sábado, junho 21, 2014

Augustus Nicodemus Lopes

Sobre Festas Juninas

A festa celebra o nascimento de João Batista, que virou um dos santos católicos. É realizada no dia 24 de junho com base no fato que João Batista havia nascido seis meses antes de Jesus (Lc 1:26,36). Se o nascimento de Jesus (Natal) é celebrado em 25 de dezembro, então o de João Batista é celebrado seis meses antes, em 24 de junho. É claro que estas datas são convenções, apenas, pois não sabemos ao certo a data do nascimento do Senhor.

A origem das fogueiras nas celebrações deste dia é obscura. Parece que vem do costume pagão de adorar seus deuses com fogueiras. Os druidas britânicos, segundo consta, adoravam Baal com fogos de artifício. Depois a Igreja Católica inventou a história que Isabel acendeu uma fogueira para avisar Maria que João tinha nascido. Outra lenda é que na comemoração deste dia, fogueiras espontâneas surgiram no alto dos montes.

Já a quadrilha tem origem francesa, sendo uma dança da elite daquele país, que só prosperou no Brasil rural. Daí a ligação com as roupas caipiras. Por motivos obscuros acabou fazendo parte das festividades de São João.

Fazem parte ainda das celebrações no Brasil (é bom lembrar que estas festas também são celebradas em alguns países da Europa) as comidas de milho – provavelmente associadas com a quadrilha que vem do interior – as famosas balas de “Cosme e Damião.” São realizadas missas e procissões, muitas rezas e pedidos feitos a São João. As comidas são oferecidas a ele.

Se estas festividades tivessem somente um caráter religioso e fossem celebradas dentro das igrejas como se fossem parte das atividades dos católicos, não haveria qualquer dúvida quanto à pergunta, “pode um evangélico participar?” Acontece que as festas juninas foram absorvidas em grande parte pela cultura brasileira de maneira que em muitos lugares já perdeu o caráter de festa religiosa. Para muitos, é apenas uma festa onde acendem-se fogueiras, come-se milho preparado de diferentes maneiras e soltam-se fogos de artifício, sem menção do santo, e sem orações ou rezas feitas a ele.

Paulo enfrentou um caso semelhante na igreja de Corinto. Havia festivais pagãos oferecidos aos deuses nos templos da cidade. Eram os crentes livres para participar e comer carne que havia sido oferecida aos ídolos? A resposta de Paulo foi tríplice:
  • O crente não deveria ir ao templo pagão para estas festas e ali comer carne, pois isto configuraria culto e portanto, idolatria (1Cor 10:19-23). Na mesma linha, eu creio que os crentes não devem ir às igrejas católicas ou a qualquer outro lugar onde haverá oração, rezas, missas e invocação do São João, pois isto implicaria em culto idólatra e falso.
  • Paulo disse ainda que o crente poderia aceitar o convite de um amigo pagão e comer carne na casa dele, mesmo com o risco de que esta carne tivesse sido oferecida aos ídolos. Se, todavia, houvesse alguém presente ali que se escandalizasse, o crente não deveria comer (1Cor 10:27-31). Fazendo uma aplicação para nosso caso, se convidado para ir a casa de um amigo católico neste dia para comer milho, etc., ele poderia ir, desde que não houvesse atos religiosos e desde que ninguém ali ficasse escandalizado.
  • E por fim, Paulo diz que o crente pode comer de tudo que se vende no mercado sem perguntar nada. A exceção é causar escândalo (1Cor 10:25-26). Aplicando para nosso caso, não vejo problema em o crente comer milho, pamonha, mungunzá, etc. neste dia e estar presente em festas juninas onde não há qualquer vínculo religioso, desde que não vá provocar escândalos e controvérsias. Se Paulo permitiu que os crentes comessem carne que possivelmente vieram dos templos pagãos para os açougues, desde que não fosse em ambiente de culto, creio que podemos fazer o mesmo, ressalvado o amor que nos levaria à abstinência em favor dos que se escandalizariam.
Segue abaixo parte de um livro meu onde abordo com mais detalhes o que Paulo ensinou aos coríntios em casos envolvendo a liberdade cristã.

O CULTO ESPIRITUAL, Augustus Nicodemus Lopes. Cultura Cristã, 2012.

“A situação de Corinto era diferente. O problema lá não era o mesmo tratado no concílio de Jerusalém. O problema não era os escrúpulos de judeus cristãos ofendidos pela atitude liberal de crentes gentios quanto à comida oferecida aos ídolos. Portanto, a solução de Jerusalém não servia para Corinto. É provavelmente por esse motivo que o apóstolo não invoca o decreto de Jerusalém.[1] Antes, procura responder às questões que preocupavam os coríntios de acordo com o princípio fundamental de que só há um Deus vivo e verdadeiro, o qual fez todas as coisas; que o ídolo nada é nesse mundo; e que fora do ambiente do culto pagão, somos livres para comer até mesmo coisas que ali foram sacrificadas.

1. A primeira pergunta dos coríntios havia sido: era lícito participar de um festival religioso num templo pagão e ali comer a carne dos animais sacrificados aos deuses? Não, responde Paulo. Isso significaria participar diretamente no culto aos demônios onde o animal foi sacrificado (1 Co 10.16-24). Paulo havia dito que os deuses dos pagãos eram imaginários (1 Co 10.19). Por outro lado, ele afirma que aquilo que é sacrificado nos altares pagãos é oferecido, na verdade, aos demônios e não a Deus (10.20). Paulo não está dizendo que os gentios conscientemente ofereciam seus sacrifícios aos demônios. Obviamente, eles pensavam que estavam servindo aos deuses, e nunca a espíritos malignos e impuros. Entretanto, ao fim das contas, seu culto era culto aos demônios. [2] Paulo está aqui refletindo o ensino bíblico do Antigo Testamento quanto ao culto dos gentios:
 Sacrifícios ofereceram aos demônios, não a Deus... (Dt 32.17)
...pois imolaram seus filhos e suas filhas aos demônios (Sl 106.37).
 O princípio fundamental é que o homem não regenerado, ao quebrar as leis de Deus, mesmo não tendo a intenção de servir a Satanás, acaba obedecendo ao adversário de Deus e fazendo sua vontade. Satanás é o príncipe desse mundo. Portanto, cada pecado é um tributo em sua honra. Ao recusar-se a adorar ao único Deus verdadeiro (cf. Rm 1.18-25), o homem acaba por curvar-se diante de Satanás e de seus anjos.[3] Para Paulo, participar nos festivais pagãos acabava por ser um culto aos demônios. Por esse motivo, responde que um cristão não deveria comer carne no templo do ídolo. Isso eqüivaleria a participar da mesa dos demônios, o que provocaria ciúmes e zelo da parte de Deus (1 Co 10.21-22). Paulo deseja deixar claro para os coríntios “fortes”, que não tinham qualquer intenção de manter comunhão com os demônios, que era a atitude deles em participar nos festivais do templo que contava ao final. Era a força do ato em si que acabaria por estabelecer comunhão com os demônios.[4]

2. Era lícito comer carne comprada no mercado público? Sim, responde Paulo. Compre e coma, sem nada perguntar (1 Co 10.25). A carne já não está no ambiente de culto pagão. Não mantém nenhuma relação especial com os demônios, depois que saiu de lá. Está “limpa” e pode ser consumida.

3. Era lícito comer carne na casa de um amigo idólatra? Sim e não, responde Paulo. Sim, caso não haja, entre os convidados, algum crente “fraco” que alerte sobre a procedência da carne (1 Co 10.27). Não, quando isso ocorrer (1 Co 10.28-30).

O ponto que desejo destacar é que para o apóstolo Paulo a carne que havia sido sacrificada aos demônios no templo pagão perdia a “contaminação espiritual” depois que saia do ambiente de culto. Era carne, como qualquer outra. É verdade que ele condenou a atitude dos “fortes” que estavam comendo, no próprio templo, a carne sacrificada aos demônios. Mas isso foi porque comer a carne ali era parte do culto prestado aos demônios, assim como comer o pão e beber o vinho na Ceia é parte de nosso culto a Deus. Uma vez encerrado o culto, o pão é pão e o vinho é vinho. Aliás, continuaram a ser pão e vinho, antes, durante e depois. A mesma coisa ocorre com as carnes de animais oferecidas aos ídolos. E o que é verdade acerca da carne, é também verdade acerca de fetiches, roupas, amuletos, estátuas e objetos consagrados aos deuses pagãos. Como disse Calvino,
Alguma dúvida pode surgir se as criaturas de Deus se tornam impuras ao serem usadas pelos incrédulos em sacrifícios. Paulo nega tal conceito, porque o senhorio e possessão de toda terra permanecem nas mãos de Deus. Mas, pelo seu poder, o Senhor sustenta as coisas que tem em suas mãos, e, por causa disto, ele as santifica. Por isso, tudo que os filhos de Deus usam é limpo, visto que o tomam das mãos de Deus, e de nenhuma outra fonte.[5]


[1] Note que Paulo não teve qualquer problema em anunciar o decreto em Antioquia, o que produziu muito conforto entre os irmãos (At 15.30-31).
[2] Não somente Paulo, mas os cristãos em geral tinham esse conceito. João escreveu: “Os outros homens, aqueles que não foram mortos por esses flagelos, não se arrependeram das obras das suas mãos, deixando de adorar os demônios e os ídolos de ouro, de prata, de cobre, de pedra e de pau, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar” (Ap 9.20).
[3] Cf. Charles Hodge, A Commentary on 1 & 2 Corinthians (Carlisle, PA: Banner of Truth, 1857; reimpressão 1978) 193.
[4] Hodge (1 & 2 Corinthians, 194) chama a nossa atenção para o fato de que o mesmo princípio se aplica hoje aos missionários que, por força da “contextualização”, acabam por participar nos festivais pagãos dos povos. Semelhantemente, os protestantes que participam da Missa católica, mesmo não tendo intenção de adorar a hóstia, acabam cometendo esse pecado, ao se curvar diante dela.
[5] João Calvino, Exposição de 1 Coríntios, em Comentário à Sagrada Escritura, trad. Valter G. Martins (São Paulo: Paracletos, 1996) 320.

Augustus Nicodemus Lopes

Postado por Augustus Nicodemus Lopes.

Sobre os autores:

Dr. Augustus Nicodemus (@augustuslopes) é atualmentepastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia, vice-presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana doBrasil e presidente da Junta de Educação Teológica da IPB.

O Prof. Solano Portela prega e ensina na Igreja Presbiteriana de Santo Amaro, onde tem uma classe dominical, que aborda as doutrinas contidas na Confissão de Fé de Westminster.

O Dr. Mauro Meister (@mfmeister) iniciou a plantação daIgreja Presbiteriana da Barra Funda.

20 comentários

comentários
Mario Filho
AUTOR
21/6/14 12:38 delete

Excelente texto, Rev.! Meu medo é de, daqui 100 anos, fazermos a mesma coisa com o carnaval. Vai se tornar tão cultural e normal (mais do que já é), e se tornar parte da vida do cristão. Deus abençoe!

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Gabriela
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21/6/14 12:46 delete

Não é só são João que é celebrado mas também Santo Antônio (dia 13) e São Pedro (dia 29), todos de junho, por isso, festa junina. Em junho é frio, por isso a fogueira, simples assim. É muito fácil recorrer a rituais que não tem nada a ver e depois dizer que "A igreja católica inventou"...aff.

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21/6/14 13:16 delete

Reverendo Augustus Nicodemus, o senhor disse, no início da publicação, que, segundo consta, os druidas adoravam a Baal por meio de fogos de artifícios. Mas Baal não seria um divindade dos povos vizinhos a Israel? E os deuses dos druidas não seriam aqueles da mitologia céltica? Desde já agradeço.

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21/6/14 13:36 delete

Ótimo artigo, muito bom para nosso conhecimento e reflexão.
Anderson Vieira dos Santos

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21/6/14 15:21 delete

Ótimo texto. Parabéns! Algumas igrejas evangélicas, especialmente no nordeste, fazem festas similares (com as comidas, roupas e até fogueira) nas dependências dos "templos". Algumas denominações no interior paulista também fazem a festa caipira. A minha questão é: como fica o testemunho da Igreja com a prática destas festas nas reuniões? Em Cristo.

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21/6/14 15:21 delete

Reverendo tenho sido muito edificado com seus artigos, seu texto é esclarecedor mas acredito, que as duas aplicações dos primeiros itens, a questão da participação em culto religioso e os escândalos que são condenados pela bíblia são suficientes para não participação do crente ou até mesmo nesta época realizar eventos como noite caipira etc... moro na Bahia, o contexto aqui é o mesmo, festa profana e religiosa, não há nenhuma possibilidade do envolvimento cristão, mesmo só para comprar a comida típica, o que traria problemas para a igreja. Aconselho e ensino as minhas ovelhas não participarem nem das programações de escolas, o que penso é que a festa junina é realizada de maneira diferente nos estados brasileiros. Qualquer cristão aqui se escandaliza quando vêem inclusive em nossa própria denominação a realização desse tipo de programação nas suas próprias igrejas. Abraço!!

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Alex Lima
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21/6/14 15:59 delete

Reverendo, a incorporação da festa tipica com barracas e comidas feitas pelas igrejas evangélicas é aceitável? Na verdade, sou parte de uma igreja que usa dessa prática e nunca vi nenhum mal nessa prática, pois, os alimentos são preparados pelas mãos dos próprios membros, porém, algumas pessoas ficam ressabiadas por conta desse tipo de festa ser relacionada aos católicos.

Obrigado pela atenção.
Que Deus seja contigo sempre.

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Alex Lima
AUTOR
21/6/14 16:04 delete

Ola Reverendo. Antes de qualquer duvida gostaria de agradecer por compartilhar conosco um pouco do seu conhecimento e sabedoria, que Deus o acrescente muito mais. A dúvida é sobre a inserção de festas tipicas assim nas igrejas evangélicas. Isso é aceitável? Participo de uma igreja que comemora assim, porém sem nenhum tipo de referência aos idolos. Há porém, uma boa quantia de pessoas que são contra exatamente pela festa ser de tradição católica. Qual a opinião do Reverendo quanto a isso?

Muito obrigado pela atenção.

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21/6/14 18:19 delete

A grande questão que me inquieta é que mesmo com a diminuição da influência religiosas nas quadrilhas, de um modo geral a celebração continua sendo para os santos, uma vez que as próprias canções declaram, "viva São João", "viva São Pedro", "viva Santo Antônio", daí minha opinião que continua não sendo conveniente para um cristão participar de tais festejos.

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21/6/14 18:25 delete

De fato valorizo e gosto da cultura caipira, eu mesmo sou um caipira, moro no sertão do país, porém apesar de hoje tais festejos serem cada vez mais desvinculados das questões religiosas, penso que as comemorações ainda são idólatras pois as própria canções declaram "viva São João", "viva São Pedro", "viva Santo Antônio", logo não é um ambiente adequado para o cristão por conta deste caráter idólatra. De fato muito igrejas hoje estão criando a versão "gospel" destes festejos, o que é uma discussão à parte. Mas com relação ás quadrilhas tradicionais, mesmo as promovidas por colégios, bairros, ou famílias penso que ainda são idólatras e não recomendadas para o cristão.

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Ton Prans
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21/6/14 21:03 delete

Excelente.
Justamente o assunto ao qual pensava escrever a respeito, veio no momento certo. Uma análise corretíssima.
Só que agora não preciso mais escrever :)

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22/6/14 10:08 delete

A paz do Senhor Rev. Augustus.
Antes de tudo, quero deixar bem claro que em meus argumentos, não estarão indo de contra a sua posição, entendo perfeitamente o que você quis passar nessa publicação e seu eu estiver errado peço que me corrija, mas sinto dizer que creio que o senhor se precipitou ao se fazer algumas colocações, motivo:
sou nordestino (Bahia)e posso afirmar que há uma DIFERENÇA ENORME entre as festividades juninas dos grandes centros urbanos para as das regiões nordestinas.
Concordo em apreciar o são joão que é realizado nas grandes metropolis onde o foco ´cultural onde o objetivo são as brncadeiras e/ou o chamado "volta a roça" mas no nordeste as coisas são diferentes, aqui impera a idolatria, a bebedice, o adulterio, a prostituição entre outros e creio que é pecado só em Pensar ou desejar participar de uma festa dessa aqui no nordeste. “Infiéis, não sabeis que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto qualquer que QUISER ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” (Tiago 4.4)
Então deixo claro para os irmãos em Cristo "nordestinos" Não podemos participar de festas juninas. Isso se deve ao fato de que somos crentes reformados, e temos uma tradição bíblica, doutrinária e histórica de oposição ao pecado, à idolatria e à mentira, tradição essa que deve ser guardada, como o nosso maior tesouro e compromisso com Deus. Aliás, a Reforma Protestante ocorreu justamente para expor o engano da idolatria, opondo-se e protestando contra os erros da igreja romana.
Então é isso espero que tenha me entendido Rev. Augustus, aquilo que é cultural a sua localidade a qual admiro, é bem diferente ao nosso contexto.
Concluo citando A Palavra de Deus “Não entrem debaixo do mesmo jugo daqueles que não amam ao Senhor, pois que tem o povo de Deus em comum com o povo do pecado? Como pode a luz conviver com as trevas?E que harmonia pode haver entre Cristo e o diabo? Como pode um cristão ser companheiro de alguém que não crê?E que união pode existir entre o templo de Deus e os ídolos? Pois vocês são o templo de Deus, a casa do Deus vivo, e Deus disse a respeito de vocês: "Eu morarei neles e andarei entre eles; serei seu Deus e eles serão meu povo".É por isso que o Senhor disse: "Larguem deles; separem-se deles; não toquem nas suas coisas imundas e Eu receberei vocês, Eu serei um Pai para vocês, e vocês serão meus filhos e minhas filhas".(2 Coríntios 6.14-18)

“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente...” (Romanos 12:2a.)

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otto bruno
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22/6/14 13:50 delete

aprendi muito com sua explicação a respeito dos cultos pagão Deus te abençoe meu irmão

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UP_Training
AUTOR
23/6/14 08:08 delete

Pastor, que Deus o abençoe. Vasos comer milho, canjica e pamonha, celebrar com alegria de vida nova, todos os dias, o que Cristo têm feito em nosso meio!

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23/6/14 16:54 delete

Reverendo. Então o mesmo vale para um carreamento na igreja católica.? Não poderíamos participar?

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Luiz Polito
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24/6/14 13:35 delete

Boa tarde Reverendo. Creio que será preciso mais postagens como essa para esclarecer exatamente o que se pode ou não pode nas igrejas hoje. Também concordo que você até poderá participar de uma festa dessa sem medo de pecar, mas ao trazer isso pra igreja, para mim, é associação com o mundo. Em muitos lugares essa festa perder o caráter religioso, mas contudo, em sua maioria, o caráter religioso da festa é mantido pelos seus idealizadores, inclusive com as rezas, musicas, e rituais que dizem claramente que são festas pagãs.

Peço até desculpas, porque sei do seu temor e conhecimentos inegáveis, mas acho que não ficou claro, pois essas praticas e outras praticas, tem invadido o meio evangélico, e devemos combate-las.

Se possivel, peço que leia o que escrevi em meu blog e me repreenda, se necessário.

http://luizpolito.blogspot.com.br/2013/04/crente-pode-sim-nao-tem-nada-ver.html

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25/6/14 15:24 delete

Ops!! Casamento e não carreamento.

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2/7/14 20:38 delete

Rev. Augustus o que o senhor pensa a respeito de festas juninas evangélicas?

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4/7/14 00:17 delete

O que será que João, Pedro e "Antonio" que nem sabemos quem é diriam dessa festa? que me perdoem, mas a celebração do culto "a Deus" é mais que suficiente para nos encher de alegria, precisamos mesmo dessa celebração? ou queremos uma desculpa para voltar ao velho homem?

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8/7/14 15:49 delete

Qual seria o escândalo entre um cristão e um pagão? Sei que, como no exemplo de Paulo, um cristão fraco vendo outro cristão sentado a mesa participando do banquete levará aquele cristão [fraco] a pensar que aquilo é necessário, mas e para com o pagão?
A pergunta é quase sem sentido, mas eu gostaria de saber qual seria o real problema para com o pagão.

Obrigado.

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