segunda-feira, dezembro 03, 2012

Augustus Nicodemus Lopes

Deus é amor


Em sua recente entrevista à revista VEJA, Rob Bell usou a declaração bíblica “Deus é amor” como argumento para embasar sua expectativa de que ao final todos os seres humanos serão salvos.
Não quero aqui repetir as observações que fiz à tal entrevista em post anterior. Vou me concentrar apenas numa análise crítica do uso desta frase “Deus é amor” por Rob Bell e seus seguidores.

Vou começar lembrando que antes de Rob Bell outros já usaram esta expressão bíblica (1Jo 4.8 e 16) para defender ideias estranhas. Cito particularmente os defensores do teísmo aberto ou da teologia relacional. Para eles, o atributo mais importante de Deus é o amor. Todos os demais estão subordinados a este. Richard Rice, um proponente do teísmo aberto, em seu artigo “Biblical Support for a New Perspective” [“Base Bíblia para uma Nova Perspectiva”] publicado num livro de teístas abertos cita um leque eclético de neo-ortodoxos e liberais, tais como Heschel, Barth, Brunner, Kasper e Pannenberg para apoiá-lo na afirmação que o amor “é mais importante que todos os outros atributos de Deus”, até mesmo “mais fundamental… O amor é a essência da realidade divina, a fonte básica da qual se originam todos os atributos de Deus.”

Com base neste conceito da predominância do amor, eles negam que Deus conheça o futuro, pois seu amor o impede de limitar a liberdade de suas criaturas de qualquer modo ou maneira. Deus é amor, e isto significa que ele é sensível para com suas criaturas e que constrói o futuro junto com as decisões delas. O futuro, portanto, é sempre aberto e indeterminado. Nem Deus o conhece, pois em nome do amor abriu mão da sua onisciência.

É claro que estas conclusões não podem ser consideradas nem mesmo como cristãs. Mas note que elas foram alcançadas a partir do uso errado do conceito de que Deus é amor. No caso, o erro maior foi esquecer que além de ser amor, Deus também é onisciente e onipotente e que seu amor não o obriga a renunciar a nenhuma de suas características ou atributos em seu relacionamento com suas criaturas. Penso que este é exatamente o mesmo tipo de erro em que Rob Bell e seus defensores incorrem ao usar a expressão “Deus é amor” como base para sua expectativa da salvação universal. Explico.

1 – Apenas quatro vezes no Novo Testamento encontramos afirmações sobre o que Deus é, três delas feitas por João: Deus é “espírito” (Jo 4.24), “luz” (1Jo 1.5) e “amor” (1Jo 4.8,16). A quarta é “Deus é fogo consumidor” (Hb 12.29; cf Dt 4.24). Estas afirmações não são definições completas de Deus – não tem como defini-lo no sentido estrito do termo –  mas revelam o que ele é em sua natureza. “Deus é amor” significa que ele não somente é a fonte de todo amor, mas é amor em sua própria essência. É importante, entretanto, lembrarmos que se Deus é amor, ele também é espírito, luz e fogo consumidor. Temos de manter em harmonia estes aspectos do ser de Deus, pois só assim poderemos compreender como um Deus, que é amor, castiga os ímpios com ira eterna. Conforme escreveu John Stott em seu comentário de 1João 4.8 e 16, “Aquele que é amor é luz e fogo também”.

“Fogo” e “luz” são metáforas, é verdade. Mas, metáforas apontam para realidades. No caso, elas querem simplesmente dizer: “Deus é santo, verdadeiro, ele se ira contra o pecado e não vai tolerar a mentira. Ele punirá os pecadores impenitentes”. Basta ler o contexto das passagens citadas acima para que se verifique o que estou dizendo.

Portanto, não sendo a única passagem que se refere a Deus usando o verbo ser, “Deus é amor” não pode ser entendida como uma definição exclusiva da essência de Deus, enquanto que tudo o mais que é dito sobre Deus usando-se o mesmo verbo ser é entendido como atributos secundários. Isto é exegese preconceituosa.

2 – Na revelação que fez de si mesmo, Deus sempre manifesta o equilíbrio perfeito entre os seus atributos, entre amor, misericórdia e compaixão, de um lado, e justiça, retidão e santidade, de outro. Há várias listas destas qualidades de Deus no Antigo Testamento, mas tomo apenas uma, bem representativa. Moisés desejou ver a Deus e Deus se fez revelar pela proclamação de seus atributos:
E, passando o SENHOR por diante dele, clamou: SENHOR, SENHOR Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade; que guarda a misericórdia em mil gerações, que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado, ainda que não inocenta o culpado, e visita a iniqüidade dos pais nos filhos e nos filhos dos filhos, até à terceira e quarta geração! (Ex 34:6-7).
Impossível não notar o equilíbrio entre amor e justiça, misericórdia e ira.

3 – Alguns querem fazer a diferença entre amor e atributos, dizendo que Deus é amor em sua essência e que seus atributos estão subordinados ao amor. Os pontos 1 e 2 acima já são suficientes para mostrar que não podemos dizer que Deus é somente amor. Mas, tudo bem. Vamos conceder, apenas para argumentarmos, que o amor de Deus, por ser a sua própria natureza, prevalece sobre seus atributos, como justiça e santidade, por exemplo. O que isto quer dizer? Que em determinadas situações Deus deixa de ser santo, justo, reto e verdadeiro para mostrar amor? Alguém pode me mostrar uma única passagem na Bíblia onde Deus agiu de maneira injusta, desleal, mentirosa e preconceituosa em nome de sua natureza amorosa?

A maior manifestação do amor de Deus foi enviar seu Filho Jesus Cristo para morrer por pecadores para satisfazer a sua justiça e as demandas de sua santidade. Se Deus fosse amor do jeito que esse pessoal diz, ele teria simplesmente deixado sem castigo os pecados e perdoado todo mundo, sem precisar castigar seu Filho amado em lugar de pecadores. Mas, não é isto que a Bíblia diz. Portanto, o fato de que Deus é amor em momento algum anula o outro fato, que ele é santo, justo e reto.

4 – Basta olharmos a história bíblica para percebermos que este Deus que é amor não deixou de mandar o dilúvio para destruir o mundo dos ímpios e nem fogo do céu para destruir Sodoma e Gomorra e nem ainda de castigar os anjos que se rebelaram contra ele. Na verdade, o apóstolo Pedro usa todos estes episódios narrados no Antigo Testamento como tipo ou figura do castigo eterno que Deus tem preparado para os libertinos, ímpios e pecadores impenitentes:
Ora, se Deus não poupou anjos quando pecaram, antes, precipitando-os no inferno, os entregou a abismos de trevas, reservando-os para juízo; e não poupou o mundo antigo, mas preservou a Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas, quando fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios; e, reduzindo a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra, ordenou-as à ruína completa, tendo-as posto como exemplo a quantos venham a viver impiamente; é porque o Senhor sabe livrar da provação os piedosos e reservar, sob castigo, os injustos para o Dia de Juízo, especialmente aqueles que, seguindo a carne, andam em imundas paixões e menosprezam qualquer governo (2Pe 2:4-10). 
Comentando os mesmos episódios, Judas diz que eles são “exemplo do fogo eterno” (Judas 7).

5 – Outro ponto: será que Deus só ama os pecadores e ímpios? Não ama ele aqueles de seu povo que foram injustiçados, violentados, torturados e mortos pelo nome de Cristo? O Deus que é amor é o mesmo Deus que tomará vingança daqueles que maltrataram, perseguiram e mataram seu povo. É assim que Paulo conforta os crentes da cidade de Tessalônica, que estavam passando por severa perseguição:
É justo para com Deus que ele dê em paga tribulação aos que vos atribulam; e a vós outros, que sois atribulados, alívio juntamente conosco, quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Estes sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder (2Tess 1:6-10).
Este conforto que Paulo oferece na passagem acima é bem vazio se todos serão salvos, inclusive os torturadores, assassinos e perseguidores do povo de Deus através da história. Paulo não conforta os crentes perseguidos dizendo que no final todos serão salvos, inclusive os seus perseguidores. Ao contrário, Paulo emprega a justiça de Deus e a condenação eterna deles como consolo para os atribulados.

E onde ficam as palavras de Deus dada aos mártires, que nos céus clamavam por vingança?
Quando ele abriu o quinto selo, vi, debaixo do altar, as almas daqueles que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus e por causa do testemunho que sustentavam. Clamaram em grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas, nem vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? Então, a cada um deles foi dada uma vestidura branca, e lhes disseram que repousassem ainda por pouco tempo, até que também se completasse o número dos seus conservos e seus irmãos que iam ser mortos como igualmente eles foram (Ap 6:9-11).
Esses mártires conheciam a Deus tão bem a ponto de darem suas vidas por ele. Será que pediriam o castigo de seus verdugos a Deus se acreditassem que, sendo amor, Deus iria salvar a todos no final? E por que Deus, caso pretendesse salvar tais ímpios da condenação eterna, consolou os mártires dizendo que aguardassem mais um pouco e então seu pedido seria atendido - é só ler o resto do livro de Apocalipse para ver que estes ímpios, junto com Satanás e seus anjos, serão atormentados para sempre no lago de fogo e enxofre, a segunda morte (Ap 20:10; 21:8).

6 – Deus é amor. E se tem uma coisa que ele ama acima de tudo é o seu Filho Jesus Cristo, várias vezes chamado na Bíblia de “o Amado” (Mt 3:17; 17:5; Ef 1:6; Col 1:13; etc.). Contudo, submeteu-o ao sofrimento do inferno eterno durante aquelas poucas horas na cruz, a ponto de, antes, Jesus ter pedido três vezes para ser poupado (Getsêmani) e de gritar na cruz, “por que me desamparastes?” O que Deus fará, pergunta o escritor de Hebreus, aos que desprezam Jesus Cristo?
De quanto mais severo castigo julgais vós será considerado digno aquele que calcou aos pés o Filho de Deus, e profanou o sangue da aliança com o qual foi santificado, e ultrajou o Espírito da graça? Ora, nós conhecemos aquele que disse: A mim pertence a vingança; eu retribuirei. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo. Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo (Hb 10:29-31).
As Escrituras deixam claro que todos pecaram e carecem da glória de Deus. Não há um único justo. Todos merecemos a condenação eterna. O amor de Deus consiste em resgatar os que ele quis da justa condenação, não sem antes ter providenciado a satisfação requerida por sua santidade. Mesmo que somente um fosse salvo da condenação eterna pelo sacrifício de Cristo, o amor de Deus já teria triunfado sobre o pecado e a morte.

Não tenho prazer na realidade do sofrimento eterno. Não prego sobre o inferno com satisfação. Tento fazê-lo com lágrimas nos olhos. Mas confesso que não consigo perceber no conceito da punição eterna qualquer injustiça, crueldade, maldade, ou falta de amor em Deus.

Augustus Nicodemus Lopes

Postado por Augustus Nicodemus Lopes.

Sobre os autores:

Dr. Augustus Nicodemus (@augustuslopes) é atualmentepastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia, vice-presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana doBrasil e presidente da Junta de Educação Teológica da IPB.

O Prof. Solano Portela prega e ensina na Igreja Presbiteriana de Santo Amaro, onde tem uma classe dominical, que aborda as doutrinas contidas na Confissão de Fé de Westminster.

O Dr. Mauro Meister (@mfmeister) iniciou a plantação daIgreja Presbiteriana da Barra Funda.

12 comentários

comentários
***Lucy***
AUTOR
3/12/12 22:32 delete

Seu blog é uma benção!

Suas mensagens são preciosas para nós leitores do seu espaço abençoado. Somos edificados por cada linha escrita. Que o Espírito da Verdade continue a te usar com poder e autoridade.
A propósito, caso ainda não esteja me seguindo, deixo o convite, retribuirei o carinho com todo amor em Cristo Jesus.

Afetuosamente,

***Lucy***

P.S. Recomendo o blog do irmão J.C., mensagens abençoadoras; acesse e confira.
http://discipulodecristo7.blogspot.com/

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Dom
AUTOR
3/12/12 22:50 delete

chega a ser lindo..... poder ler um texto tao bom e equilibrado. Pensando no DEUS que é amor, mas que tambem é SANTO, JUSTO.. aaaaaaaaah DEUS.... PERFEITO

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4/12/12 09:39 delete

O inferno é necessário, como já dise Tim Coway, pois Ele demonstra a Gloria de Deus. Não seria justo, pra mim, pensar em um Deus que no final não leve em conta os pecados dos homens que não se submeteram a Ele em Cristo. Não posso acreditar que o sangue de Cristo e de todos os Mártirees tenha sido derramado em vão, para no final todos subirem em glória, àqueles zombando dos martires e de nós pq viveram o melhor desta vida e nós não, Qd na verdade sabemos é que nós que vivemos o melhor da vida, Jesus.
Estou com o Ap. Paulo, e tenho por certo que Deus punirá os pecadores, e não apenas o pecado, cf. Salmo 5:5.
Estou com Tim Conway, Mark Driscoll, Paul Washer e tantos outros, Deus os odeia, não está com um sorriso aberto para o mundo, mas retem a sua irá, e no tempo certo, se não vierem a Cristo, como diz o Escritor de Hebreus, como escaparão se negligenciarem tão grande Salvação?

Att.
@walterkano

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4/12/12 11:24 delete

Certa vez ouvi uma exposição que fazia as seguintes considerações logicas sobre esse atributo de Deus:

"O antônimo de amor é ódio, ou seja negar o amor de Deus é odiá-lo; lembre-se só podemos escolher (para mim, receber a capacidade de escolher e mais adequado) entre comunhão com Deus e não comunhão com Deus, logo seu amor sempre triunfará somente de 2 formas:

- Quem não aceita o evangelho é condenado pelo seu ódio ao amor, logo o amor superabunda sobre o ódio.
- Quem aceita o evangelho é salvo pela graça, logo o amor superabunda como graça."


Se é para considerar de forma lógica o atributo "Deus é Amor", acredito que essa sim seria uma boa logica :)

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4/12/12 12:03 delete

é só esperar um pouco que este Rob Bell vai dizer que até o Diabo será perdoado... que se o Diabo chorar, e mostrar arrependimetno, Deus o perdoará, pq Deus é amor e perdoou os pecados da humanidade... é pra cair no conceito este Rob Bell...

www.cwmarinho.blogspot.com

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4/12/12 13:01 delete

É vdd. Muito bom o post. Apenas discordo do irmão Walter (comentário acima), no que diz respeito ao sentimento de Deus quanto aos ímpios que hoje desprezam o Senhor. Ele não os odeia. Não consigo vislumbrar em Deus esse sentimento, pelo menos não no que as Escrituras me mostram, nem em tudo que tenho aprendido com Ele até hoje. Deus os ama, ainda que eles o odeiem. Se perseverarem na sua rebelião, Deus os condenará por ser justo, não por odiá-los. A "vingança" de Deus sobre os ímpios não reflete ódio, mas justiça. Tanto é verdade que Jesus previu o juízo sobre Jerusalém, mas o fez com lágrimas nos olhos, por amá-la.
Quanto à ira, e ao furor de Deus, creio igualmente que não recaem como ódio, mas sim ira, e furor, apenas. Se estiver errado, me corrijam.

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4/12/12 14:10 delete

Caro Reverendo
Parabéns pelo brilhante texto, principalmente quando o senhor aborda a justiça e santidade de Deus sendo exercida na morte expiatoria de Cristo pelo pecador, observamos o equilibrio de Deus entre justiça, santidade e amor.
O mais triste em tudo isso é que esse povo não crê na biblia como palavra de Deus. Digo isso porque me graduei em teologia em uma faculdade telogica, onde Adao e Eva não existiram era apenas mito, Caim e Abel também, na visão de meu professor Caim representava o homem violento da cidade e abel o homem bom, honestoe trabalhador. Pecado original não existiu. No Novo Testamento então Só Rudolf Bultmann e dai por diante, o senhor já Sabe Como é. Ainda Bem que eu já tinha mais de 20 anos de conversão e dentro de Igreja Histórica, tive pena dos Jovens e de alguns novos convertidos, pois eu sai arranhado, agora o senhor imagina os Jovens. Penso que todas essas teologias malucas tem uma unica origem, a teologia liberal, que como um cancer, vai metastasiando o corpo de Cristo.
Infelizmente.

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4/12/12 15:33 delete

Irmão Lucas Andrade, é uma verdade bem difícil de aceitar, mas Jo 3:18 diz que os que não creem já estão condenados, e no v.36 diz "mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece". Salmo 5:5 diz claramente que Deus "odeia" os que praticam a iniquidade (não como um ódio humano, mas como JUSTA retribução pelo pecado contra a santidade). Se Ira de Deus não significa "ódio (no sentido que acabei de falar), rejeição, desprezo", então vc está certo, mas se significam exatamente o que dizem, então Deus pode estar irado com os que nao estão em Cristo.
Já ouviu ou Leu o sermão de Jonathan Edwards "pecadores nas mãos de um Deus irado"?
É o Fogo Consumidor que dá a justa retribuição, o Deus que diz que a vingança pertença a ele (Dt 32:35). A ira dele permanece sobre os Filhos da desobediencia...

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MAC
AUTOR
4/12/12 18:53 delete

Acrescentando ao que o amigo disse acima, sobre a possibilidade do Rob He... digo, Bell, crer que até o tibinga seja perdoado, vai ver ele até já deve ter orado pela conversão do peludo.
Ah, espera aí, quase esqueci, liberal não ora... vixi!

Mac.

www.amilenismo.com
www.bibotalk.com.br

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Leandro
AUTOR
4/12/12 21:06 delete

Os perigos que agora a Igreja enfrenta, já os teve no passado. Heresias destruidoras nunca vêm acompanhadas de um "despacho de esquina". Antes, em bela embalagem, podem fazer tropeçar até mesmo os mais piedosos.
Discernimento de espírito é uma das maiores necessidades que temos. Até mesmo para navegar na internet.

LEANDRO ALMEIDA

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5/12/12 22:10 delete

Caro Rev. Augustus,

Rendo glórias a Deus pelo cuidado que ele tem com sua verdadeira igreja! E uma das formas mais visíveis desse cuidado do Senhor da Igreja para com os seus está no ensino que ministra através dos seus servos, como nos ministrou através deste texto.

Mil Glórias ao Senhor da Igreja!
Que ele continue abençoando sua vida, sua família e seu ministério.

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9/3/13 13:35 delete Este comentário foi removido pelo autor.
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