velhos, os filhos tinham os pais como uma referencia de autoridade, os alunos respeitavam os professores, etc. E hoje? O que está acontecendo hoje em nosso país?
Vou confessar uma coisa - Que os criticos me coloquem em uma cruz- mas as vezes tenho uma teimosia em querer fazer uma leitura diferente da ditadura militar. Não, nao sou a favor da violencia! Mas tenho uma profunda admiração pelo dever civico e moral. Chega e amoralidade!
Por favor povo cristão, não se contaminem com as porcarias que o mundo secular tem a oferecer. Existem muitas coisas boas que os impios podem oferecer: existe a boa arte,a boa musica,etc.
Agora; palavrão? Francamente! Nem precisa ser um cristão para perceber que essa escolha é ridicula.

Abraços!

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16/3/10 22:55 delete

O que se pode analisar é que tanto Caio Fábio e os Caiofabetes não falam de princípios, mas apenas fazem uma espécie de ameaça moral comparativa com aqueles que os criticam. Sinceramente, eu esperaria mais humildade devido à sua história de testemunho. Eles atacam. Quando alguém se defende, eles vêm com aquela demagogia: "quem não caiu?", "não derrube quem está caído", "coitado!". Porém, não agem com a humildade de quem realmente faz essas reivindicações.

Essa linguagem de jogo de palavras e neologismos não passam de uma tentativa de suplantar o que está muito longe - a Palavra de Deus. Para mim, isso não me impressiona e não passa de uma casca sem conteúdo, sem essência e pseudo-intelectualismo.

Esse trocadilho de "satanagem" para demonstrar, com isso, que teríamos que ver o que praticamos com o próximo todos os dias e alguns posts aqui, traz-me duas tristes conclusões:

1) Caio e seus caiofabetes estão pensando seriamente que somente eles amam o próximo, mesmo que ameacem: "não perdem por esperar", xingando e denegrindo quem vier na sua frente.

2) Eles se colocam num pedestal, pois todos os demais são hipócritas, não amam o próximo, estão em pecado no coração excluindo-os a si mesmo disso tudo.

Ao meu ver isso é um mau sinal e aproxima-se de uma seita.

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Anônimo
AUTOR
16/3/10 23:04 delete

Além da idolatria ao Cáio Báfio, seus seguidores praticam uma leitura seletiva e antinomista da Bíblia.

#
Efésios 4.29 diz categoricamente: “Não saia de vossa boca nenhuma palavra torpe e sim, unicamente, a que for boa para edificação...”

“Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isso: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar” (Cl 3.8)

“Se alguém supõe ser religioso deixando de refrear a sua língua, antes enganando o próprio coração, a sua religião é vã” (Tg 1.26).

Estão tão cegos na sua veneração por um mestre que satisfação o "comichão nos ouvidos" que, para fugir das implicações dos textos acima, tem que jogar Bíblia contra Bíblia.

Gente triste.

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Ricardo Esch
AUTOR
17/3/10 06:38 delete

vou resumir algumas impressoes minhas:

- o caio NAO faz qualquer apologia a palavrao. nao vejo ele usar palavras de forma leviana nem incentivando o uso. queria entender de onde vcs tiraram isso.

- as pessoas estao se doendo por muito pouco, pois se escandalizam com um "reverendo", mas duvido que na casa de muitos aqui nao aconteça coisa pior. o problema de vcs é o "fator púlpito". meramente estética;

- palavrao (de fato palavrao), nao deveria ser dito de forma gratuita simplesmente por questao de educação.

- prefiro um palavrao sincero a um "paz do senhor abençoado" maldito.

- liberdade incomoda muita gente.

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Ricardo Esch
AUTOR
17/3/10 06:41 delete

em meu blog tem um texto chamado "Avelós". bem interessante e adequado ao tema.

deem uma olhada.

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Anônimo
AUTOR
17/3/10 08:44 delete

A pergunta que não quer (e não pode) calar: "Por que o Caio Fábio incomoda tanta gente, hein?!"

A verdade é que o Caio sempre incomodou... com ou sem palavrões... com cabelo curto ou comprido... de cavanhaque ou com barba...

A "caiofabiolatria" é um equívoco, mas não seria a "caiofobia" um sintoma de algo mais sério?

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Anônimo
AUTOR
17/3/10 08:56 delete

Desde a minha adolescência sou edificado pelas mensagens e livros do Caio Fábio. Já não posso dizer o mesmo de nenhum de seus críticos...

Ora, será que a quantidade de palavras proferidas pelo Caio ao longo desses anos pregando o Evangelho não conta?! O que vale mesmo é um termo, uma expressão que desagrada aos olhos/ouvidos?

Deixemos de ser meninos no entendimento!
Deixemos de ser juízes!

Quem está preocupado mesmo com falsos profetas não mira o Caio. Com toda certeza.

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Anônimo
AUTOR
17/3/10 09:00 delete

(Anônimo disse...
Alguém aí poderia explicar por que o tal "Natan" continua a ler o blog?
16/3/10 21:33)

Continuo a ler o site porque vivo em um Estado Democrático de Direito. No dia em que o Preb. Solano não quiser publicar qualquer comentário, ele tem direito ainda maior de o fazer. Portanto, ataque as idéias, não as pessoas.

"Tudo, pois, quantos quereis que os homens vos façam, façais vós também a eles", disse Jesus.

Vá e aprenda com Jesus a amar os irmãos, visto que Ele mandou amar até mesmo os inimigos.

Em Cristo,

Natan.

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17/3/10 11:08 delete

Norma,

Sem querer puxar "sardinha": leio seus comentários sempre com atenção e não posso deixar de registrar: quando você comenta os textos do tempora, são praticamente mini-postagens do blog, excelentes. Você descreveu bem essa divisão. Essa divisão existe na igreja hoje. Os que têm se preocupado em preservar a sã doutrina e uma vida de santidade serão cada vez mais taxados de "conservadores-fundamentalistas", enquanto a vida moderna (Cultura Pop, como bem disse o Solano) vai entrando na vida dos crentes e hoje não "pega nada" fazer/ver filme pornô, ter a boca suja, transar com o namorado, etc.

Honestamente, eu não queria um "jesus" nessa roupagem... Igual a todo "mundo"???

Abraços, meus irmãos, fiquem na paz do Senhor.

Vinícius

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Anônimo
AUTOR
17/3/10 11:22 delete

A Paz de Cristo, Pb. Solano!

Quando terminei de ler o texto e resolvi abrir o link dos comentários fique estarrecido com a apologia de alguns que se dizem cristãos, em relação às palavras chulas e os palavrões. De certo, os mesmos que defendem o uso de tais palavras as usam dia-a-dia e tentam arrumar como pretexto para a sua defesa contra a fome, a prostituição infantil, o "caixa dois" de alguns pastores, entre outros erros citados; com que essas pessoas ocupam suas mentes? De certo não é com a Palavra de Deus - Filipenses 4:8-9. Com essa apologia ao uso de tais palavras, certamente se unem aos que praticam os erros usados por eles como pretexto para suas apologias, afinal, pecado é pecado.

Meus parabéns ao Pb. Solano e a todos os outros irmãos em cristo que defendem um verdadeiro e puro Evangelho.

em Cristo,
Cleiton Tenório
São Sebastião / SP

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Oliveira
AUTOR
17/3/10 11:28 delete

Ontém eu disse um palavrão.

E depois que disse, na mesma hora a minha mente começou a "queimar".

Disse por impulso, sem pensar.

O meu "desconfiômetro" logo começou a bipar violentamente sinalizando que alguma coisa não estava bem.

Passei o dia meio triste, a noite dormi muito mal, não pelo pecado em si pois já o confessei e me sinto perdoado, mas pela falta de vigilância, por entristecer ao Senhor e pelas pessoas que estavam ao meu redor, as quais eventualmente evangelizo e que não poderiam ter ouvido isto da minha boca.

Estou sem internet já faz alguns dias, e mais outras pequenas tribulações de pequena monta que vão irritando (micro estragado, internet fora do ar, impressora que não imprime, prazos que vão se aproximando, etc...).

Então hoje pela manhã, acordei cedo (não tinha sono), logo fui dar uma olhada nos poucos blogs que acompanho e que estavam deixados de lado por vários dias (folton, kálamos, temporas e outros poucos) e logo no terceiro blog, me deparei com este texto sobre palavrões... era tudo o que eu precisava ouvir logo pela manhã cedo...

Me senti como Davi quando Natã lhe disse "Foi tu! Foi para ti que eu disse isto!".

Então se não serviu para ninguém, pelo menos para mim foi muito oportuno.

Estou mais vigilante.
Sem que vou vencer.
Quem está ao meu lado é poderoso para me ajudar.

Deixo uma pergunta para o Prof. Solano.
Não ria se soar ridícula ou simplória.
Um pouco fora do assunto, mas aproveito a oportunidade para fazê-la.

Jesus disse que não era bom.
Como assim?
Pelo não dito sugeriu que nem o Espírito Santo era bom, mas somente o Pai....
Mas a mesma escritura garante que ele foi o cordeiro imaculado e que nele não foi encontrado pecado.

Então o que ele desejou dizer, quando afirmou que não era bom e que somente o Pai era?

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17/3/10 11:58 delete

["- as pessoas estao se doendo por muito pouco, pois se escandalizam com um "reverendo", mas duvido que na casa de muitos aqui nao aconteça coisa pior. o problema de vcs é o "fator púlpito". meramente estética;"]

Como escrevi, não falam princípios, mas ameaças morais comparativas. Como esse amigo tem tanta certeza que aconteçe coisa pior na casa dos que estão postando? Só uma resposta satisfaz a minha lógica: está julgando os outros com base na casa dele. A lógica é essa, pois ele não é onisciente?

["- palavrao (de fato palavrao), nao deveria ser dito de forma gratuita simplesmente por questao de educação."]

Impressiona-me o conceito de moralidade desse amigo. Não devemos fazer algo só por educação, mas quem sabe sozinhos podemos. Palavrão é errado só se falarmos para outras pessoas, mas se falarmos sozinhos não é errado. Ou seja, esqueceu que o pecado e o erro são, primeiramente, contra Deus.

["- prefiro um palavrao sincero a um "paz do senhor abençoado" maldito."]

O que se faz para justificar um erro de um líder! Prefere um palavrão sincero! Isso que dizer que a sinceridade é o prumo. Duvido que fosse dito: Prefiro que alguém me mate com sinceridade que me adule! Tudo não é transgressão? Portanto, a sinceridade não é referencial para se avaliar condutas, mas a Palavra de Deus.
Paz do Senhor não traz imagens pornográficas, palavrão traz. Se alguém prefere a palavra monossilábica à expressão "paz do Senhor", dita de qualquer forma, eu imagino que essa pessoa tem uma moralidade muito baixa. Desconfio de muitas coisas. (julgo sim com base no que foi escrito porque Jesus disse para vermos os frutos e não dar pérolas aos porcos)

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Anônimo
AUTOR
17/3/10 12:23 delete

Bem, já que o Caio Fabio foi citado aqui, vai minha opinião. Não tenho nenhuma simpatia pelos Malafaias e Macedos do mundo gospel/evangelical brasileiro. Porem, para mim, Caio Fabio passa de longe em ser uma referencia para a igreja brasileira. Antes que me critiquem,já vou deixando claro que não me acho um fundamentalista dogmático e nem tampouco um religioso bitolado.Mas francamente, esses Macedos, Malafaias, Valdomiros,Hernandes, Sonias e Caios da vida, jamais serão referencia para a igreja Brasileira. A teologia Cristã é tão rica, quantas referencias temos no mundo Cristão. Esxistem ainda pastores sérios e éticos, muitos dos quais estão estão longe dessa vitrine gospel ridicula. Eu mesmo conheço alguns, homens de honra. Mas as vezes é necessário sim textos como este do Solano para dar umas alfinetadas nessa turma, e dizer para os mesmos que existe uma igreja Brasileira que está de olho aberto para seus venenos.

Abraços!

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Anônimo
AUTOR
17/3/10 12:34 delete

Nooosa, os caiobafianos ainda continuam por aqui?

Quem vive de passado é museu... e o atual CF só vive do passado. É uma caricatura. E seus seguidores são apenas espelho dele.

"Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas." (II Tim 4,3-5)

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Julio Melo
AUTOR
17/3/10 13:26 delete

Prezado Solano,

O texto em questão foi de enorme valor, tendo em vista o debate que trouxe em razão do assunto.
Creio que a posição bíblica ficou clara e quem discordar o faz por livre consciência.
Sugiro que os comentários sejam suspensos, pois desandaram para brigas e ofensas pessoais que não edificam em nada o corpo de Cristo.
Em Cristo,
Julio Melo

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Tarcizio
AUTOR
17/3/10 13:27 delete

Solano,
Se permite, extraí o "core" do blog da Norma, que desde a primeira vez que o li, achei sensacional. O melhor que já li sobre esta perversão.

"Percebi que todos os palavrões, dos menores aos maiores, têm algo em comum: remetem invariavelmente ao sexo. São menções aos genitais, a coitos indesejados e/ou ilícitos, prostitutas e filhos de prostitutas, materiais fecais etc. A lógica do palavrão é estranha: ele une o ato de esbravejar e xingar aos dejetos do corpo ou ao ato sexual. E, mais estranho ainda, os palavrões que tratam de dejetos são bem menos fortes e mais tolerados socialmente que os que tratam do ato sexual. Palavrões, portanto, em suas formas mais pesadas, associam o sexo a explosões de raiva, a punições, ao descontrole entre pessoas que não se amam. E a conclusão é inevitável e aterradora: palavrões são formas de perversão. Se Deus criou o sexo como a expressão máxima do amor perpétuo, compromissado, entre um homem e uma mulher, é de um profundo desamor que nascem as aberrações sexuais – a masturbação, o "sexo casual", o aviltamento de partes do corpo até que se estraguem. Palavrões são cristalizações, no idioma, da alienação total de si e do outro pela busca de um prazer sempre deslocado, desgarrado, fora da alma: um prazer masoquista, misturado a ódio e desespero. Por que essas expressões tão opostas ao amor de Deus deveriam povoar a linguagem de um cristão?"

Abs,
Tarcizio

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17/3/10 13:57 delete

Interessante...o autor do post não citou nomes... Talvez porque ele quisesse apenas destacar o pecado da palavra torpe, e não visasse atacar alguém... O engraçado é que os árduos defensores da boca-suja é que deram nome e endereço e estão se debatendo ao defender alguém que ninguém acusou...curiosíssimo!!!
O que deve ter faltado foi pimenta na boca! Se fossem meus filhos, levavam "varinha".
Quanto aos versículos Bíblicos fartamente citados, ninguém tem nada a dizer? O distanciamento da Palavra de Deus tem levado a Igreja a posturas inacreditáveis. Estou passada!!!!!

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Rev. Sandro
AUTOR
17/3/10 14:25 delete

Solano,

Acho preocupante a quantidade de "anônimos" nos comentários deste post.

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Anônimo
AUTOR
17/3/10 15:09 delete

Não dá para esperar muita coerencia intelectual dos caiofabetes, Simone. Diante do texto bíblico, límpido e claro, eles preferem ficar com seu "ídalo".

Goel

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17/3/10 15:27 delete

Engraçado: foram citados vários textos bíblicos. Essa discussão toda é a cerca do que? Da credibilidade ou suficiência das escrituras?

É claro que tudo o que vai contra as teorias caiofabianas é encarado como fundamentalismo ou puritanismo, inclusive (e principalmente) os textos bíblicos.

Discutir com os papagaios é bobagem. Eles não tem personalidade, só repetem o que escutam do "seu dono".

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Ricardo Esch
AUTOR
17/3/10 15:52 delete

Caro Francisco Mário:

Estou tentando justificar alguém? O Caio? Já houve quem o justificasse. Apenas o vejo como um ser humano e não como um reverendo e imagino o seu dia a dia como a de qualquer um. Isso não é ameaça moral. Mas tudo bem q eu não sou onisciente para saber q todos nós somos sujeitos as mesmas coisas... é muita pretensão nossa pensar que acidentes contra o próximo só acontece com os outros das fotos do jornal.

Estou defendendo palavrão? Contra o próximo não, sejam com palavras boas ou palavrões. Mas se vc batesse o martelo no dedo, o sentimento por trás de falar palavrinha ou palavrão não seria o mesmo? Ou quando o atacante do seu time predileto perde um gol feito? Qual o sentimento? Que pena abençoado...?

“A paz do Senhor abençoado”... serve apenas para condolências...quem sabe, apesar de não ter imagem pornográfica, não traz consigo o engano? Ou só a pornografia é pecado? Freud explica... a propósito, boa tarde!

Moralidade? Me desculpe, nem vou comentar isso.

Creio sim que devemos ser honestos a viver de aparências. Brasileio ta acostumado com hipocrisia. Deus dá o crescimento.

Sinta-se a vontade a me “julgar”. Não se culpe por isso e nem busque argumentos para tal. Relaxa !

Cada um sabe do fruto que dá. No fundo sabe !

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Will
AUTOR
17/3/10 16:07 delete

kkk! Fundamentalistas...vcs me causam risos!

Não curto palavrões, mas tem um que é meu preferido; de tanto gostar, encarnei: DESINSTITUCIONALIZAÇÃO!!!!!!

Acho que esse incomoda muita gente. Diferentemente da música do Ultraje, este significa muito, de quem tem muito a dizer!!!

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Norma
AUTOR
17/3/10 16:19 delete

Vinícius, obrigada pela menção a "minipostagens"! Poxa, agora fiquei animada para levar esse comment para o meu blog! :-D

Tarcizio, não é à toa que as pessoas que mais falam palavrão também são as que adoram falar de sexo jocosamente, riem com as piadinhas do Casseta & Planeta, curtem pornografia etc. É interessante (e triste) perceber como a lascívia é um rebaixamento do sexo: idolatria tem a ver com desvalorização e desvirtuamento, não com amor excessivo.

Também estou "passada" com o nível dos hate-comments, como minha querida amiga Simone, mas a coisa tá feia mesmo. Disso a gente já sabia, mas sempre choca!

Abraços!

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17/3/10 16:19 delete

Ricardo Esch

Não é isso que os seguidores do Caio fabio estão entendendo. Com uma rápida passada pela comunidade co referido pastor no Orkut, você perceberá que seus membros, enclusive pastores, disparam ofensas indescritiveis ao Solano Portela com o uso dos mais variados palavrões.

Engraçado como entraram aqui para defender o caio de um texto que sequer citava o nome dele pois se sentiram ofendidos (são apenas imagem e semelhança do seu dono), e retribuiram com agressões e palavrões que eu nem sabia que existiam.

Talvez o Caio não esteja sabendo transmitir essa explicação que você tentou passar aqui, ou, quem sabe, ela sequer exista...

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17/3/10 16:25 delete

Obrigado pelo texto - bom, e também muito bons os da Norma e o do Rev. Baggio sobre o mesmo assunto. Obrigado pelos links.

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Anônimo
AUTOR
17/3/10 16:36 delete

Desculpe o irmão que se incomoda com a "quantidade de anônimos"... Mas, sobre os "caiofabetes" (neologismo engraçado e muito descritivo), lembro-me de um comentário que me fez uma terapeuta durante uma sessão há alguns meses em Brasília. Ela falava sobre uma charge que mostrava uma moça hippie, comprando um vestido numa loja e comentando com a vendedora "Moça, se a minha mãe gostar, posso vir aqui de novo e trocar?" A frase mostra como a criatura tentava demonstrar sua desaprovação e independência da mãe, mas denunciava que, no fundo, apesar da suposta liberdade que pensava ter, a mãe ainda estava na vida dela e ainda lhe controlava a vida. Penso que isso acontece com o Caio. Pergunto-me - por que tanta crítica, tanto incômodo com a IPB e a chamada 'igreja institucional' - parece que ele precisava fazer alguma terapia para se ver livre disso, que ainda ocupa tanto do seu tempo e dos seus escritos! Será que ele tem mesmo gosto por palavrões ou seria só uma maneira infantil de tentar "provar" o quanto ele é diferente dos doentes fundamentalistas e institucionais? Será que é tão diferente assim?

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Ricardo Esch
AUTOR
17/3/10 16:50 delete

Alexandre,

tem um video do caio no youtube sobre a posicao dele em relaçao a orkuts. nao sei o endereço, mas de uma olhada no youtube pois deve ser fácil achar.

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luisvegan
AUTOR
17/3/10 16:53 delete

Presbítero Solano, indico algumas palavras breves do Pr. Paul Tripp disponíveis no Youtube. Ele também escreveu um livro sobre "A guerra das palavras" e ministra muitas palestras sobre o tema.

http://www.youtube.com/results?search_query=paul+tripp&search_type=&aq=f

Talvez acrescente algo em seu posicionamento bíblico.

Mas eu, definitivamente acredito que existem distinções entre o uso das palavras, sejam elas quais forem, apesar de não utilizar palavrões. Creio que a ofensa, a sensualidade e a rebeldia são as motivações mais comuns, mas sem dúvida as palavras por si só não são pecado.

Até mesmo palavras bem escolhidas e elogios podem ser tão pecaminosos quanto "palavrões", quando se trata da real intenção e motivação.

Ótimo post!
A Paz, abraços!

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Anônimo
AUTOR
17/3/10 16:58 delete

Para mostrar como o próprio Caio conhece essa galera que o segue, mas o faz para entrar para a libertinagem, um texto dele sobre o assunto:
http://www.caiofabio.net/2009/conteudo.asp?codigo=05279

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Anônimo
AUTOR
17/3/10 17:08 delete

Há quem reclame dos comentários em "anônimo". Por quê? Não é uma opção legítima?! Se alguém usasse tal opção para denegrir alguém, entenderia o motivo da observação. Do contrário, tudo apenas reforça o que discutimos aqui. É a aparência em detrimento da essência... Mais importante que o comentário é o comentarista... assim como mais importante que a biografia do Caio (o que ele é, de fato) é se ele eventualmente fala um palavrão...

Engraçado é que, ano passado, quando o FANTÁSTICO exibiu uma matéria sobre a importância de falar palavrões para aliviar dor física, logo no outro dia, no programa PAPO DE GRAÇA, o Caio comentou o oposto, dizendo que tudo não passava de uma pesquisa para consumo... e que os monges é que têm a nos ensinar sobre isso.

Ora, gente, só um ser mal-intencionado faz do Caio um vilão. Ele está lá no canto dele em Brasília. Não faz mais parte do movimento evangélico. Por que, então, sempre um senão em relação a ele? A resposta é simples: seguidores amargurados viram perseguidores contumazes. Depois classificam os outros de "caiofabetes"... piada, né?!

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17/3/10 17:55 delete Este comentário foi removido pelo autor.
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17/3/10 17:57 delete

Ao Ricardo (Não tinha especificado)

Mesmo que aconteça com todos, você não pode escrever da forma que fez. Isso sim é um exemplo de um juízo temerário, pois não conhece a vida de cada um aqui. Não julgue os outros por você. Há muitas diferenças a começar por aqueles que acham normal falar palavrões. Se todos estão no mesmo nível, então aceitemos todos com humildade a advertência do Presb. Solano Portela sobre as palavras de baixo calão, pois ele simplesmente colocou o que diz a Escritura (Vide o texto e os versos)

Palavrão é errado para alguém ou sozinho. Se batermos o dedo, precisamos ter a disciplina de não sair de um "ai". (aconselho ler o post da Norma no blog dela)

["A paz do Senhor abençoado”... serve apenas para condolências...quem sabe, apesar de não ter imagem pornográfica, não traz consigo o engano? Ou só a pornografia é pecado? Freud explica... a propósito, boa tarde! "]

Amigo, não falei que só a pornografia é pecado, mas comparar a expressão "paz do Senhor" com a palavra que Caio Fábio celebrou em seu texto é duvidoso. Pode haver até pecado na intenção, mas isso é somente Deus que pode julgar, porém, um palavrão já demonstra o que tem no coração. Mesmo assim, comparar a expressão: "a paz do Senhor" com um palavrão desse nível é duvidoso!

Eu me sinto à vontade de lhe julgar pelas suas palavras que escreveu. Somente. Sinto-me à vontade porque Jesus disse para olharmos os frutos. O que sei sobre você é o que escreveu. No entanto, estou julgando suas ideías e seu pressuposto no que diz respeito ao conceito de moralidade que você tem.

Quanto a Freud, eu não me baseio nele, mas na Bíblia que não vi você citá-la e nem refutar os textos escritos pelos que postaram. Mesmo assim, não sou eu quem está defendendo o uso de palavrões ou minimizando o uso de quem escreveu. Portanto, deve pedir para freud explicar é quem está defendendo e achando que todo mundo tem "a casa que acontece coisa pior" sem conhecer pessoalmente muitos daqui. (pelo que eu saiba, algo pior que um palavrão é algo grave).

Quem o colocou em evidência foi você mesmo.

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Rev. Sandro
AUTOR
17/3/10 19:05 delete

Fui eu quem falei dos anônimos e penso que, em um espaço onde se discute idéias é imprescindível que cada um assuma o que fala ou escreve. Não vejo qualquer legitimidade em se esconder sob a palavra "anônimo". Penso que os donos do blog nem deveriam permitir tal tipo de postagem. Qual o motivo de nao se revelar? Por que não defender claramente o que se pensa? Estamos em um regime de exceção? Tem alguém sendo perseguido por opinar sobre religião? Estranho não?

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Ricardo Esch
AUTOR
17/3/10 19:45 delete

Que diferença faz especificar ou não? Ficar em evidência? Que diferença faz?

De qualquer forma me perdoem se igualei vocês a outras pessoas do planeta. Da próxima vez me falem qual é o título ou patente de vocês que chamo por ela.

Minha participação neste blog termina aqui.

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17/3/10 21:35 delete

Amado,
Paz!
Sou novo no universo "blogueiro" e é com alegria que passo a "segui-lo" por este espaço de exposição de verdades fundamentais e tão fundamentais para nossa edificação.

Pr. Ivan Nunes

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17/3/10 22:38 delete

Assistam ao vídeo e tirem suas dúvidas:

http://www.youtube.com/watch?v=a6sV-7Y9pKg

Caio Fábio nunca fez apologia a "palavrões".

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17/3/10 23:04 delete

Solano,
Seu texto tem como fundamento básico a Palavra de Deus. E é exatamente isso que incomoda muita gente. Isso porque a Palavra é confrontadora, acusadora e reta. Como Isaias disse, ela nunca volta vazia e isso se pode perceber com clareza nos comentários ao seu post. Pelas reações aqui postadas a gente pode perceber claramente o tipo de relação que as pessoas têm com a Palavra de Deus. Uns a acatam e amam. Outros a odeiam e até difamam. Por isso, dela se diz: "Não voltará para mim vazia, mas cumprirá o seu propósito". Ela, também, julga.
Parabéns. A igreja verdadeira precisa de expositores como você.
Com profundo respeito e admiração,
Pb. Josué.

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17/3/10 23:11 delete

Pastor Tomás,

O Vídeo contra o texto. Partindo disso, tiro duas conclusões:

1) Caio Fábio agiu no momento infeliz. Talvez para demonstrar superioridade, pois como costuma brincar com as palavras. Portanto, não deixou de errar e extrapolar usando palavrão no texto. Admita, pr. Tomás, que seu Caio Fábio pode errar. Isso traz até mais credibilidade a vocês (caiofabetes).

2) Palavrão para ele é só quando se fala em forma audível. Portanto, houve uma incoerência muito grande. Palavrão pode acontecer até em mensagem de fumaça (se houver)

De qualquer forma, o presb. foi mais ético que o sr., pois ele não citou nomes. O sr. citou o nome do presb. no Youtube.

Na minha opinião não foi uma acusação sem sentido, foi uma reflexão de algo concreto, pois se alguém disser que o texto que Caio fez usando diversas vezes "aquela palavra", até de uma forma desnecessária, não é uma apologia a palavrão, tem problema sério de compreensão ou é idolatria mesmo.

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Anônimo
AUTOR
17/3/10 23:14 delete

A quem realmente interessa esse debate?

Penso que é hora de cada um examinar bem a sua real motivação...

Em nome de uma santidade legalista, faz-se deste espaço um "ringue virtual"... será que os termos usados pelo Caio (em tom irônico e bem-humorado) são mais nefastos do que o espírito beligerante que, por ora, aqui prevalece?

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17/3/10 23:44 delete

["Em nome de uma santidade legalista, faz-se deste espaço um "ringue virtual"... será que os termos usados pelo Caio (em tom irônico e bem-humorado) são mais nefastos do que o espírito beligerante que, por ora, aqui prevalece?"]

Faz-se tudo para justificar o erro. Até mesmo uma simples advertência vem com uma tentativa de amenizar o erro.

Na minha opinião, não vejo nada nefasto, pelo menos daqueles que não gostam de palavrão, não sei dos que gostam. Estamos num ambiente de discussões e num blog que foi gentilmente aberto a debates e a opiniões, inclusive foi aberto até a ofensas ao autor do blog (o Presb. demonstra um verdadeiro testemunho com isso). Isso é salutar, desde que não haja ofensas.

Para responder a sua pergunta inicial, eu acho que interessa àqueles que não querem que o nome de seu líder por excelência fique em evidência, pois não suportam isso. Não identifico que os caiofabetes querem a glória de Deus perguntando isso, mas sentem mais por seu líder ser evidenciado. Se quisessem, admitiam e se baseavam na palavra de Deus.

No entanto, um simples reconhecimento da fragilidade da pessoa é o bastante sem defender o uso de palavrões.

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18/3/10 00:36 delete Este comentário foi removido pelo autor.
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Wilson S. Bento
AUTOR
18/3/10 08:05 delete

O maior benefício do seu texto, Solano, depois da mensagem em si, é que por causa dele a manifestação dos bons foi possível.
Me faz lembrar de ICo 11:19 "E até importa que haja entre vós facções, para que os aprovados se tornem manifestos entre vós."
Mostra também a qualidade de evangelho pregado por aí, e que tipo de regenerados temos em nosso meio.
Precisamos continuar a pregar o Evangelho, o verdadeiro.
Tenho certeza disso!!
Deus o abençõe.

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Anônimo
AUTOR
18/3/10 08:25 delete

I)

Não é a junção de sons ou de letras que caracterizam um termo como palavrão.

Não se pode tratar um assunto dessa natureza sem considerar os estudos linguísticos.

Se uma sequência fônica ou gráfica carregasse a “pecha” de “palavra/expressão vil”, não teríamos a riqueza semântica que temos em nossa língua.

Se os que se arvoram a falar sobre o assunto, explorassem, por exemplo, as diferenças regionais (referentes ao léxico), responsáveis por tantas situações jocosas, ter-se-ia um entendimento de que palavrão é palavrão apenas em um contexto muito específico... E, assim, não se execraria determinados termos.

Já estive em uma região do interior de MG, onde um termo que é comumente usado para se referir ao órgão genital masculino significava simplesmente “terçol”. Imaginem! Uma jovem me disse que estava com “uma ****** no olho”. Aos ouvidos de um carioca, soou estranho. Para ela, tudo natural.

II)

Agora, os seres da estética e da imagem, paladinos da moral e dos bons costumes, continuarão irrequietos... porque, para eles, na verdade, não vale o que é, mas, sim, o que aparenta ser. Sempre. Se tivessem a hombridade em reconhecer que palavrão é energia, admitiriam que, mesmo não tendo o hábito de xingar, muitas palavras proferidas foram eivadas por azedume interior.

Pelo amor de Deus, pensem no que está sendo dito, em vez de procurar argumentos para retaliar!

Aos fariseus da pós-modernidade [àqueles que insistem no debate], as palavras – sempre atuais – do Mestre: “Guias cegos, que coais o mosquito e engolis o camelo! (...) vós EXTERIORMENTE PARECEIS JUSTOS, mas, por dentro, estais cheios de hipocrisia e de iniqüidade.” (Mt 23.24, 28).

Para concluir: se não gostam do Caio, saibam: vocês têm esse direito! Mas penso ser mais honesto, humano e cristão dizer isso a ele, nem que seja por e-mail...

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Natan Vasconcelos
AUTOR
18/3/10 09:07 delete

Francisco Mário,

Você tem mesmo resposta pra tudo, não? Com citação entre colchetes, aspas e tudo o mais.

"Na minha opinião..."
"Eu acho..."

Como eu imaginava, nada de Bíblia! (lembra?)

Leia de uma vez por todas: NINGUÉM está aqui defendendo o uso de palavrões. Nem os Calvinetes, nem os Solanetes, nem ainda os Caiofabetes!

Especula-se, apenas, o porquê de se perder tanto tempo discutindo com tanta raiva/paixão, entre nós mesmos - que somos um só corpo - quando poderíamos ser mais dóceis, produtivos e ousados a serviço do Reio de Deus.

Até as linguas e as profecias cessarão/passarão. Fica o amor! Ajamos de tal forma que tenhamos unidade (João 17), a fim de que o mundo conheça a Cristo por nosso testemunho!

Parabéns (ainda não havia dito isso) ao Presb. Solano, que escreveu um bom texto, moral, legal e teologicamente correto, elucidativo e esclarecedor. Mas que nós, que lemos tais linhas, saibamos captar a intenção do autor, que é exortar/admoestar, e não promover essa batalha cheia de ânimos acirrados.

Tais discussões me lembrar discussões tolas do tipo: "quem é o maior no Reino dos Céus?", ou: "com que autoridade realizas essas curas?", perguntas que não agradaram Jesus, tendo, inclusive, a segunda, deliberadamente ficado sem resposta.

Em Cristo, que nos mandou FUGIR das discussões fúteis (através do Ap. Paulo),

Natan Vasconcelos
Igreja Presbiteriana de Maraponga
Fortaleza-CE
natandpf@yahoo.com.br

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Vanderson M. da Silva
AUTOR
18/3/10 10:26 delete

Só para constar, a Constituição brasileira afirma expressamente em seu art. 5, inc. IV, que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato". Estando o crente fiel obrigado a obedecer à lei dos homens (depois, é claro, da Lei de Deus), então não pode ele postar sua opinião ao público na internet como anônimo. Mesmo que não haja ainda tipificação penal para essa espécie de anonimato (daí ninguém ser indiciado por isso), é ilegal mesmo assim.

Sobre o debate aqui neste espaço, é curioso: toda vez que se ousa questionar as atitudes de gente como Ricardo Gondim e Caio Fábio e denunciar seus desvios é um alvoroço, com os defensores deles incontinenti partindo para o ataque e à agressão aos críticos. E ainda mandam saudações cristãs a esses... Mais ou menos como os nossos congressistas, que se xingam no Plenário, por vezes até chegando às vias de fato, mas que se tratam um ao outro por "Vossas Excelências"...

Isso aí é mesmo o amor e a paz que tanto apregoam e que estariam ausentes nos "hipócritas" que criticam Caio Fábio e outros líderes que se afastaram da Verdade? Afinal de contas, quem se porta como fariseu nessa história?

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18/3/10 11:29 delete

Caro Natan,

não somente eu tive resposta, mas você também, incluindo até que não ia mais se manifestar. Uso os colchetes para não ser injusto colocando somente minhas palavras. Porém, não ofendi ninguém e esse post não ofendeu também a ninguém.

Como falei antes, entrei somente para parabenizar, pois achava que tinha unanimidade; mas me deparo com ofensas e palavras ríspidas de alguns querendo tapar o sol com a peneira. Alguns usam até o regionalismo para defender o indefensável.

Estamos num ambiente de discussões. O problema é que alguns usam esse ambiente para ofender e chamar os outros de covarde como foi feito. As discussões são saudáveis, ou pelo menos deveriam ser. Eu imagino se esse post tivesse sido aberto e não tivesse moderação. Estaria aqui vários palavrões daqueles que discordam ("palavrões cheios de amor, claro").

Mas não vejo, com sinceridade ânimos acirrados. A não ser da parte dos caiofabetes. Pode notar como estamos discutindo: Estamos discordando e até sendo contundentes, mas sempre respeitando o outro. Vejo isso importante.

Não sou Solanete, porque seria honesto de reconhecer e demonstrar que ele estaria errado se acontecesse o contrário. Não ficaria buscando até na semântica e comparando a moralidade dos que postam para esconder o que ele teria feito.

Quem citou o nome de Caio Fábio foi vocês, eu nem sabia, no início de quem tratava. Foi depois que li o texto-palavrão.

Portanto, irmão, não venha dar uma de mais espiritual que os outros e citar texto fora do contexto, pois aqui ninguém quer ser mais que os outros. Essa foi a acusação ao autor do texto desde o início, chamando-o de "invejoso". O que estamos tratando é de um falso evangelho caricaturado com uma roupagem de graça, mas que abandona alguns princípios fundamentais escriturísticos.

Na minha opinião, querem é abafar o que o texto expõe com muita gentileza, educação e ética. A parte agressiva vem da Palavra de Deus, pois ela é clara quanto ao uso de palavrões.

Manifesto-me porque estou num ambiente que me dá essa liberdade e apenas defendi o autor que não se manifestou educadamente.

Nele, que tem misericórdia de qualquer bobagem que é colocada nessa parte.

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Marcelo
AUTOR
18/3/10 12:27 delete

Caio Fábio não é mais pastor. Nem evangélico ele é mais. É o que ele mesmo diz, mais o grupo que o segue. Eles só sabem falar mal dos outros, descontruir a doutrina da igreja, tal como a existência de pastores, entrega de dízimos, existência de templos, entre tantos. Fazem mais um desserviço do que um serviço cristão. São falsos crentes (eles odeiam esse título, como se fosse pejorativo), gostam de falar mal de tudo o que vêem. Mas onde estão eles? Evangelizam? Cuidam de crianças? Cuidam de drogados? Caio Fábio vivem muito bem, com bom rendimento mensal, boa casa... de que ele vive? O que sei é que ele ainda faz viagens a Israel e cobra bem por isso. Logo Israel, povo e país por quem ele não nutre mais nenhum amor.

Caio Fábio, pastor??? Não!

Marcelo Hagah
João Pessoa-PB

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Norma
AUTOR
18/3/10 13:53 delete

Olá, queridos temporinos,

Os hate-comments continuam muito divertidos!

Não resisto e venho postar uma resposta ao anônimo dos pontos I e II, que escreveu (no ponto II): "porque, para eles [os seres da estética e da imagem, paladinos da moral e dos bons costumes], na verdade, não vale o que é, mas, sim, o que aparenta ser."

Anônimo, aos dezoito anos - antes de me converter - aprendi essa verdade sublime: a forma é a parte visível do conteúdo. Isso significa que as aparências falam das essências. Para quem é perceptivo, aparências falsas falam de essências divididas; aparências torpes falam de essências igualmente torpes.

Em outras palavras, "a boca fala do que está cheio o coração".

Seu coração está cheio de porcarias e sexo torto (leia meu artigo sobre os palavrões)? Beleza! Mas não venha dizer que esse comportamento é o supra-sumo do cristianismo, ou que "Deus perdoa porque, afinal, são só palavrões". Tratar as palavras dessa maneira é superficialidade, ou seja, falta de conexão entre aparências e essências.

Abraços!

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Anônimo
AUTOR
18/3/10 14:03 delete

I)

Disse e reafirmo que a postagem “em anônimo” é legítima. Não há nenhuma impropriedade nisso. Se houvesse, não seria uma opção válida do sistema, da ferramenta que, ora, utilizamos.

Se alguém usasse tal opção para denegrir, difamar outrem, entenderia o motivo da observação, pois teríamos um “menino” se escondendo por trás de uma máscara. Como não é esse o caso – em nenhum momento citei nomes ou chamei alguém para a “queda de braço”, fico sem entender a fixação no tema.

Parabéns ao Solano, que mostra lisura ao permitir as postagens!

Qual a importância em saber se é Sérgio, Carlos, Fábio, Ricardo, Haroldo, Gilberto, Marcelo, Bráulio, Pierre, Givaldo, Fernando, Oséias, Zacarias, Silas, Paulo ou outro? A verdade é menos verdade na boca (no caso, nos dedos) dos anônimos? Mais importante que o comentário é o comentarista? A aparência vale mais que a essência? Se é assim, voltamos à questão principal: a casca, o rótulo, a embalagem, a forma, a nomenclatura...

II)

Respondam: “Rabo” é palavrão? Sim ou não? Depende, né?! Sim, depende do contexto. Assim, a seqüência gráfica R-A-B-O (ou a seqüência fônica) por si só não carrega nenhuma torpeza. Tudo depende da motivação/intenção do interlocutor... E a expressão “vossa excelência”? - tão cortês, não acham?! Vejam as discussões no plenário e digam se tal não equivale a um dos mais “cabeludos” palavrões? Ora, o simples reconhecimento disso liberta a gente da neurose de atribuir significados cristalizados a um termo ou expressão.

Existe ré maior sacro e ré maior profano? Não! Todos sabem disso. O que existem são compositores que compõem canções que exaltam a vida, a natureza, o Evangelho; e, outros, que compõem canções que fazem apologia ao que é mau. O tom pode ser o mesmo. Até a sequência de acordes pode ser exatamente a mesma. Mas nenhuma melodia é malina por si só. Da mesma forma, nenhuma palavra está condenada ao inferno lingüístico. Nenhuma é pura. Nenhuma é impura. Todas são palavras... Diga apenas um “amém” em concordância à oração impiedosa e seja culpado por proferir um PALAVRÃO diante de Deus.

Sírio Possenti, respeitado lingüista, ajuda-nos a perceber que algumas palavras deixaram de ser tabu com o tempo. Ora, será que elas participaram de uma “sessão do descarrego”? rsrs. Ele cita como exemplos as palavras “pentelho” e “menstruação”.

III)

Não emiti sequer uma palavra ofensiva ao autor do texto. Se algum “anônimo” o fez, não fui eu.

Não fiz apologia ao palavrão em nenhum momento, até porque não tenho o hábito de falar palavrões.

Não sou do Caminho da Graça, não participo da comunidade do Caio no Orkut, nunca fui ao La Salle...

Assim, quero concluir, dizendo:

Não sou um “caiofabete”. Essa terminologia não se aplica a mim, como não se aplica a tantos outros. Até porque quem entende mesmo o que o Caio diz não faz dele um guru ou ídolo. Não estou aqui para advogar o Caio. Ele não é perfeito. Tem ambigüidades (como todos). Fica mal-humorado (como todos). Comete equívocos (como todos)... O que não posso é concordar com essa atitude desumana e leviana de espicaçá-lo. Muitos se defendem dizendo que o nome dele não foi citado... mas precisa?! Para quem sabe ler, um pingo é letra. Não é daqui e nem de agora essa tentativa de demonizá-lo, de elegê-lo como “bicho-papão” da fé. Será que dá para conversar como “gente grande” e parar de rotular as pessoas? – basta escrever algo positivo em relação ao Caio, e lá vem a classificação: “seguidor, discípulo do Caio, caiofabete”. Fala sério, né?! Detalhe: os anônimos só incomodam porque não fazem parte da torcida que quer ver o Caio na berlinda.

Responder
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18/3/10 15:23 delete

"Então, está explicado, Presb. Solano Portela. Segundo o Anônimo, pelo que entendi, todos que criticaram, a começar pelo Sr., não puderam perceber a semântica da palavra "R***" que Caio Fábio colocou no texto dele.

Sinceramente, isso é absurdo, ao meu ver! Só quem é demente e analfabeto não entende que Caio Fábio não está falando de Rabo de cavalo, coelho e nem de rato. Ao meu ver, a intenção foi jocosa e mal colocada.

Não adianta dar aula de semântica como que as pessoas aqui não soubessem. Caio Fábio teria condições intelectuais suficientes de fazer um texto mais decente, pois ao invés dele ter colocado **ração no lugar de coração, ele simplesmente teria dito coração.

Pelo sentido do texto ele queria chocar mesmo o que ele chamou de fariseus (ou seja os críticos do Dr. Jajá). Se ele sabia que o que chocou os críticos era a forma do Dr. falar abertamente um nome que é usado no Brasil de uma forma pejorativa, por que ele o usou mais vezes?

Aí alguém diz: Em Portugal essa palavra quer dizer outra coisa, mas nós estamos no Brasil. "Rapariga" em Portugal é moça, aqui, ela quer dizer "prostituta". Nós estamos é no Brasil.

Portanto, não que eu queira ser beligerante, mas já que estamos num tema polêmico, gostaria de rejeitar essa desculpa semântica como que o autor e os que defenderam o autor não soubessem ler e interpretar...

Sinceramente... Não seria melhor alguém dizer: realmente não é somente o palavrão que nos faz errar. Uma palavra, mesmo bem formulada pode ser ofensiva, mas nada que venha justificar o uso de palavrão que por si só é ofensivo.

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Anônimo
AUTOR
18/3/10 16:07 delete

Presb. Solano,

Que Deus continue a te iluminar na escrita desses artigos que tanto promovem a santidade (que aliás é coisa bíblica).

Não vou nem comentar os comentários do pessoal que defende palavrão. Logo se vê que o problema desse pessoal é falta de estudo. Veja a forma risível, e até mesmo herética, que esses sujeitos citam as Santas Escrituras. É muito claro que eles não entendem nada de Bíblia e provavelmente nunca leram a Bíblia. Eles a usam sem contexto, sem noção, sem nada.

Seu texto é profundamente bíblico. Só não vê quem é cego.

Eudes

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Anônimo
AUTOR
18/3/10 16:59 delete

Irmão Solano, em nome da transparência que até aqui percebo, peço que publique o que tenho a dizer.

Não é uma promessa, mas pretendo não mais comentar nada daqui pra frente, salvo se imprescindível.

Entrei aqui e expus minhas idéias, sem desrespeitar ninguém.

Mas, mesmo com a bandeira branca hasteada, senti as alfinetadas... 1) porque posto como “anônimo”; 2) porque não demonizo o Caio.

Meu erro foi tentar contribuir... quis, ainda que de modo simples, defender as palavras. Dizer que elas são inocentes, isentas de culpa, “não foram criadas pelo diabo”. Mas... não entenderam!

Copiaram e colaram trechos de alguns “posts” meus... comentários equivocados, de quem realmente quer provocar ou é incapaz de compreender o que está escrito.

Como não me interessa o debate pessoal, nem vou perder tempo comentando. Que todos leiam tudo o que foi escrito e tirem suas próprias conclusões!

Como se não bastasse, uma senhora, de quem nunca ouvi falar, toma a liberdade de comentar um trecho meu e me ofende, fazendo a seguinte pergunta retórica: “Seu coração está cheio de porcarias e sexo torto (leia meu artigo sobre os palavrões)?”. Pelo amor de Deus! Depois é a turma do Caio que apedreja... Que leviandade a dessa senhora! Se me conhecesse, saberia o respeito que as pessoas sempre nutriram por mim em toda minha trajetória, pois sempre servi a Deus com integridade de coração.

Saiba de uma coisa: conheço ateus, gente sem religião, pessoas de diferentes confissões e expressões de fé... enfim... mas foi justamente uma “irmã em Cristo”, que se orgulha de não falar palavrões, quem mais me ofendeu até o dia de hoje. Os citados anteriormente, sempre me trataram com apreço e estima. Querida, eu preferia “ter sido mandado pra qualquer lugar”... seria mais elegante de sua parte. Saiba que, mesmo sem xingar, sua palavra foi torpe, pois não foi boa para edificação... “Quem se torna juiz de todos acaba sendo julgado pelo eco de sua própria voz”.

“Pai, perdoe-a, porque ela não sabe o que diz!”.

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Norma
AUTOR
18/3/10 22:16 delete

Ei, Anônimo dos Pontos!

Pare de choramingar, sim? Não o ofendi, não senhor! Tem um ponto de interrogação no final da minha frase. Repito-a:

Seu coração está cheio de porcarias e sexo torto (leia meu artigo sobre os palavrões)? Beleza! Mas não venha dizer que esse comportamento é o supra-sumo do cristianismo, ou que "Deus perdoa porque, afinal, são só palavrões".

Acho que, para bom entendedor, ficou claro que esse "você" subentendido no texto é genérico: eu não estava me referindo a você necessariamente (que sequer trouxe um nome aqui!), mas às pessoas que falam palavrão e depois posam de escandalizadas (haha, cômico!) diante dos textos
dessa postagem, como se fosse muito cristão falar palavrão.

É dose, viu?

E, já que estamos falando de ofendidos, a quem você estava se referindo quando escreveu isso:

"para eles [os seres da estética e da imagem, paladinos da moral e dos bons costumes], na verdade, não vale o que é, mas, sim, o que aparenta ser."

Não foi pra todo mundo aqui: os blogueiros e quem concorda com eles? E você acha que as SUAS palavras estão ok? Ah, entendi, o que os outros dizem é ofensivo e o que você diz não é, certo? O amorrrrrrrr só vale para um lado!

Abraços, de novo!

P.S. Eu sei muito bem o que digo. Quem fala palavrão e acha bonito está com o coração cheio do que fala. Seja você, seja qualquer pessoa. Não fui eu quem disse isso, foi Jesus. Eu já fui desse jeito, já me arrependi. Tem ainda um monte de coisas pra mudar. Processo de santidade é assim. Mas tornar publicamente o pecado em coisa bonita é zombar da santidade, logo, zombar de Deus. Mais que "meras palavras", é disso que trata o post.

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19/3/10 09:17 delete

O que acho interessante é que o texto da Norma chocou e trouxe uma revolta terrível (embora que já foi explicado). O texto do Caio usando os seus jogos de Palavra para atingir os "fariseus" que não aceitam palavrões não choca também???

Entendo!

A evolução das desculpas são cômicas:

1. Vejam as obras sociais dele
2. Ele tem muitas obras mais que os que postaram.
3. Inveja e covardia (o Presb. Solano não vai deixar de postar nem deixou de colocar o post por causa disso)
4. Semântica - precisamos saber que a palavra, em si, não é ofensiva. (claro! Quem não sabe isso? Mas a palavra num texto é.)
5. A Norma

Interessante!

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19/3/10 10:45 delete

Pow!!!

... Quando eu era criança, devido às más influências, uma vez soltei um palavrão, bem na frente do meu pai, ele estava passando bem na hora... Nascido num lar cristão, sabia que isso era errado. Meu pai apenas me disse uma coisa: meu filho, se eu tivesse falado uma coisa dessas na frente do meu pai (que não era cristão), não tinha sobrado um dente na minha boca! Bem, fiquei muito triste com isso, fui para o meu quarto.

Alguns minutos depois meu pai coloca uma folha na minha cama, exatamente com textos como o que o nosso irmão Solano nos deixou: "seja a vossa palavra temperada com sal... para que saibais"... "de toda palavra frívola... darão conta no dia do juízo"... "não saia da vossa boca"... "porque a boca fala do que está cheio o coração", etc, etc.

Arrependi-me profundamente naquele dia. E desde aquele dia, nunca mais de minha boca saiu um palavrão. E mais, não só os palavrões, como qualquer palavra torpe ou frívola, delas me arrependo imediatamente.

Só tenho uma coisa a dizer aos irmãos: penso na minha filha de 2 anos se ela crescesse me ouvindo aos palavrões, palavreado chulo, grosseiro e estúpido. Não precisa dizer mais nada.

PS: Mais uma vez Norma, você escolheu bem as palavras.

Graça e Paz a todos.

www.viniciusdeoliveira.com

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Anônimo
AUTOR
19/3/10 12:40 delete

Bravo, Solano.

Impressionante como um texto tão elementar tenha causado tanto furor.

Dizer que o crente não deve fazer uso de uma linguagem torpe, obscena e vulgar é algo essencialmente básico.

A reação tresloucada que tem havido aqui não deixa de ser, todavia, tristemente sintomática.

É bem possível que outros textos que afirmam aspectos básicos do viver cristão em breve sejam achincolhados também. Defender o matrimônio e condenar o adultério; ou fazer apologia à pureza sexual contra a fornicação e masturbação; ou defender a vida em detrimento do aborto; dizer que o ideal de Deus é o casamento entre homem e mulher, enfim, essas verdades básicas estão sendo questionadas...pela própria igreja!?! O temporas, o mores.

Recomendo aos leitores deste blogo o recém lançado livro da Editora Fiel, DESEJO E ENGANO, do Dr. Albert Mohler. Livro excelente. Trata com maestria sobre como os males de nosso século no que diz respeito aos costumes na ára sexual estão chafurdando a sociedade em um mar de lama, e como a igreja tem assistido a isso de forma impassiva e, às vezes, conivente - fazendo uso de novas hermenêuticas, mormente liberais (feminismo, subjetivismo, etc) para validar as mais torpes condutas sexuais. O Dr. Mohler faz um desafio ao povo de Deus para que suas vidas sejam a pregação dramática que sirva de contraponto ao lixo que ele denuncia.

Sobre os palavrões, o que dizer? As palavras são a roupa das idéias. Bem disse a Norma quando lembrou o Jesus ensinou: "A boca fala o que está no coração". O Salmista orou: Que as palavras de meus lábios e o meditar de meu coração sejam agradáveis em tua presença ó Senhor, rocha minha e redentor meu.

Aguenta firme, Dr. Solano. "Ainda há povo de Deus nesta cidade; ainda há 7000 que não dobraram seu joelho a Baal".

R. Barbosa

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mané
AUTOR
19/3/10 17:49 delete

Hoje eu acordei e uma coisa veio-me a mente, como há muito tempo vem martelando, que neste mundo pluralista a minha verdade é absoluta. Esta frase pode representar para quem ler que eu sou um liberal, mas na verdade, o que eu quis dizer era, que a minha verdade que é o evangelhos de Jesus Cristo, é absoluta, e não o absoluto de não ter absoluto, que no entanto e imediatamente se transforma no absoluto dos que se dizem sem verdade.
Vemos que a Escritura Sagrada deixou de ser o prumo, o nível, o esquadro e claro o nossa balança (falando assim um qualquer irá postar alguma coisa dizendo que eu sou marçom). O que podemos ver e isso fica bem claro, é que, a verdade da Escritura Sagrada esta sendo deixada de lado por aqueles que defendem o comentário do “pastor monossílabo” como diria Jessié Quirino ao preferir usar este termo? “protegendo o monossílabo” que ao usar o termo, usa essa frase em seu poema, ao descrever o comício em beco estreito. O que dirá nós, em nossos púlpitos. Mas o que é mais, e muito mais importante, é o fato que os que defendem este tipo de palavreado, estão argumentando com tais serviços que alguns fazem. Bem eu penso que devemos fazer boas obras, mas pelo motivo certo e não pelo errado, não pela pessoas, e sim porque é um dever de todo cristão. E para mim, o que me deixou mais revoltado nos posts de quem o defende, é o fato das verdades Bíblicas estarem sendo trocadas por suas próprias verdades disfarçadas de verdades, como diria Shaeffer “verdades que não são a verdade verdadeira” (estou parafraseando Shaeffer), e tomando para si uma verdade que não é do cristianismo, e sim baseada no humanismo.
Pois sempre a justificativas foram, “os meninos morrendo de fome na África” e “o que é um palavrão diante das obras sociais feitas por tais lideres?”. Não estou aqui dizendo que não devemos nos compadecer com tais problemas, mas as Escrituras não podem ser deixadas de lado, ou em segundo plano, e é ela quem nos manda salvar os necessitado e também com a mesma força e autoridade manter puro, tanto a linguagem como o proceder.
O tal vídeo do monossílabo, fez o maior sucesso por aqui no S.P.N, entre alguns seminarista, e foram tentar me mostrar, mas quando me falaram do que se tratava, mandei que não deixa-se nem terminar o carregamento do vídeo. Pois isso não deve em meu ver ser pronunciado em nosso meio, basta o evangelho de Cristo ser chateado e ridicularizado, pelos incrédulos, e ainda damos ibope a tais vídeos? Não só esse, mas tem muitos outros, o daquele gordinho que dança, aquilo é uma vergonha, mas é um dos vídeos mais assistidos. Meu presbítero e todos que fazem o blog desçam a vara com a firmeza de um pai que educa seu filho, pois precisamos de pessoas firmes em nossa amada igreja.

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Ismael Fernandes
AUTOR
19/3/10 19:37 delete

Excelente post Solano. Vivemos em 'tempos críticos e difíceis' - Conf Timoteo. O cristão tem sido bombardeado com dúvidas que acabam deixando o torpe parecer certo - ( Isa 5:23). Felizmente Deus não tem descansado e tem usado voces para chamar a tenção do verdadeiro e do correto.

Sdçs

Ismael

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NATAN VASCONCELOS
AUTOR
19/3/10 22:02 delete

Ao Marcelo Hagah, de João Pessoa-PB.

Informe-se sobre os trabalhos de evangelismo (pregação do Evangelho, e não transformação de pessoas em evangélicos), sobre o trabalho "Pequeninos na Nigéria", onde muitos homens e mulheres de Deus da Estação do Caminho partiram em direção à África, a fim de resgatar crianças pequenas da acusação de bruxaria feitas pela IGREJA INSTITUIÇÃO e por pastores que adoram e servem ao dinheiro.

Cuidado ao falar sobre o que você não sabe. Agora, me diz você: onde estão os seus frutos?

Natan Vasconcelos
Fortaleza/CE

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Anônimo
AUTOR
19/3/10 23:58 delete

Natan, interessante que, ao mesmo tempo que vc que dar lição de moral contra aqueles que supostamente julgam o Cáio Báfio, rapidamente julga os outros, não? hehe

Natan, a ir por este caminho, os espíritas, budistas e muçulmanos devem ser contados como cristãos, junto com Cáio e do "Caminho". Só que o evangelho ensina que ninguém será salvo por obras de justiça. O importante é a fé salvadora no único e absoluto salvador, Cristo, que nos leva a uma vida de arrependimento diário, como resposta grata. De que adianta fazer supostas boas obras e perder a alma?

Fariamos melhor em meditar nas palavras de Cristo: "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade".

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20/3/10 11:11 delete

A idolatria no meio evangélico vai do Diante do Trono ao Caio Fábio. Nenhuma crítica pode ser feita aos "ícones". Criticar alguém ou suas idéias é um tipo de blasfêmia. Pisar a Escritura, chingar a Igreja, reduzir Jesus a um agente catalizador cultural, e falar palavrão, tudo isso pode, mas tecer críticas a uma conduta pessoal reprovável é um crime passível de pena capital.
Muitos disseram Paz, quando estão muito longe da Paz de Cristo.
Que a Palavra seja o arbitro.

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20/3/10 15:00 delete

Solano que post fantástico e com certeza a pérola dos que tem uma forma profana e maldita de falar é o apoio a pregadores que se preocupam em ser popular. Imagino Jesus dizendo assim: "fale palavrões desde que acompanhado de boas obras (ENVOLVIMENTO SOCIAL)". Ou até mesmo dizer palavrões acompanhado de uma boa argumentação filosófica.

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20/3/10 19:13 delete

Amado,

Paz!

Sou seguidor desse blog, considero os textos aqui postados de extrema relevância para nossa edificação. As preocupações que ocupam nossas mentes com relação ao denominado "povo cristão" não se limita a questão do linguajar, pelo contrário. Antes porém, devo admitir que esse problema em especifico é "dos males o menor". Há realmente males mais profundos que realmente deixam marcas que não se apagam com um linguajar "sádio". Prefiro acreditar que as doces palavras surgem de um povo que se preocupam em ter uma fé seguida de obras e não apenas uma fé comprometida com sua "imagem" de cristão.

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Anônimo
AUTOR
20/3/10 20:36 delete Este comentário foi removido por um administrador do blog.
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Renato
AUTOR
21/3/10 15:43 delete

Noto o seguinte

Os defensores do "pastor" a que você se referiu, SEMPRE agridem, julgam e condenam qualquer um que não concorde com ele. Não precisa fazer nada de errado, basta discordar dele, e é atacado. Difamam à vontade quem não segue a cartilha dele, acusam de qualquer coisa que lhes vem à cabeça.

Vejo então qual é o fruto do ministério dele, uma legião de difamadores, acusadores, e gente cheia ade ódio. Tiro daí certas conclusões.

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Renato
AUTOR
21/3/10 16:10 delete

Colocando de forma mais ampla o que eu já disse:

Muitos seguidores de CAIO FÁBIO são pessoas cheias de ódio. Nunca ví uma só crítica a ele deixar de ser respondida em espírito de ÓDIO E VINGANÇA. Seus defensores SISTEMATICAMENTE demonstram ódio, descontrole, imprecações E ACUSAÇÕES FEITAS DE VENTO, contra qualquer pessoa que ouse critica-lo, e fico pensando se não usariam de violência física, caso o debate fosse pessoal. O mais espantoso é o cipoal de acusações que tecem contra pessoas que nem conhecem, sobre as quais nada sabem, pelo simples fato de ter ousado criticar o "deus" Caio.

Outra coisa que espanta é a hipocrisia dessa seita. Acusam TODOS os críticos de Caio Fábio de hipocrisia, DE FALTA DE AMOR, e de qualquer outra coisa que lhes ocorra, sem ter nenhum conhecimento de causa. Mas o seu lider destila todos os dias ódio e imprecações contra todos os evangélicos que não concordam com ele, sem que NUNCA algum de seus seguidores tenha ficado chocado com a FALTA DE AMOR de Caio Fábio.

Faço portanto um apelo a vocês seguidores de Caio:

NÃO DEIXEM DE MANIFESTAR-SE TODA VEZ QUE ALGUM MORTAL OUSAR PROFERIR PALAVRA DE DISCORDÂNCIA CONTRA O "DEUS" CAIO. Vocês são a carta viva, a prova e o fruto do ministério dele. A boca fala do que o coração está cheio. Voces demonstram claramente do que está cheio o seu coração.

Mas, se quiserem ouvir um conselho ainda melhor, digo a todos os seguidores de Caio Fábio: ARREPENDAM-SE DO SEU ÓDIO E ARREPENDAM-SE DA SUA IDOLATRIA. Não sei se alguém seguirá o meu conselho, mas é munha obrigação dize-lo.

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Renato
AUTOR
21/3/10 16:43 delete

Pr Solano

Uma coisa me incomoda muitíssimo no meio evangélico atual: Essa gente que diz "não podemos julgar", "só Deus pode julgar", etc.

Isso é totalmente anti-bíblico. A Bíblia ensina constantemente que devemos julgar. Portanto, as palavras de Yeshua "não julgueis" só podem ter uma aplicação restrita. Cabe a quem usa esse argumento, deferenciar (e mostrar na Bíblia) em que sentido devemos e em que sentido não devemos julgar.

Outro ponto chocante, é que tais pessoas usam do julgamento no PIOR sentido possivel, logo após dizerem que não podemos julgar. Geralmente ocorre o seguinte: Leem alguma crítica à um de seus bezerro de ouro. Respondem imediatamente "Não devemos julgar, só Deus pode julgar, e qualquer pessoa que ousou falar mal contra o meu bezerro de ouro, na verdade comete pecados muito maiores". Veja só que interessante, no exato momento em que a pessoa afirma que não se pode julgar, ela mesma julga, e num sentido certamente pecaminoso, pois baseado na calúnia. Ela acusa pessoas (e os discordantes de Caio Fábio podem ser milhões) que ela não conhece, e sobre as quais nada sabe, de cometer pecados que ela não viu. Julgar, nesse sentido, é caluniar, e certamente é pecado. TODAS as vezes que alguém discorda de Caio Fábio, na internet, eu vejo as caofabetes cometendo essa torpeza.

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Aprendiz
AUTOR
21/3/10 17:49 delete

Agora uma crítica ao Pastor Tomás.

Grotesca, a sua atidude. Vou citar suas palavras torpes:

"O senhor além de invejoso é covarde, pois publicou esse texto enquanto o acusado está em viajem no exterior.

Invejoso, porque uma vez que o acusado está caído e derrotado como o senhor diz, não seria necessário escrever um texto acusando-o, uma vez que existe unanimidade quanto a não utilização de palavrões no meio evangélico.

Se conheço bem o acusado, o senhor não perde por esperar."

Vamos distrinchar aqui a mente de um caiofabete.

1. O pastor Tomás, afirma saber que o texto foi escrito agora, para coincidir com uma viagem de Caio Fábio. Na mente dessa pessoa o presbítero Solano ficou acompanhando a agenda do criticado, para lançar "covardemente" sua crítica no momento de uma viagem ao exterior (como se a internet não ultrapassasse as fronteiras!). É isso pastor Tomás? Você realemente pensa assim, ou apenas permite-se dizer uma besteira obvia na defesa do seu protegido? Quem é que faz julgamento preciptado e calunioso? Não é você? E não seria o caso de você fazer um exame íntimo, para ver se não o faz por idolatria? Caio Fábio não seria seu bezerro de ouro?

2. Não contente com xingar um colega de covarde, chama-o também de invejoso, arrogando-se o conhecimento do coração alheio. Suas ações, além de covarde e vis, demonstrarm arrogancia e falta de humildade.

3. diz que não deveria ser escrita nenhuma crítica contra Caio Fábio, por ele estar caído e derrotado. Estranha argumentação. O Diabo também está caído e derrotado, mas Deus permite-se escrever em palavras eternas contra ele, para denunciar suas maldades, para que ele não leve o homem na sua perdição. Caio Fábio também, embora caído, tem influenciado a muitos, como prova a manifestação violenta de seu fã-club aqui.

4. O texto não deveria ter sido escrito, uma vez que existe unanimidade entre os evangélicos sobre não falar palavrões. Ai, ai, ai, o grau de dissossiação da realidade parece grave. O texto foi escrito justamente a respeito de um outro lider cristão e médico que defende num vídeo o uso de palavrões. O próprio debate aqui prova que não há nenhuma unanimidade a respeito disso. É um argumento claramente falso, que visa apenas calar um lado.

5. As palavras finais, em termos de ameaça, são bstante chocantes. Mas não para mim, pois li, anos atrás uma resposta de Caio Fábio em que ameaçava "desossar" Júlio Severo. Recentemente fãs de
Caio Fábio espalharam pela internet que Júlio Severo teria tido um comportamento homossexual no seminário. Detalhe: Júlio Severo jamais frequentou seminário.

È pastor Tomás, conhecendo a baixeza da figura que você defende, posso imaginar o que siginificam as palavras "não perde por esperar". O cara tem um jeitão de ovelha, mas faz coisas que só lobos sabem fazer.

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Natan Vasconcelos
AUTOR
22/3/10 09:37 delete

Apendiz disse:

"Caio Fábio também, embora caído..."

Aprendiz, você tem muito mesmo ainda o que aprender. Principalmente sobre arrependimento, confissão e restauração. Aproveite e aprenda sobre a misericórdia de Deus, que é compassivo, bondoso, assaz benigno.

O Caio Fábio tem uma pedrinha branca com um nome escrito, lá nos Céus, que só o Senhor conhece.

Guarda a tua boca antes de julgar.

Aprenda que com a medida que você julgar, você será julgada.

Tira a trave do teu olho, antes de querer acusar qualquer servo de Deus de caído. Quem maném você e eu de pé? Deixe que ELE o diga.

No mais, fique tranquilo, NINGUEM perde por esperar. Com absoluta certeza, ele não vai perder o tempo dele (ao contrário de mim) se defendendo. Lembra de Romanos 8? É o SENHOR mesmo quem o justifica.

Um presbiteriano no Caminho,

Natan Vasconcelos.

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22/3/10 10:37 delete

É interessante quando dizem "seguidores do Caio Fábio". O Caio é enfático quando diz que não cria seguidores dele, mas, que as pessoas que o escutam e assimilam sua mensagem (que é a mensagem da Cruz) devem se tornar seguidores de Jesus, não apenas uma "cria" dele. E os de fora, que são seguidores de David Miranda, Edir Macedo, Silas Malafaia, Waldomiro Santiago, acreditam que o Caio tenha seguidores porque não conseguem assimilar que o padrão de mensagem do Caio não é o mesmo destes citados.

Evaldo Wolkers.

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D. José
AUTOR
22/3/10 11:39 delete

Olá:

Puxa, que confusão! Espantoso!

Nunca imaginei que um assunto tão básico pudesse gerar tanta discussão.

E que rídiculo esse negócio de "não toque, não rele e não fale do 'ungido' do Senhor". Parece que a carapuça serviu direitinho no Caio Fábio e seus acólitos --- afinal, o texto nem se referia a ele.

O sujeito pecou e entrou num beco sem saída - a la Adão - de auto-indulgência. Para justificar seus atos, ele precisou rebaixar os padrões morais de Deus para a vida do homem --- nivelou as coisas por baixo --- e quer falar em amor, fraternidade, etc sem mostrar nada dessas coisas.

Li um dia desses um ótimo texto do Pr. Tiago Santos (http://blogfiel.com.br/2010/02/nobreza-perdida/), onde ele fala que hoje há muitos intolerantes em nome da tolerância. Falta mesmo é discernimento bereano ao povo que se chama evangélico.

Que tristeza.

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Anônimo
AUTOR
22/3/10 14:07 delete

Embora o Caio Fábio tenha ameaçado "desossar" o Júlio Severo, além de ter cometido outros atos pecaminosos, ele se arrependeu.

Quanto ao palavrão, não creio que ele faça apologia do mesmo. Apenas explica a questão com certo humor. Sou contra isso, mas não posso avançar na sua condenação.

Se ele for condenado por nós, temos que condenar os grandes pecadores eleitos da Bíblia: Davi, Salomão, entre outros.

Fiquemos alertas, mas não o condemos; pois, até mesmo o diabo só pode ser condenado por Deus.

Paz, amor e misericórdia!

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Thiago
AUTOR
22/3/10 15:49 delete

Pr Solano,

Você é chato, mas o seu texto deu ibope. Mande seu currículo para a Globo.

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Anônimo
AUTOR
22/3/10 17:51 delete

Presbítero Solano, é importante deixar claro que há vários "anônimos" postando aqui. A minha primeira postagem, por exemplo, foi no dia 16, às 09:57.

Qual a importância desta observação? Houve um irmão que falou sobre a "evolução das desculpas", reunindo várias opiniões e pontos de vista como se todos partissem da mesma pessoa.

Sendo injusto que assim permaneça, peço que publique essa ressalva.

Responder
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Aprendiz
AUTOR
22/3/10 23:12 delete

Evaldo Wolkers

Você realmente leu os comentários acima? Não é perceptível que há seguidores de Caio? Os seus defensores falam de tantas coisas, mas o significado emocional do que dizem é um só: "Caio não pode ser criticado". Eles mesmos criticam a muitos, até fazem julgamentos precipitados, mas dizem que há uma interdição a toda crítica a uma determinada pessoa. Não está claro para você o que isso significa? Nem mesmo a esquizofrenia de certos defensores de Caio lhe é perceptível? No exato momento em que dizem que é proibido julgar, julgam!

Aparentemente, os evangélicos tem sido treinados na cegueira e na incoerência. E pior, na idolatria.

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Airton
AUTOR
23/3/10 08:23 delete

Fiquei um pouco preocupado com a quantidade de comentários que encontrei aqui defendendo o Caio Fábio. Não que ele esteja errado ou certo na sua afirmação. Assisti ao vídeo e não contribuiu absolutamente nada para minha vida. Não me ofendeu e tão pouco me edificou.
Mas o que me preocupa é outra questão. Criticamos aqueles que consideram o Papa por ele se declarar infalível, mas esses mesmos que assim fazem, estão dispostas a defender seus “pastores” como se esses fossem infalíveis.
Se Caio Fábio ou qualquer outro evangélico falar algo com que eu não concordo ou que não tenha embasamento bíblico, não vou defender sua idéia somente porque ele é evangélicos.
Me chateia muito ver evangélicos defendendo seus líderes como se só por serem “pastores” fossem os donos da verdade. Basta ler nesses comentários todos como as pessoas usam de palavras ofensivas e agressivas para defender Caio Fábio. Isso só porque ele é o Caio Fábio. Se fosse ele que tivesse escrito esse texto Solano Portela que tivesse gravado o vídeo, essas mesmas pessoas que estão defendendo Caio Fábio estariam criticando Solano Portela. Caio Fábio não é Deus, não é dono da verdade e sem dúvidas já falou e vai falar muitas coisas das quais eu não vou concordar. Baterei palmas para aquilo que for correto e criticarei o que achar incorreto. Sem ofende-lo e sem a obrigação de ter de defende-lo só porque é o Caio Fábio.
Dias atrás o cantor inglês Elton John disse me uma entrevista que “Jesus era gay”. Estranhamente quase ninguém se manifestou para repudiar essa afirmação. Mas quando se trata do Caio Fábio, um monte de gente aparece para defende-lo, mesmo quando ele está errado. Então procuram um monte de argumento para defende-lo, ou pior, ficam pesquisando a vida de quem falou contra ele para poder achar algum fato onde possam também difamá-lo, como se isso fosse tornar um mais santo que o outro.
Para encerrar quero dizer que quem me conhece sabe que estou longe de ser um santo, mas na medida do possível procuro sempre agir corretamente. Não falo palavrões, mesmo convivendo no meio de muitas pessoas que o fazem. E sou respeitado por isso. Os que querem continuar falando dificilmente irão travar uma conversa muito longa comigo, pois evito esse tipo de pessoa.
Quem quiser visitar meu blog:
http://airtonbc.wordpress.com

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23/3/10 12:49 delete

Caros Amigos:

Agradeço a todos os comentários feitos ao longo desses últimos dez dias. Só tive oportunidade de interagir umas duas vezes, mas tenho acompanhado e moderado o que aqui foi colocado.

O que era uma exposição bíblica sobre o uso da linguagem tornou-se uma polêmica com o envolvimento de personagens, simplesmente porque utilizei o texto do líder como exemplo de uso inconseqüente de palavrões. É incontestável que o texto mencionado usa palavrões – está lá para quem duvidar.

A argumentação dos que se incomodaram com o texto então passou a ser:

1. Não são na realidade palavrões, mas utilização autêntica da linguagem – de acordo com esse argumento, tudo está aprovado, desde que contextualizado. Quem não aceita isso, é hipócrita, moralista, engasga-se com mosquito e engole camelos (como se o poder exaustivo de verificação comparativa do índice de ingestão de camelos estivesse ao alcance desses oponentes). Essa é a posição dos amorosos verdugos – se declaram cheios de graça e amor, exceto para com quem critica alguém da confraria.

2. São palavrões, mas e daí? Vejam os horrores da guerra, dos genocídios, da opressão social – isso é o que deve ser combatido. Essa é a posição da lógica esquizofrênica, que postula uma alternativa como excludente da outra, sem qualquer base para isso.

3. Somos contra palavrões e está sendo feita uma acusação injusta – nesse sentido, o trabalho arqueológico desenterrou um vídeo contra o uso de palavrões (se tivessem cavado um pouco mais, encontrarão livros em defesa da instituição da família e outras virtudes cristãs – sabemos disso). Essa é a posição da ignorância voluntária, que recusa-se a olhar as últimas e mais recentes evidências do texto que foi utilizado como exemplo.

4. A Bíblia contém palavrões. Os proponentes dessa linha apresentam uns poucos textos descritivos, insistindo que eles são palavrões; apresentam uma pseudo erudição lingüística – negando que nas ocorrências de uso o linguajar é recatado e não descamba para a vulgaridade; bem como descartando todas as passagens normativas nas quais a Bíblia condena o uso de palavras torpes e obscena. Essa é a posição do suicídio hermenêutico-teológico.

Possivelmente poderíamos classificar outras posições, mas o que chama atenção, e isso foi indicado por vários comentaristas, aqui, é a ausência de arrazoado bíblico; a falta de querer entender, com seriedade, o que a Bíblia realmente ensina. Na língua inglesa chamam isso de “to beg the question” – ou seja, ignora-se o ponto central, o fulcro da discussão, e mascara-se a questão argüida com argumentações diversionistas, ataques ad hominen, etc.

Continua...

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23/3/10 12:49 delete

Continuação...


Não foi nosso propósito entrar em embate de e com personagens do mundo evangélico, mas achamos que postagens públicas e que pretendem ensinar ou pontuar pontos doutrinários aos fiéis e à igreja, em seu sentido mais amplo, podem e devem ser utilizadas como exemplo ou até questionadas, à luz do que a Palavra de Deus realmente ensina.

Vários comentários foram postados, mas um número expressivo foi recusado. Existem várias razões para isso, entre essas:

1. Comentários com palavrões inconseqüentes, por vezes com ataques pessoais virulentos, que só ofendem e não edificam em nenhum aspecto;

2. Comentários “místicos”, anônimos, com pontificações e elucubrações professorais, que nada dizem e que nada acrescentariam aos leitores;

3. Discussões intermináveis. Em algum momento, por nosso critério e opinião, interrompemos algumas discussões em andamento com outros comentaristas. Isso pode ocorrer por ataques que ficam mais incisivos, ou meramente por decisão unilateral nossa. Sentimos muito que alguns se sintam tolhidos no diálogo, mas em algum ponto o vai-e-vem tem que parar. Não é concebível, também, que comentários anônimos exijam direto de resposta, até porque não se sabe quem está respondendo a quem. Muitos dos nossos amigos que postam comentários possuem seus próprios blogs e outros meios de expressão, nos quais não dependem.

Que Deus nos auxilie a procurarmos sempre em sua Palavra as posturas de vida que mais honram ao nosso Deus e ao Nosso Salvador

Mais uma vez, obrigado a todos - até aos que nos agulharam e nos atacaram.

Solano

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diego
AUTOR
24/3/10 10:46 delete

Vejam o que está escrito da descrição da Comunidade "Caio Fábio" no orkut (Comunidade de admiradores).

Está escrito:
"Damos-nos o direito de deletar quaisquer postagens ofensivas, feitas por fakes ou ainda que usem linguajar não cristão."

kkkkkk

Deveriam deletar o próprio Caio Fábio.

É uma piada mesmo!

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Anônimo
AUTOR
24/3/10 13:12 delete

É assustador notar que muitos crentes tem discordado da própria Bíblia. Se ser radical é interpretar corretamente as Escrituras e viver por ela, eu quero ser um radical.
Que Deus continue usando sua vida e seus textos para edificação.

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Marc
AUTOR
25/3/10 19:05 delete

O povo do "está escrito" nunca compreende o que "está dito"... Aferra-se à letra e não discerne o espírito.

Quanto ao uso das palavras, elege uma meia-dúzia de termos e expressões e considera-as "profanas", pois acredita piamente que o escopo da orientação bíblica visa mesmo a uma "linguagem politicamente correta".

Não acredito que Paulo seja o autor da musiquinha - "cuidado, boquinha, com o que fala"... rsrs. O ensino apóstólico não é algo do tipo: "Irmãos, a palavra X foi contaminada... e a Y, também... fiquem longe delas!" O sentido/desafio é muito maior e mais sério.

Que o Espírito a todos esclareça!

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Anônimo
AUTOR
26/3/10 10:02 delete

Prezados,

Me parece que uma questão que foi colada no início dos comentários dessa postagem não foi respondida:

"O referido "pastor" prega regularmente, uma vez por mês, na Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro. O Supremo Concílio da IPB sabe disso, mas não tem autoridade para agir no caso. Quando disciplinado pela IPB, logo que cometeu o delito que o tornou maldito, o tal pastor recusou-se a receber adisciplina, e deu entrevista à revista Veja dizendo que era crucificado em público, mas acariciado em particular pelos líderes da IPB".

Como isso ficou em aberto, eu pergunto: Alguém se habilita?

Pr. Eliseu Antonio de Moraes

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Anônimo
AUTOR
28/3/10 23:51 delete

Pr. Eliseu,

Acorde!

Todos estes que falam do Caio cresceram com o seu legado e brigaram por seus despojos.

Além do mais, o senhor deveria saber que o SUPREMO CONCÍLIO não intervém neste tipo de coisa. Cabe a cada presbitério. Além do mais, a "Mara Maravilha" já pregou em um culto solene da IPB, em Fortaleza, disse um monte de abobrinhas, usou linguajar da Confissão Positiva, disse heresias até não querer mais e ninguém disse nada.

Sabe quem perde se o Caio deixar de pregar lá na pomposa CATEDRAL do Rio? Uma dica: ele é que não é.

Abraços!

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bub
AUTOR
7/4/10 22:12 delete

Obrigada pelo post, presbitero. Acabei de entrar na universidade & estava discutindo isso com outros cristãos aqui, porque cada 10 palavras que ouvimos, 12 sao palavroes. São quase como interjeiçoes já. Saem naturalmente. E temos mesmo que nos policiar pra fazer diferente, falar diferente.
Não entendi muito bem essa guerra toda aqui nos comentários. estão:
-defendendo o palavrão?
-defendendo as crianças raquiticas e perseguidos da africa e china?
- ou eles apenas querem falar o palavrao, estarem livres desse peso de ''palavrao é errado'' & chamando o sr. de hiipócrita só pra aliviar a própria hipocrisia.

de que valeria ajudar todos os famintos, e necessitados, spreading the gospel, se na sua casa , no seu circulo de amigos... vc fala coisas ruins.. se seu coração na verdade , fede ! (quase como o palavrao monossilabico. )

xx
bub.

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Guilherme
AUTOR
8/4/10 14:47 delete

Como diz o sábio ditado popular: "Uma coisa é um coisa, outra coisa é outra coisa". Esse texto, especificamente, trata sobre o correto uso da linguagem, que é um mandamento bíblico. Ele não nega a prática da Palavra e preocupações com fatos sérissimos como a FOME NA ÁFRICA.
Não estou entendendo a acusação de hipocrisia!

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jeeh
AUTOR
8/4/10 15:08 delete

Bom, para aqueles que acham que posts como este afastam as pessoas de Deus. Deus disse que nós devemos ser luz no mundo e não devemos nos acostumar com as coisas deste mundo, deste século, nós não temos que ser iguais aos descrentes para atraí-los para a igreja ou para tornar a igreja atraente, Jesus já é convidativo, Ele faz a obra na pessoa, nós só temos que espalhar Seu evangelho, que inclui o fato de não falarmos palavrão. Existem sim vários outros problemas na igreja e no mundo que merecem nossa atenção, mas nunca podemos passar por cima desses que parecem ser menores, mas todos os pecados são igualmente malignos à nossa alma e afrontas a Deus.

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Italo
AUTOR
3/5/10 11:22 delete

È um absurdo as pessaos apoiarem pessoas que usam de linguajar inútil na pregação. Caio Fabio, Silas Malafaia e Mark Discroll nos USA.

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27/5/14 09:40 delete

Eu fico atónito quando pessoas que se dizem salvos, remidos,herdeiros do céu, venham dizer que há palavrões grandes e pequenos, palavrões que se calhar Jesus os iria dizer, sim se o amigo irmão chama de hipócrita a quem repudia linguagem baixar, então também deve de achar que o próprio Jesus iria usar linguagem baixa para fazer rir ou apenas por gracinha, decerto concorda com pecados grandes e pecados pequenos, mentiras grandes e mentiras pequenas. Então o que é para si santidade? o que é para si palavras torpes?O que é para si o novo nascimento? Ou ainda o que é para si a salvação? Vamos estudar a Bíblia com aplicação e pedir a Deus entendimento e sabedoria. Abraço.
Peregrino E Servo.

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