domingo, junho 23, 2013

Augustus Nicodemus Lopes

CARTA A UM EX-GAY TENTADO A VOLTAR ATRÁS



[A carta é fictícia bem como as personagens aqui mencionadas].

Meu caro Sandro,

Espero que esta o encontre bem, com muita saúde e alegria em todas as coisas.

Soube pelo seu pastor que você está pensando em desistir da fé e sair da igreja porque, passados já cinco anos que você recebeu Jesus como seu Senhor e Salvador, você continua a sentir desejos homossexuais e atração por homens. Ele me disse também que sua esposa, a Rita, tem sofrido muito com tudo isto, muito embora você tenha sido bastante honesto com ela e não tenha, em nenhum momento, sido infiel no casamento.

Seu pastor, que foi meu aluno no seminário teológico, me pediu para escrever para você, especialmente pelo fato de que fui eu quem lhe ajudou nos primeiros dias depois da sua experiência de conversão. Espero que esta carta seja usada por Deus para ajudar você neste momento difícil.

Sei que você ficou ainda mais confuso por causa do alarde da imprensa sobre um projeto que os ativistas gays apelidaram de “cura gay”. A verdade dos fatos é que esta designação irônica é a reação deles ao Projeto de Decreto Legislativo 234/11 do deputado João Campos, do PSDB, que suspende dois itens da resolução do Conselho Federal de Psicologia que proibiam psicólogos de atender pacientes que buscassem ajuda para se libertar dos impulsos e desejos homossexuais. O PDC 234 foi aprovado recentemente na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara de Deputados. Os ativistas gays apelidaram o PDC 234 de "cura gay", uma designação irônica e maliciosa, pois o projeto não é sobre isto. Ele apenas restabelece o direito dos pacientes de pedirem ajuda e dos psicólogos de ajudarem e não usa o termo "cura". Se você quiser mais detalhes sobre os fatos, recomendo o artigo de Reinaldo Azevedo sobre o assunto. 

Mas, minha carta não é sobre os fatos acima mencionados, mas sobre a crise que você está passando com estes desejos homossexuais, mesmo sendo um crente em Jesus Cristo. Você se lembra que eu lhe alertei para o fato de que crer em Jesus como Senhor e Salvador não significaria a imediata libertação de todas as consequências espirituais, psicológicas e mentais dos anos em que você viveu como homossexual praticante. O pecado deixa profundas cicatrizes em nossas vidas, marca a ferro e fogo nossa consciência com imagens, impressões, experiências, gostos e desejos, que levam muitos anos para serem vencidos.

Seu pastor me falou que você vinha lendo material de determinados autores que afirmam que homossexuais, uma vez convertidos, se tornam completamente libertados não somente da prática de relações com pessoas do mesmo sexo como também da atração por pessoas do mesmo sexo. Sandro, não duvido que em alguns casos isto possa acontecer. Sei que há casos concretos de pessoas que viviam na homossexualidade e que, depois da conversão a Jesus Cristo, libertaram-se inclusive da atração por pessoas do mesmo sexo. Todavia, isto nem sempre é o que acontece, como, infelizmente, é o seu caso. Você precisa entender, contudo, que a continuidade de desejos homossexuais depois de uma legítima conversão não significa necessariamente uma derrota e nem que Deus falhou com você.

Acho que você está esquecendo um ponto básico da doutrina cristã, que é a diferença entre pecado e tentação. A atração por pessoas do mesmo sexo é diferente da prática de relações sexuais entre elas. A primeira é uma tentação, a segunda é pecado. Tentação e pecado são duas coisas diferentes. Sandro, eu tenho um coração corrompido pelo pecado, a minha natureza é pecaminosa a despeito da minha justificação pela fé em Cristo e da presença do Espírito de Deus em mim. Diariamente, do meu coração corrompido procedem desejos, intenções, reações e pensamentos carnais e pecaminosos. Associado a isto, há as tentações externas trazidas pelo mundo, pelas pessoas e por Satanás.

Diariamente homens cristãos casados se sentem tentados a olhar uma segunda vez para mulheres que não são sua esposa e se sentem tentados a imaginar e desejar ter relações com elas. Todavia, ser tentado a fazer isto não é a mesma coisa que fantasiar estas relações ou tê-las na prática. Diariamente cristãos verdadeiros reprimem estes desejos, dizem não a estes pensamentos e evitam a segunda olhada. Pensam na esposa, nos filhos e particularmente em Deus, que odeia e abomina o adultério, e no Senhor Jesus que morreu exatamente por causa destes pecados. Cada dia em que resistem a estes impulsos e vontades é um dia de vitória e de libertação.

Caro Sandro, creio que o mesmo pode se aplicar a outras vontades pecaminosas, como desejos homossexuais, desejos de machucar outras pessoas, a cobiça por coisas... a lista é grande. A conversão a Cristo não significa a expulsão do pecado aqui e agora do nosso coração. É isto que você precisa entender. 

Mas agora me deixe voltar a um daqueles estudos bíblicos que lhe passei no início do discipulado e que, pelo jeito, você esqueceu. Lembre que o processo estabelecido por Deus para libertar pessoas do pecado é realizado por ele em três etapas que acontecem em sequência e nesta ordem. Na primeira, Deus nos liberta da culpa do pecado - justificação. Na segunda, do poder do pecado - santificação; e na terceira, da presença do pecado em nós - glorificação. Lembra do quadro que desenhei para você naquele domingo?

Libertação da:
Designação
Quando:
Como:
Culpa do pecado
Justificação
Passado
Ato único realizado uma única vez
Poder do pecado
Santificação
Presente
Processo incompleto e imperfeito
Presença do pecado
Glorificação
Futuro
Ato único realizado de uma vez para sempre


Só recordando: a primeira etapa, a libertação da culpa do pecado, é a justificação, que é um ato de Deus, único e pontual, no qual ele nos considera justos diante dele mesmo com base nos méritos de Cristo. Corresponde, na nossa experiência, à conversão, arrependimento e fé. É um ato legal de Deus feito de uma vez para sempre e é a base das etapas seguintes. Foi o que aconteceu com você naquele dia que você, arrependido e quebrantado por seus pecados, voltou-se para Cristo em fé suplicando o seu perdão.

A etapa seguinte é libertação do poder do pecado.  Trata-se da santificação, que é um processo que se inicia imediatamente depois da justificação e que dura nossa vida toda. Ele consiste, não na erradicação do pecado e de nossa natureza decaída, mas em mortificar esta natureza, dominá-la, subjugá-la e mantê-la sob controle. Essa é a etapa do processo de salvação que você está vivendo agora. Lembra da ênfase que dei à necessidade de usar os meios de graça como oração, meditação e comunhão com outros irmãos em Cristo? Lembra que oramos para que o Espírito de Deus produzisse diariamente em você o fruto do domínio próprio? Sandro, neste processo há uma luta constante, ferrenha e interminável que você tem que travar contra o pecado que habita em você, contra as tentações de Satanás e do mundo. Todavia, esta luta em si não é pecado. Ser tentado não é pecado. Sentir desejos pecaminosos, vontade de fazer o mal, disposição para o que é errado, estas coisas vão nos acompanhar todos os dias de nossa vida e não são pecado – a não ser que cedamos a elas. A vitória consiste em dizer "não" a todas elas, diariamente, todos os dias de nossa vida, pelo poder do Espírito. 

A terceira etapa que lhe falei é a glorificação, quando ocorrerá a libertação da presença do pecado em nós. Ela ocorrerá quando morrermos ou se estivermos vivos quando da vinda do Senhor Jesus. Haverá a ressurreição dos mortos e a transformação dos crentes que estiverem vivos. Todos os filhos de Deus serão transformados para serem como o Senhor Jesus, num corpo glorificado e sem pecado, glorioso, imortal e incorruptível, com o qual os filhos de Deus viverão eternamente no novo céu e na nova terra onde habita a justiça. Só então, Sandro, você e eu seremos finalmente livres dos desejos carnais que habitam em nosso coração.

Deus não prometeu que você ficaria livre de toda tentação e de todos os desejos a partir do momento que você cresse em Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Você foi perdoado e justificado de seus pecados – inclusive do pecado do homossexualismo. Mas isto representou apenas o início do seu processo de libertação do poder do pecado que habita em você, processo este que é incompleto e imperfeito nesta vida, embora bastante real. Você precisa aprender a lutar e a dominar todos os seus desejos pecaminosos, inclusive o desejo de ter relações com pessoas do mesmo sexo, da mesma forma que os crentes heterossexuais lutam e dominam seus desejos de prostituição, fornicação, adultério, impureza e pornografia.

No seu caso, após a conversão você recobrou a atração pelo sexo oposto, casou com a Rita e tiveram dois filhos. Mas isto nunca significou que você ficaria livre da tentação pelo mesmo sexo, como você está sendo tentado agora. Outros, não conseguiram casar e optaram por viver solteiros, no celibato, sem relações sexuais com qualquer pessoa. Resolveram renunciar a tudo para se manterem fiéis a Cristo que disse que o caminho é estreito e a porta é apertada. Em qualquer situação, Sandro, a vitória consiste em resistir ao desejo e seguir o caminho da obediência, que é a mesma coisa para os heterossexuais.

Acredito que você está desanimando desnecessariamente pois de alguma forma foi levado a pensar que a conversão lhe libertaria completamente dos desejos que você tinha antes de conhecer a Jesus Cristo. Espero que esta carta seja útil para trazer verdadeira libertação.

Por favor, não interprete minha carta erroneamente. Não estou limitando o poder de Deus ou dando brecha para que você volte aos seus antigos pecados com a consciência tranquila. Como eu disse, as relações homossexuais, na prática ou nas fantasias eróticas de quem se masturba diante de um computador, são pecado e iniquidade. Ser tentado a fazer isto não é. Portanto, fique firme, continue a praticar as disciplinas e exercícios espirituais, continue a conversar com a Rita e a abrir seu coração para ela e a ver seu pastor regularmente. Conte comigo em tudo que precisar. Acima de tudo, não desista, pois Deus nunca nos prometeu uma viagem tranquila, somente uma chegada certa.

Termino declarando a minha mais completa confiança na veracidade destas promessas bíblicas, que deixo para sua meditação:

Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça (Rm 6.14). Porque, quando éreis escravos do pecado, estáveis isentos em relação à justiça. 21 Naquele tempo, que resultados colhestes? Somente as coisas de que, agora, vos envergonhais; porque o fim delas é morte. 22 Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna; 23 porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor (Rm 6:20-23).

Do seu irmão e amigo,
Augustus

Augustus Nicodemus Lopes

Postado por Augustus Nicodemus Lopes.

Sobre os autores:

Dr. Augustus Nicodemus (@augustuslopes) é atualmentepastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia, vice-presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana doBrasil e presidente da Junta de Educação Teológica da IPB.

O Prof. Solano Portela prega e ensina na Igreja Presbiteriana de Santo Amaro, onde tem uma classe dominical, que aborda as doutrinas contidas na Confissão de Fé de Westminster.

O Dr. Mauro Meister (@mfmeister) iniciou a plantação daIgreja Presbiteriana da Barra Funda.

25 comentários

comentários
24/6/13 00:41 delete

Ótimo texto, reverendo!

O senhor faz ali a menção a "pecado e iniquidade".

Qual seria a diferença entre os dois? Toda menção a iniquidade é relacionada a " anomia", ou seja, uma vida sem lei? Pode um cristão genuíno viver na iniquidade, ou estar sujeito de algum modo a ela?

Forte abraço,

Daniel

Responder
avatar
24/6/13 01:13 delete

Querido pastor, esse texto é maravilhoso.
Muito útil para pecados homossexuais, pecados heterossexuais e quaisquer outros pecados que possam angustiar a memória do crente, fazendo-o esquecer das "misericórdias do Senhor".
Que o Eterno continue a usá-lo!

Responder
avatar
Mids
AUTOR
24/6/13 05:53 delete

Reverendo, senti conforto quando li esta carta, eu ainda luto contra esses desejos desde que me converti, sempre me senti inferior aos outros ex-homossexuais que se converteram e casaram,alguns conhecidos diziam que eu nunca tive um encontro verdadeiro com Cristo, que nunca fui liberto e isso sempre me angustiou muito, mas agora Deus encheu meu coração de alegria através desse texto, que Deus te abençoe reverendo.

Responder
avatar
Souza J. A.
AUTOR
24/6/13 07:09 delete

Que o Senhor lhe abençoe e continue usando tão poderosamente e lhe trazendo essa sensibilidade, vinda dos céus, para alcançar os corações e suprir todas as mais ínfimas necessidades. E que o Espirito de Deus venha trazer o conforto a todos os seus que lutam para serem conforme a imagem do Filho.
Que Deus o guarde e que o senhor sinta isso em toda sua magnitude.

Responder
avatar
24/6/13 07:44 delete

Aproveito para indicar o artigo do Ageu Magalhães que vai nesta mesma linha:

http://resistenciaprotestante.blogspot.com.br/2013/06/o-engano-da-cura-gay.html

Responder
avatar
24/6/13 07:49 delete

Excelente, pastor. Sugestão: por favor, faça também uma carta a um jovem fictício que desejaria abandonar práticas sexuais não aprovadas por Deus, especialmente homossexuais. Grato. Já estou replicando sua postagem no meu www.JamaisDesista.com.br

Responder
avatar
guinho
AUTOR
24/6/13 09:18 delete

Reverendo , é fato que existem diferenciações sobre ser tentado e ceder a tentação, conforme explicado no texto, mas sobre esta questão dos desejos não estaríamos transgredindo o princípio do mandamento de não cobiçarás? (Mt 5.28), e assim pecando tambem? Embora não com o mesmo peso do ato cometido, mas pecado também?

Em Cristo
www.respirandodeus.blogspot.com

Responder
avatar
fileto bruno
AUTOR
24/6/13 10:02 delete

Excelente artigo,que o Senhor continue abençoando o senhor!!
Um grande abraço

Responder
avatar
fileto bruno
AUTOR
24/6/13 10:03 delete Este comentário foi removido pelo autor.
avatar
24/6/13 10:49 delete

Caro Rev. Augustus, muito bom o texto. Estou fazendo referência a ele no final do meu post lá no Resistência. Abraço.

Responder
avatar
Jean Correa
AUTOR
24/6/13 14:10 delete

Nossa, nem há o que comentar, o texto está perfeito, está completo. Vamos espalhar esse texto, fazer com que muitos leiam e compreendam melhor a questão da homossexualidade.

Jean Corrêa
www.prosadecrente.blogspot.com.br

Responder
avatar
24/6/13 17:01 delete

Querido irmão Augustus Nicodemus:

Não tenho como descrever a felicidade ao ler esse seu texto. Também não há adjetivos suficientes para qualificá-lo, apenas soariam redundantes. Limito-me a agradecer a Deus por, misericordiosa e graciosamente, tê-lo inspirado com essa "carta". Absolutamente genial, ela dispensa discussões, teses, argumentos e tentativas de convencimento. Simplesmente perfeita - por isso, só pode ter vindo do Espírito Santo. Sou grato a Ele, mas também lhe agradeço e parabenizo por sua participação como homem de Deus. De novo, obrigado.

Responder
avatar
Eider si
AUTOR
24/6/13 22:31 delete

Quem entenderá um gay?
Somente aquele que se colocar no seu lugar.É muito difícil largar esse desejo por que ele não se dissipa assim de maneira fácil,por meio de determinações de palavras,leituras,...As pessoas são mal compreendidas,mal julgadas...

Responder
avatar
25/6/13 10:41 delete

Um texto aparentemente bonito, com varias subjeções, várias entrelinhas de preconceito e má vontade... Respeito, apesar de aparente, apenas casca de ovo, por detrás há um cheiro podre de absoluta intolerancia com as opções sexuais, que são humanas e existes desde que o mundo é mundo... Fingem ter piedade das pessoas que não adotam a heterossexualidade quando na verdade têm convicção de que as mesma devem ser banidas atraves de lavagem cerebral aguda... Façam como Jesus... Parem de julgar, apenas amem... Seria tão mais humano e decente...

Responder
avatar
matozinho
AUTOR
26/6/13 10:53 delete

Parabéns pelo texto Dr. Augustos, pena que o comentário do "Baile 3ª Idade Tradicional da Cultura" aprova a prática homossexual como se fosse normal e aprovada por Deus e não reconhece que a natureza humana é pecadora.

Responder
avatar
Eduardo Neri
AUTOR
27/6/13 10:46 delete

Creio que o ser humano autocentrado é o deus deste momento de incertezas. A inversão lacaniana do escrito por Dostoiévski possibilitou a reinvenção de uma ética digna do final interessante do livro de Juízes. O ribombo do não reconhecimento da Autoridade do Outro atrai perspectivas à todos os doentes que nunca se curam, dentro ou fora da casa paterna... Abraço Você, Pastor!

Responder
avatar
José Bento
AUTOR
27/6/13 11:28 delete

Ótimo texto, aliás, uma marca do pastor Nicodemus. Sempre bem fundamentado biblicamente, o que é imprecindível. Apesar disso, sempre aparece alguém querendo distorcer o texto bíblico. Na verdade não tem jeito, ou voc~e é crente e busca viver em santidade (com todas as dificuldades apresentadas no texto) ou voc~e finge que é e fica tentando achar explicações para o pecado. Ora, o pecado não precisa de explicações e nem de advogados.
Parabéns pastor Nicodemus!

Responder
avatar
28/6/13 11:45 delete

shalom adonai

o texto esta simplesmente maravilhoso quando li foi como ter a sensação de estar bebendo águas cristalinas das cisternas de belém .

que Deus o conserve em plena saúde mental , física e espiritual

fraternalmente seu irmão em cristo

sandro barcelos



Responder
avatar
5/7/13 10:34 delete

Reverendo, Graça e Paz.

Acredito que verdade sempre incomodará aqueles que não suportam a sã doutrina. Creio que o comentário do Baile 3ª Idade Tradicional da Cultura reflete, como ele mesmo cita, uma posição muito humana. Portanto, desprovida da inspiração divina encontrada na Bíblia, que por sua vez serviu de base para o texto do Reverendo.

Responder
avatar
7/7/13 10:24 delete

Uma excelente leitura!
Uma escrita lúcida, esclarecedora, de consolo e encorajamento.
Fiquei feliz com o quadro lógico exposto acerca do trato divino quanto ao pecado e o plano de salvação para a humanidade.
Shalom, JD

Responder
avatar
Luis Alberto
AUTOR
10/7/13 11:59 delete Este comentário foi removido pelo autor.
avatar
17/7/13 22:49 delete

Luis Alberto,

O ideal seria você ter um cristão firme e de confiança com quem conversar e buscar ajuda espiritual em momentos de crise e tentações. Alguém com quem orar e se aconselhar regularmente. E isto de maneira pessoal e não por internet ou email.

Que o Senhor abençoe a sua vida.
Abs.

Responder
avatar
7/5/15 01:04 delete

"Façam como Jesus.. parem de julgar.. apenas amem". Só tenho uma coisa bem amorosa a dizer: "VAI E NÃO PEQUES MAIS".

Responder
avatar
21/12/15 00:38 delete

Texto magnífico. Sou um jovem de 19 anos, e desde muito cedo tenho desejos homossexuais. A caminhada de luta e resisténcia contra esses desejos é deveras laboriosa, mas a excelsa e sublime graça de Cristo faz toda a diferença. Muitos me julgam por minha opção em subordinar-me a perfeite Moral divinaw, apesar de qualquer desejo arraigado em minha natureza. Alguns me chamam de "reprimido" ou meio que um "alienado religioso", mas ah se conhecessem o prazer que não ceder aos mejs desejos me proporciona. Cada tentação resistida tem um profundo significado para mim. Que tamanha dignidade humana isso me dá, pois me faz saber que Deus não me vê como um animal obrigado a seguir os meus desejos instituaias. A Cruz de Cristo me faz transcender meus desejos pela existência.Me proporciona um contato real com meus dilemas e conflitos, ao invés de uma fuga hedonista aos meus desejos. Que Jesus, meu Meigo Salvador continue a conduzir-me nessa jornada, conto com a oração de todos. Que o amor de Deus, o Pai, a graça de nosso Senhor Jesus Cristo e as consolações do Espírito de Deus sejam com todos. Amém!

Responder
avatar