quinta-feira, junho 07, 2012

Afinal, o que está errado com a teologia da prosperidade?

Apesar de até o presente só ter melhorado a vida dos seus pregadores e fracassado em fazer o mesmo com a vida dos seus seguidores, a teologia da prosperidade continua a influenciar as igrejas evangélicas no Brasil.

Uma das razões pela qual os evangélicos têm dificuldade em perceber o que está errado com a teologia da prosperidade é que ela é diferente das heresias clássicas, aquelas defendidas pelos mórmons e "testemunhas de Jeová" sobre a pessoa de Cristo, por exemplo. A teologia da prosperidade é um tipo diferente de erro teológico. Ela não nega diretamente nenhuma das verdades fundamentais do Cristianismo. A questão é de ênfase. O problema não é o que a teologia da prosperidade diz, e sim o que ela não diz.
  • Ela está certa quando diz que Deus tem prazer em abençoar seus filhos com bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que qualquer bênção vinda de Deus é graça e não um direito que nós temos e que podemos revindicar ou exigir dele. 
  • Ela acerta quando diz que podemos pedir a Deus bênçãos materiais, mas erra quando deixa de dizer que Deus tem o direito de negá-las quando achar por bem, sem que isto seja por falta de fé ou fidelidade de nossa parte.
  • Ela acerta quando diz que devemos sempre declarar e confessar de maneira positiva que Deus é bom, justo e poderoso para nos dar tudo o que precisamos, mas erra quando deixa de dizer que estas declarações positivas não têm poder algum em si mesmas para fazer com que Deus nos abençoe materialmente.
  • Ela acerta quando diz que devemos dar o dízimo e ofertas, mas erra quando deixa de dizer que isto não obriga Deus a pagá-los de volta.
  • Ela acerta quando diz que Deus faz milagres e multiplica o azeite da viúva, mas erra quando deixa de dizer que nem sempre Deus está disposto, em sua sabedoria insondável, a fazer milagres para atender nossas necessidades, e que na maioria das vezes ele quer nos abençoar materialmente através do nosso trabalho duro, honesto e constante.
  • Ela acerta quando identifica os poderes malignos e demônicos por detrás da opressão humana, mas erra quando deixa de identificar outros fatores como a corrupção, a desonestidade, a ganância, a mentira e a injustiça, os quais se combatem, não com expulsão de demônios, mas com ações concretas no âmbito social, político e econômico.
  • Ela acerta quando diz que Deus costuma recompensar a fidelidade mas erra quando deixa de dizer que por vezes Deus permite que os fiéis sofram muito aqui neste mundo. 
  • Ela está certa quando diz que podemos pedir e orar e buscar prosperidade, mas erra quando deixa de dizer que um não de Deus a estas orações não significa que Ele está irado conosco. 
  • Ela acerta quando cita textos da Bíblia que ensinam que Deus recompensa com bênçãos materiais aqueles que o amam, mas erra quando deixa de mostrar aquelas outras passagens que registram o sofrimento, pobreza, dor, prisão e angústia dos servos fiéis de Deus.
  • Ela acerta quando destaca a importância e o poder da fé, mas erra quando deixa de dizer que o critério final para as respostas positivas de oração não é a fé do homem mas a vontade soberana de Deus.
  • Ela acerta quando nos encoraja a buscar uma vida melhor, mas erra quando deixa de dizer que a pobreza não é sinal de infidelidade e nem a riqueza é sinal de aprovação da parte de Deus. 
  • Ela acerta quando nos encoraja a buscar a Deus, mas erra quando induz os crentes a buscá-lo em primeiro lugar por aquelas coisas que a Bíblia constantemente considera como secundárias, passageiras e provisórias, como bens materiais e saúde. 
A teologia da prosperidade, à semelhança da teologia da libertação e do movimento de batalha espiritual, identifica um ponto biblicamente correto, abstrai-o do contexto maior das Escrituras e o utiliza como lente para reler toda a revelação, excluindo todas aquelas passagens que não se encaixam. Ao final, o que temos é uma religião tão diferente do Cristianismo bíblico que dificilmente poderia ser considerada como tal. Estou com saudades da época em que falso mestre era aquele que batia no portão da nossa casa para oferecer um exemplar do livro de Mórmon ou da Torre de Vigia...

33 comentários:

Blog Cruz Vazia disse...

Rev. Augustus Nicodemos, a Paz de Cristo!

"Estou com saudades da época em que falso mestre era aquele que batia no portão da nossa casa para oferecer um exemplar do livro de Mórmon ou da Torre de Vigia..."

É verdade! Como é triste ver que os "falsos mestres" estão 'dentro da igreja' e principalmente às liderando. Heresias são pregadas aos montes. Não se tem mais respeito com o altar!

Esses dias lendo alguns sermões de Spurgeon fiquei pensando nas diferenças entre seus sermões e os pregados hoje pelos pastores televisivos... Que triste!

Abraços,

Danilo Zanon
http://www.blogcruzvazia.com.br

Marcello de Oliveira disse...

Shalom!

Precisamos mais da PROSPERIDADE da teologia do que a TEOLOGIA da prosperidade.

Att, Pr Marcelo Oliveira

Newton Carpintero, pr. e servo. disse...

Sinto este tipo de saudades!

O menor

Xavier Campos Joaquim disse...

Deus dos Céus e da Terra! Que texto fascinante!
Já li tantos textos que contrariam a Teologia da Prosperidade,mas esse tem uma maior significancia porque compara entre o positivo e o negativo da questão. Que Deus abençoe Rv.Augustus Nicodemus.
Graça e paz da parte de Deus Pai.

Xavier Campos
http://pregaioevangelho.blogspot.com.br/

Sala do Areópago disse...

Muito bom caro pastor

marcoaurelioadv.com.br disse...

Paz de Cristo,
ótima explanação sobre esse assunto tão comentado, pouco explicado e que coloca a todos que se dispõem a falar e pregar sobre o ASSUNTO DE SER DIZIMISTA E OFERTANTE no mesmo saco de gatos dos que ensinam o que a biblia não fala e o que Deus não promete.

É certo que Deus é soberano, e um "não" pode ser um livramento, a benção do Senhor não pode ser simplesmente traduzida em matéria, mas ode ser cura, libertação, iluminação e etc.

Há alegria para os que reconhecem essa verdadeira dádiva que é se comprometer com a casa e a causa do Senhor I Cr. 29:1-18, alguém consegue traduzir a alegria do rei e a do povo nessa passagem?

Deus o abençoe e parabéns pelo artigo.

Marco Aurélio dos Santos
marcoaurelioevangelista.blogspot.com

Valdemir disse...

Muitíssimo boa sua forma diferenciada e inteligente ao abordar o assunto. suscinto, obvetivo e profundo. Com a vossa permissão publicarei no meu blog e no boletim da igreja que pastoreio IP Central - Rio Novo do Sul - ES

Macelo Carvalho Nascimento disse...

Paz do Senhor Augustus Nicodemus Lopes, muito bom o texto, mostra realmente o que há de errado na teologia da prosperidade a luz da bíblia, sendo que a maior dificuldade da verdadeira teologia é que ela não dispõem dos mesmo meios de comunicação da teologia da prosperidade, em quanto estamos com a verdadeira palavra de Deus em algumas igrejas, blogs e livros, eles estão nas TV influenciando milhares de pessoas com promessas e benças financeira, esquecendo que a maior benção é a Salvação e esta é de graça, fica com Deus.

Nemex1975 disse...

Sempre podemos contar com bons fundamentos apologéticos neste blog. Já divulguei no meu perfil do Facebook.

andré araújo disse...

Muito interessante, Rev. Augustus!

Sou contrário a teologia da prosperidade nesses moldes que ela tem sido pregada.

Mas uma frase que o senhor disse me fez pensar:

"A teologia da prosperidade (...) identifica um ponto biblicamente correto, abstrai-o do contexto maior das Escrituras e o utiliza como lente para reler toda a revelação, excluindo todas aquelas passagens que não se encaixam"

Isso é exatamente o que acho que os calvinistas fazem no que diz respeito à soberania de Deus!!!

Os da teologia da prosperidade usam o fato de Deus ser, realmente, bom e utiliza essa verdade "como lente para reler toda a revelação". Os calvinistas fazem o mesmo no que diz respeito ao fato de Deus ser realmente Soberano! Por isso, que os calvinistas são forçados a dizer que as coisas mais terríveis desse mundo são "decretos divinos".

Alan Rennê disse...

Dr. Augustus,

Muito bom este texto!

O senhor me concede a permissão para republicá-lo no meu blog?

Desde já, grato pela atenção!

Marco Carvalho disse...

Olá pastor Augustus!

Excelente texto e ótima observação entre os aspectos positivos e contrários desta teologia. Que estejamos aptos para discernir o nosso tempo e pregarmos todo o conselho de Deus.

cafeegraca.blogspot.com

Marco Carvalho

Augustus Nicodemus Lopes disse...

André,

"Isso é exatamente o que acho que os calvinistas fazem no que diz respeito à soberania de Deus!!!"

Acho que não. A soberania de Deus é ensinada claramente nas Escrituras como atributo essencial de Deus. Ela é ensinada lado a lado com a responsabilidade humana. Os calvinistas pregam as duas coisas. Ensinam a soberania absoluta de Deus sem sonegar a responsabilidade humana.

Não é isto que os pregadores da prosperidade fazem. Além de pegar uma doutrina secundária (bênçãos materiais) sonegam o outro lado (sofrimentos, tribulações e dor).

Portanto, a comparação não procede.

Abraços.

Augustus Nicodemus Lopes disse...

Alan Renê,

Claro que pode, vá em frente.

Abs.

Luiz nascimento disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luiz nascimento disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Fábio Vaz disse...

Rev. Augustus, excelente texto sobre um tema tão problemático em nossos dias. Querendo, visite-nos em http://www.alegrem-se.blogspot.com.br/2012/05/igrejas-de-araque-num-pais-de-tolos.html e confira um artigo nosso sobre o mesmo tema. Abraços.

José Francisco da Silva disse...

Rev. Augustus,
Coincidentemente acabei de desligar minha tv quando assistia uma mensagem positivando esta teologia. O pastor pediu em seu programa para não desligar sem antes ouví-lo, analisar as palavras à luz da Palavra e depois determinar se aceitaria ou não... não consegui ver até o final, desliguei.
Realmente, o erro não estava no que foi dito, mas nas omissões de fatos profundamente bíblicos.

Se não fosse pedir muito, solicito a gentileza de visitar meu humilde blog (sem falsa modéstia) e ver algo que postei sobre as características do bom Pastor em contraste com as do Mercenário, características essas extraídas do Livro de Judas. Segue endereço:
http://josefranciscodasilva.blogspot.com.br/2012/03/o-pastor-e-o-mercenario.html

oficina do reino disse...

Rev

Posso postar seus artigos no meu blog, indicando a fonte?

Muito bom

Juliana Sidle disse...

Paz do Senhor,Pastor.
Esse texto me ajudou a entender com mais profundidade a Teologia da Prosperidade,a qual eu já achava totalmente fora do ensino de Cristo.Foi bem exclarecedor.
Deus te abençõe!

Adeilton Dutra disse...

Rev.Augustus,que bom ler seus textos,nos ensinam a refletir sobre a glória de Deus.

Deus criou todas as coisa para sua própria glória!."Reverter,porém, esta ordem,fazendo do bem da criatura o objetivo máximo,é perverter e subverter todo esquema;é por o meio no lugar do fim,subordinar Deus ao universo,o infinito ao finito.Colocar a criatura no lugar do Criador".

É exatamente isso que a teologia da prosperidade tem feito,colocar a felicidade do homem,como o bem supremo da criatura.
Viver para a glória de Deus é o fim supremo,e não viver para nossa felicidade.

(Charles Hodge,teologia sistematica,hagnos,pag.328)


SOLI DEO GLORIA.

Prega a Palavra disse...

Excelentes considerações sobre esta falsa teologia. Entre todas as omissões pelo irmão elencadas eu acrescento o que creio que seja a maior e a mais grave: A Pregação da Cruz [Gl 6:14] Na Teologia da Prosperidade não existe espaço para esse "escândalo" [I Co 1:21-2:4]logo por isso ela é para mim maldita! [Gl 1:8-9].

Pr. Luiz Correia

henrique disse...

Graça e Paz Rev Augustus. De tudo que o Sr expôs estou em concordancia.Mais acho que nós reformados deveriamos nos unirmos tentarmos ir para TV Aberta e pregar, aí quem sabe, as pessoas iriam comparar qual a mensagem verdadeira.

Pr.Eli Vieira disse...

Parabéns Rev. Augustus Nicodemos pela postagem. Já é tempo dos presbiterianos combaterem os erros disfarçados de verdades, que estão sendo pregados na atualidade.

Danilo Paixão disse...

Otimo texto...

Danilo Paixão disse...

Graça e paz...
O sr. apresentou a teol. da libertação como um erro que, assim como a teol. da prosperidade, consiste na mudança de uma hermenêutica fiel às escrituras, refazendo uma leitura da revelação com as lentes (pressupostos) do leitor e não mais do autor.
Hoje em dia muito se fala da chamada MISSÃO INTEGRAL, o sr acha que existe alguma ligação da mesma com a teol. da libertação? Poderíamos considerá-la como um erro hermenêutico assim como os demais?
Muito obrigado pela disposição em nos ensinar a escrituras.
Deus o abençoe.

Rodrigo Pinto disse...

QUE A PAZ DE DEUS EM CRISTO JESUS SEJA COM VCS..
ESTAMOS VIVENDO DIAS DIFÍCEIS... DO MEU PONTO DE VISTA NÃO SABERIA DIZER SE SÃO MAIS OU MENOS DIFÍCEIS, AFINAL DESDE O PRINCÍPIO, O HOMEM SEMPRE INOVA SEUS CONHECIMENTOS E IDÉIAS... ACHISMOS E CONVICÇÕES... MOTIVO PELO QUAL NOS DEPARAMOS COM AS INCONTÁVEIS RELIGIÕES E FILOSOFIAS DE VIDA.... O QUE VEMOS HOJE NÃO É NADA DE ASSOMBROSO, NEM ASSSUTADOR... INTERPRETAÇÕES ERRADAS E VERDADEIRAS SEMPRE EXISTIRAM E SEMPRE VÃO EXISTIR... MAS DEUS É AQUELE QUE JULGARÁ TODOS AS COISAS, AFINAL SÓ ELE É APTO PARA ISTO... EM LUCAS 17.11-19 FALA-SE DA CURA DE 10 LEPROSOS QUE SE ACHEGARAM A ELE BUSCANDO UMA CURA FÍSICA... E ELE OS CUROU, NO ENTANTO SOMENTE 1 VOLTOU PARA AGRADECÊ-LO, OU MELHOR RECONHECEU QUE ELE ERA O SENHOR...

NO TEMPO QUE JESUS ESTEVE NA TERRA A MAIORIA DAS PESSOAS O SEGUIAM INTERESSADO NOS SEUS MILAGRES, ELE MESMO AFIRMOU ISTO EM JO 6, 26... NEM POR ISTO ELE DEIXOU DE REALIZAR SEUS MILAGRES... POIS ELE NOS AMA! AGORA SE O HOMEM AMA MAIS A VIDA DO QUE A DEUS ISTO É UMA OUTRA HISTÓRIA! MAS 1 LEPROSO VOLTOU!
CONCORDO COM TUDO QUE FOI ESCRITO SOBRE A TEORIA DA PROSPERIDADE! MAS SÓ NÃO PODEMOS NOS ESQUECER QUE MESMO EM MEIO A ESTE ENSINAMENTO QUE VEM SE DIFUNDINDO MUITO NOS NOSSOS DIAS HAVERÁ 1, 2 100, 1000 (NÃO SABERIA QUANTOS) .... QUE ASSIM COMO AQUELE LEPROSO, AINDA QUE PRIMEIRAMENTE BUSCANDO UMA CURA FÍSICA, ENCONTROU A CURA ESPIRITUAL! ALELUIA!
NO MOMENTO, O QUE NOS RESTA É ESTARMOS COM NOSSOS OLHOS VOLTADOS PARA O SENHOR JESUS, BUSCANDO O SANTO ESPÍRITO, O CONSOLADOR, QUE É A LUZ VERDADEIRA QUE ILUMINA NAS MAIS DENSAS TREVAS! A PALAVRA DE DEUS É VERDADEIRA E DIGNA DE TODA ACEITAÇÃO! E GLORIFICO AO SENHOR POR SEU INFINITO AMOR E MISERICÓRDIA QUE MESMO EM MEIO A TUDO QUE OUVIMOS E VEMOS, ELE TEM DADO RECURSOS AQUELE QUE SE ACHEGA À ELE COM SINCERIDADE... O MAIS IMPORTANTE DE TUDO É QUE MESMO EM MEIO AO CAOS (HUMANO) DEUS ESTÁ NO CONTROLE DE TUDO... E DIA DO SENHOR SE PROXIMA... AMÉM
ABRAÇO!
CONSOLAÇÕES DO SANTO ESPÍRITO!
RODRIGO

Vinícius Fernandes disse...

Como é bom ter um respaldo da sua relevância para o pensamento cristão nesse sentido!

E como é bom dignar-te em responder aos leitores, num belo, singelo e nobre ato de serviço de ensino!

Bebendo da fonte de sua sabedoria, equilíbrio e maturidade, aprendo verdades bíblicas com mais moderação, pois admito que tenho ainda uma pegada muito agressiva com a Teologia da Prosperidade. nada que não possa ser trabalhado com crescimento na graça e na fé, e referências assim são de relevância fundamental.

julio cesar disse...

obedecer á Deus e fazer a vontade de Deus(1 jo 2:17),esperar em Deus(sl 27:14)agradecer à Deus pelas provas(tg 1:2,12)e a vontade de Deus será feita na vida do crente(mt 6:10)no tempo de Deus(ec 3:1)ler a biblia(jo 5:39)pedir sabedoria à Deus(tg 1:5)isso é o quedeve ser pregado e vivido dentro das igrejas

julio cesar disse...

obedecer à Deus(1jo2:17)esperar em Deus(sl 27:14)agradecer à Deus pelas provas(tg1:2,12)pedir sabedoria à Deus(tg 1:5)ler a biblia(jo 5:39)e a vontade de Deus será feita na vida do crente(is 55:11)no tempo de Deus(ec 3:1)

Rafael Medeiro disse...

Não concordo com você, quer dizer pra mim ser prospero preciso sofre ?

MarcílioRapaz disse...

Deve ser porque Deus quer que crendo, independente se é Prosperidade ou não, nos aumente nossa fé até os últimos 1330 dias. Pois sem fé, Deus é impotente; Amém. Já foi dito, o importante é que o evangelho da Libertação seja pregado para todos as nações existentes e todas as línguas existentes, pois de Deus saiu.

Filipe disse...

Texto muito bom, equilibrado